{"id":20733,"date":"2016-08-31T00:25:58","date_gmt":"2016-08-31T03:25:58","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=20733"},"modified":"2016-08-30T23:59:29","modified_gmt":"2016-08-31T02:59:29","slug":"comercio-exterior-da-sinais-de-estabilizacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/comercio-exterior-da-sinais-de-estabilizacao\/","title":{"rendered":"Com\u00e9rcio exterior d\u00e1 sinais de estabiliza\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><span>O com\u00e9rcio exterior brasileiro apresenta sinais de recupera\u00e7\u00e3o com as importa\u00e7\u00f5es indicando &#8216;moderada melhora&#8217; e as exporta\u00e7\u00f5es atingindo seus n\u00edveis de crescimento mais altos desde 2012. \u00c9 o que aponta o relat\u00f3rio do segundo trimestre da Maersk Line. Na avalia\u00e7\u00e3o da empresa, esses s\u00e3o os primeiros sinais de estabiliza\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio brasileiro. A Maersk Line tamb\u00e9m observa melhora nos n\u00edveis de confian\u00e7a de investidores e consumidores e projeta que o Brasil ter\u00e1 o segundo semestre melhor do que o primeiro.<\/span><\/p>\n<p><span>O diretor comercial da Maersk Line no Brasil, Nestor Amador, explica que a previs\u00e3o de crescimento ainda \u00e9 pequena porque os resultados do primeiro semestre foram muito baixos. Segundo ele, as importa\u00e7\u00f5es ainda devem ter queda em rela\u00e7\u00e3o a 2015, conseguindo resultados melhores somente em 2017. J\u00e1 as exporta\u00e7\u00f5es devem crescer entre 10% e 12% em 2016. &#8220;Estamos olhando os primeiros sinais de uma estabiliza\u00e7\u00e3o no mercado brasileiro. Muitos dos nossos clientes esperam por uma resolu\u00e7\u00e3o final da situa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica no pa\u00eds e vamos buscar sinais do que veem no futuro para o Brasil&#8221;, observou Amador.<\/span><\/p>\n<p><span>O ensaio de retomada das importa\u00e7\u00f5es, ap\u00f3s atingirem os piores n\u00edveis no primeiro trimestre em sete anos, se baseia nas expectativas crescentes de consumidores e empres\u00e1rios de que diferentes setores tenham performance melhor nas importa\u00e7\u00f5es no segundo semestre. &#8220;\u00c9 muito cedo para celebrar e, provavelmente, teremos de esperar at\u00e9 2017 para ver verdadeiros sinais de melhora&#8221;, analisou o diretor superintendente da Maersk Line para o cluster da costa leste da Am\u00e9rica do Sul, Antonio Dominguez.<\/span><\/p>\n<p><span>A Maersk avalia que os estoques globais chegaram a n\u00edveis criticamente baixos nos primeiros seis meses de 2016. Na \u00c1sia, os setores automotivo e varejista retomaram a forma\u00e7\u00e3o de estoques, reduzindo a queda nas importa\u00e7\u00f5es para 21% no segundo trimestre, ante queda de 43% nas importa\u00e7\u00f5es no primeiro trimestre.\u00a0 O diretor de trade e marketing da Maersk Line para o cluster da costa leste da Am\u00e9rica do Sul, Jo\u00e3o Momesso, ressaltou que existe crise global no mercado de navega\u00e7\u00e3o de cont\u00eaineres e o Brasil n\u00e3o est\u00e1 fora dela. &#8220;Os fundamentos da crise globalmente \u00e9 que existem mais navios do que carga. O crescimento do mercado n\u00e3o foi t\u00e3o grande quanto crescimento da frota. No Brasil isso foi agravado pela crise que o pa\u00eds vive&#8221;, disse.<\/span><\/p>\n<p><span>Momesso acrescenta que os embarcadores no Brasil costumam concentrar exporta\u00e7\u00e3o na terceira e quarta semanas do m\u00eas. Ele alega que, como os navios est\u00e3o cheios, o mercado n\u00e3o tem capacidade para, na terceira e na quarta semanas, lidar com volume excedente muito grande. &#8220;Se os clientes conseguissem embarcar mais nas duas primeiras semanas do m\u00eas, ajudaria bastante&#8221;, comentou.<\/span><\/p>\n<p>Fonte: Portos E Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O com\u00e9rcio exterior brasileiro apresenta sinais de recupera\u00e7\u00e3o com as importa\u00e7\u00f5es indicando &#8216;moderada melhora&#8217; e as exporta\u00e7\u00f5es atingindo seus n\u00edveis de crescimento mais altos desde&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":18713,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-20733","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20733","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20733"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20733\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":20734,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20733\/revisions\/20734"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18713"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20733"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20733"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20733"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}