{"id":19749,"date":"2016-06-08T09:34:28","date_gmt":"2016-06-08T12:34:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=19749"},"modified":"2016-06-08T09:34:28","modified_gmt":"2016-06-08T12:34:28","slug":"temer-muda-e-diz-que-nao-apoia-criacao-de-14-mil-cargos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/temer-muda-e-diz-que-nao-apoia-criacao-de-14-mil-cargos\/","title":{"rendered":"Temer muda e diz que n\u00e3o apoia cria\u00e7\u00e3o de 14 mil cargos"},"content":{"rendered":"<p>Depois de ter sido pessoalmente convencido pelo ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, o presidente em exerc\u00edcio Michel Temer mudou de ideia e decidiu n\u00e3o apoiar nem defender a cria\u00e7\u00e3o de 14 mil cargos, aprovada em um dos diversos projetos que concedeu reajuste aos servidores p\u00fablicos.<\/p>\n<p>Segundo interlocutores de Temer, ap\u00f3s uma conversa com o l\u00edder do governo no Senado, Aloysio Nunes (PSDB-SP), no domingo passado, o presidente em exerc\u00edcio recuou e informou que &#8220;n\u00e3o vai mais apoiar cargos nem o aumento do Supremo Tribunal Federal&#8221;.<\/p>\n<p>Na semana passada, ap\u00f3s a revela\u00e7\u00e3o de que a C\u00e2mara dos Deputados havia autorizado a cria\u00e7\u00e3o de 14 mil cargos, Temer chamou Dyogo ao Pal\u00e1cio do Jaburu para esclarecimentos.<\/p>\n<p>Na ocasi\u00e3o, Dyogo argumentou que &#8220;n\u00e3o houve cria\u00e7\u00e3o de novos cargos na administra\u00e7\u00e3o federal, que gerasse aumento de despesas&#8221;. &#8220;O que houve foi a compensa\u00e7\u00e3o com a extin\u00e7\u00e3o de outros cargos equivalentes&#8221;, dizia nota oficial.\u00a0<\/p>\n<p>Na ocasi\u00e3o, o ministro reiterou que o reajuste dos servidores recomp\u00f5e parcialmente as perdas da infla\u00e7\u00e3o e que essa recomposi\u00e7\u00e3o fora dilu\u00edda em at\u00e9 quatro anos.<\/p>\n<h3><b>Cr\u00edticas<\/b><\/h3>\n<p>Ontem, ao abrir a sess\u00e3o de vota\u00e7\u00e3o, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), criticou a postura do governo Temer de reajustar o sal\u00e1rio de diversas categorias de funcion\u00e1rios p\u00fablicos em todos os Poderes.\u00a0<\/p>\n<p>Os projetos foram aprovados na \u00faltima semana pela C\u00e2mara e, agora, seguem para o Senado.<\/p>\n<p>&#8220;H\u00e1 dias, n\u00f3s votamos a redu\u00e7\u00e3o do super\u00e1vit prim\u00e1rio e um d\u00e9ficit de R$ 170 bilh\u00f5es. Na semana seguinte, o governo aprovou na C\u00e2mara dos Deputados &#8211; como sempre acontece &#8211; um projeto de lei dando aumento aos servidores p\u00fablicos&#8221;, criticou o presidente do Senado, dizendo que isso &#8220;n\u00e3o poderia ser ocultado&#8221;.<\/p>\n<p>Renan disse que \u00e9 preciso que o governo esclare\u00e7a se h\u00e1, de fato, o d\u00e9ficit fiscal. &#8220;(Havendo d\u00e9ficit), n\u00e3o podemos dar aumento salarial, nem criar cargos, nem aumentar teto de gastos.&#8221;\u00a0<\/p>\n<p>O presidente do Senado foi ir\u00f4nico ao dizer que, se o governo aprova aumentos salariais, &#8220;talvez tenhamos aprovado um d\u00e9ficit que n\u00e3o existe&#8221;.<\/p>\n<p>A presidente afastada Dilma Rousseff tamb\u00e9m fez cr\u00edticas \u00e0 condu\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica econ\u00f4mica pelo governo Temer. Ela o acusou de &#8220;fazer um d\u00e9ficit gigantesco&#8221; &#8211; refer\u00eancia \u00e0 revis\u00e3o da meta fiscal para um rombo de R$ 170,5 bilh\u00f5es em 2016 &#8211; e de a C\u00e2mara ter autorizado, com aval do governo, a cria\u00e7\u00e3o de 14 mil cargos. Disse que os gastos &#8220;n\u00e3o beneficiam o conjunto da popula\u00e7\u00e3o&#8221;. &#8220;E eu pergunto: com que legitimidade?&#8221;<\/p>\n<p>Com apoio do governo, a C\u00e2mara aprovou 14 projetos de reajuste salarial para funcion\u00e1rios p\u00fablicos com um impacto superior a R$ 50 bilh\u00f5es em quatro anos nas contas p\u00fablicas.<\/p>\n<p>Fonte: O Estado de SP<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depois de ter sido pessoalmente convencido pelo ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, o presidente em exerc\u00edcio Michel Temer mudou de ideia e decidiu n\u00e3o apoiar&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":19480,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-19749","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19749","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19749"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19749\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19750,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19749\/revisions\/19750"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/19480"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19749"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19749"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19749"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}