{"id":19669,"date":"2016-06-02T08:42:13","date_gmt":"2016-06-02T11:42:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=19669"},"modified":"2016-06-02T08:42:13","modified_gmt":"2016-06-02T11:42:13","slug":"terminal-hidroviario-desativado-causa-prejuizos-a-populacao-de-manacapuru","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/terminal-hidroviario-desativado-causa-prejuizos-a-populacao-de-manacapuru\/","title":{"rendered":"Terminal hidrovi\u00e1rio desativado causa preju\u00edzos \u00e0 popula\u00e7\u00e3o de Manacapuru"},"content":{"rendered":"<p>Obra que custou R$ 7,6 milh\u00f5es aos cofres p\u00fablicos e interligaria munic\u00edpios da calha do m\u00e9dio Solim\u00f5es a Manaus nunca entrou em funcionamento<br \/>Obra do Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento (PAC) do primeiro mandato do presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva (PT) concebida para interligar os munic\u00edpio da calha do Solim\u00f5es como Anori, Anam\u00e3, Caapiranga, Beruri, Coari a Manaus, o terminal hidrovi\u00e1rio de Manacapuru (a 84 quil\u00f4metros da capital) encontra-se desativado.<\/p>\n<p>Articulado pelo ent\u00e3o ministro dos Transportes, hoje deputado federal Alfredo Nascimento (PR), a unidade de Manacapuru fez parte de um pacote de terminais fluviais para os munic\u00edpios do interior do Amazonas. Fruto de conv\u00eanio firmado entre o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) e a Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra), a obra custou 7,6 milh\u00f5es, sendo R$ 4,8 milh\u00f5es do Governo Federal e R$ 2,8 milh\u00f5es de contrapartida do Governo do Amazonas.<\/p>\n<p>O terminal foi inaugurado no dia 16 de junho de 2010 e come\u00e7ou a operar sobe responsabilidade da Superintend\u00eancia Superintend\u00eancia Estadual de Navega\u00e7\u00e3o, Portos e Hidrovias (SNPH). Hoje, est\u00e1 sob a coordena\u00e7\u00e3o da Administra\u00e7\u00e3o das Hidrovias da Amaz\u00f4nia Ocidental (AHIMOC) \u00f3rg\u00e3o da estrutura do Dnit coordenado por Luciano Moreira de Souza Filho.<\/p>\n<p>Na sexta-feira, uma equipe de A Cr\u00edtica esteve no local e verificou que a passarela constru\u00edda para dar acesso ao local de desembarque de passageiros e cargas est\u00e1 danificada e sua estrutura encontra-se em cima da balsa do terminal. Segundo moradores, uma obra de adequa\u00e7\u00e3o da passarela est\u00e1 paralisada. Em maio de 2011, menos de um ano ap\u00f3s a inaugura\u00e7\u00e3o, a estrutura cedeu \u00e0 press\u00e3o de troncos de \u00e1rvores arrastados pela correnteza do Solim\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Preju\u00edzos<\/strong><\/p>\n<p>A ideia do terminal portu\u00e1rio com o advento da ponte Rio Negro, que seria entregue um ano depois, era tamb\u00e9m facilitar o escoamento da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola dos munic\u00edpios M\u00e9dio Solim\u00f5es. \u201cO Governo do Estado est\u00e1 promovendo a gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda, al\u00e9m de facilitar o escoamento da produ\u00e7\u00e3o destes munic\u00edpios, que far\u00e3o de Manacapuru o port\u00e3o de entrada de suas mercadorias para a capital, Manaus, que \u00e9 o maior centro consumidor da produ\u00e7\u00e3o local, principalmente de hortifrutigranjeiros\u201d, disse a ent\u00e3o secret\u00e1ria da Seinfra Wald\u00edvia Alencar no dia da entrega da obra em junho de 2010. A reportagem ligou para a AHIMOC mas n\u00e3o conseguiu falar com o coordenador Luciano.<\/p>\n<p><strong>Estrutura<\/strong><\/p>\n<p>O terminal era composto de uma ponte em estrutura met\u00e1lica com 20 metros de comprimento; duas pontes met\u00e1licas com 45 metros cada uma, constru\u00eddas em chapas de a\u00e7o carbono com passarelas para pedestres, sendo que delas com flap m\u00f3vel para acompanhar a subida e a descida do rio. Entre as duas pontes principais foi constru\u00eddo um flutuante de apoio com se\u00e7\u00e3o retangular medindo 19 metros de comprimento por 6m de boca e 2m de pontal, al\u00e9m de um bloco de apoio de concreto entre estas duas pontes.<\/p>\n<p><strong>Devolu\u00e7\u00e3o de recursos<\/strong><\/p>\n<p>O Governo do Amazonas devolveu, em maio do ano passado, R$ 10,8 milh\u00f5es ao Dnit referente a constru\u00e7\u00e3o de nove portos no interior do Estado, dentre eles o de Manacapuru. \u00c0 \u00e9poca, a Seinfra explicou que tratava-se de saldos dos conv\u00eanios celebrados com o Governo Federal.<\/p>\n<p>Do valor repassado pela Uni\u00e3o para a obra do terminal hidrovi\u00e1rio de Manacapuru foram devolvidos ao Dnit R$ 1 milh\u00e3o. Do conv\u00eanio para o porto de L\u00e1brea, que n\u00e3o foi constru\u00eddo, o governo devolveu R$ 3,5 milh\u00f5es. Do terminal de Itacoatiara foram R$ 2,4 milh\u00f5es; o de Coari (R$ 848 mil); o de Itapiranga (R$ 731,9 mil); o de Iranduba (R$ 729,5 mil); o de Careiro da V\u00e1rzea (R$ 565,2 mil); o de Barreirinha (R$ 478 mil); o de Beruri (R$ 474,1 mil); e o de Boa Vista do Ramos (R$ 52,8 mil).<\/p>\n<p>Fonte: A Critica(Manaus)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Obra que custou R$ 7,6 milh\u00f5es aos cofres p\u00fablicos e interligaria munic\u00edpios da calha do m\u00e9dio Solim\u00f5es a Manaus nunca entrou em funcionamentoObra do Programa&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":19265,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-19669","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19669","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19669"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19669\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19670,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19669\/revisions\/19670"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/19265"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19669"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19669"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19669"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}