{"id":19554,"date":"2016-05-25T08:58:40","date_gmt":"2016-05-25T11:58:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=19554"},"modified":"2016-05-25T09:35:11","modified_gmt":"2016-05-25T12:35:11","slug":"descobertas-de-petroleo-caem-ao-menor-nivel-desde-1952","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/descobertas-de-petroleo-caem-ao-menor-nivel-desde-1952\/","title":{"rendered":"Descobertas de petr\u00f3leo caem ao menor n\u00edvel desde 1952"},"content":{"rendered":"<p>As descobertas de\u00a0petr\u00f3leo\u00a0atingiram o menor patamar em seis d\u00e9cadas porque as empresas exploradoras reduziram bilh\u00f5es de d\u00f3lares em investimentos para sobreviver \u00e0 maior crise do mercado em uma gera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Cerca de 12,1 bilh\u00f5es de barris em reservas de petr\u00f3leo foram descobertos em 2015, marcando um quinto ano consecutivo de decl\u00ednio e o menor volume desde 1952, disse a Rystad Energy, consultoria do setor com sede em Oslo, em nota enviada por e-mail.<\/p>\n<p>A explora\u00e7\u00e3o normalmente \u00e9 a primeira v\u00edtima do colapso do pre\u00e7o do petr\u00f3leo bruto.\u00a0<\/p>\n<p>Empresas como a BP\u00a0e a Royal Dutch Shell reduziram seus or\u00e7amentos e equipes para focarem na manuten\u00e7\u00e3o dos campos existentes e dos pagamentos de dividendos aos acionistas. A aus\u00eancia de novas descobertas poderia afetar a oferta a longo prazo, porque s\u00e3o necess\u00e1rios cinco a 10 anos para levar as novas descobertas \u00e0 fase de produ\u00e7\u00e3o, dependendo da localiza\u00e7\u00e3o, dos pre\u00e7os e da demanda.<\/p>\n<p>\u201cA curto prazo, n\u00e3o h\u00e1 escassez de petr\u00f3leo\u201d, escreveu Martijn Rats, analista do Morgan Stanley em Londres, em um relat\u00f3rio, em 20 de maio, que estimou o gasto com explora\u00e7\u00e3o em cerca de US$ 95 bilh\u00f5es no ano passado, 45 por cento menos que em 2013. \u201cQualquer impacto dos recentes resultados ruins de explora\u00e7\u00e3o ter\u00e1 que se concretizar a longo prazo\u201d.<\/p>\n<p>O ritmo das descobertas de petr\u00f3leo provavelmente continuar\u00e1 inalterado at\u00e9 2018, disse a Rystad Energy.<\/p>\n<p><strong>Demanda reduzida<\/strong><\/p>\n<p>Contudo, as metas clim\u00e1ticas globais provavelmente limitar\u00e3o o consumo de petr\u00f3leo, o que significa que os recursos existentes poderiam ser suficientes para atender \u00e0 demanda nas pr\u00f3ximas duas d\u00e9cadas, segundo o Morgan Stanley. Citando o melhor cen\u00e1rio da Ag\u00eancia Internacional de Energia, o banco disse que a diferen\u00e7a entre a demanda e a oferta continuaria \u201cpequena\u201d e que \u201cmais explora\u00e7\u00e3o ser\u00e1 necess\u00e1ria, mas a um n\u00edvel apenas modesto\u201d.<\/p>\n<p>Apenas se tudo continuar como estava em 2015 \u201cse formar\u00e1 um d\u00e9ficit significativo entre demanda e produ\u00e7\u00e3o dos recursos conhecidos\u201d, disse a ag\u00eancia.<\/p>\n<p>O pre\u00e7o do petr\u00f3leo Brent, refer\u00eancia internacional, est\u00e1 em menos da metade do patamar de dois anos atr\u00e1s. As empresas de explora\u00e7\u00e3o mant\u00eam o foco na conten\u00e7\u00e3o de despesas e na extra\u00e7\u00e3o de recursos dos ativos descobertos anteriormente, para os quais os riscos s\u00e3o mais baixos, e o ciclo de tempo do projeto, reduzido, disse Leta Smith, diretora da IHS Energy, em um relat\u00f3rio, nesta segunda-feira.<\/p>\n<p>\u201cO piso \u00e9 completamente divergente para a explora\u00e7\u00e3o convencional e os resultados anunciam um d\u00e9ficit de oferta no futuro que ser\u00e1 dif\u00edcil superar\u201d, disse Leta. \u201cNo ambiente atual de corte de custos, a perspectiva para os volumes de descoberta de 2016 provavelmente tamb\u00e9m n\u00e3o vai melhorar\u201d.<\/p>\n<p>Fonte: Exame<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As descobertas de\u00a0petr\u00f3leo\u00a0atingiram o menor patamar em seis d\u00e9cadas porque as empresas exploradoras reduziram bilh\u00f5es de d\u00f3lares em investimentos para sobreviver \u00e0 maior crise do&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":19555,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-19554","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19554","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19554"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19554\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19556,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19554\/revisions\/19556"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/19555"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19554"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19554"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19554"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}