{"id":19443,"date":"2016-05-10T00:00:21","date_gmt":"2016-05-10T03:00:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=19443"},"modified":"2016-05-10T09:08:59","modified_gmt":"2016-05-10T12:08:59","slug":"polo-naval-do-amazonas-aguarda-fundo-de-r-280-milhoes-para-obras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/polo-naval-do-amazonas-aguarda-fundo-de-r-280-milhoes-para-obras\/","title":{"rendered":"Polo Naval do Amazonas aguarda fundo de R$ 280 milh\u00f5es para obras"},"content":{"rendered":"<p>O Polo Naval Amazonense espera receber do Fundo da Marinha Mercante (FMM), at\u00e9 o final deste ano, investimentos estimados em R$280 milh\u00f5es destinados \u00e0s constru\u00e7\u00f5es de embarca\u00e7\u00f5es. O setor tamb\u00e9m tem boas expectativas quanto \u00e0 desburocratiza\u00e7\u00e3o de processos que viabilizem o acesso ao cr\u00e9dito banc\u00e1rio a partir da cria\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica de financiamentos.<\/p>\n<p>O desenvolvimento do setor foi tema de discuss\u00e3o entre os empres\u00e1rios locais e representantes do DFMM (Departamento do Fundo de Marinha Mercante), vinculado ao Minist\u00e9rio dos Transportes, durante o \u2018Workshop Fundo de Marinha Mercante\u2019 realizado ontem no audit\u00f3rio da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado do Amazonas (Fieam), Centro.<\/p>\n<p>De acordo com o presidente do Sindnaval-AM (Sindicato da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o Naval, N\u00e1utica, Offshore e Reparos do Amazonas), Matheus Ara\u00fajo, o encontro foi positivo e deve resultar em melhorias significativas para o setor. Ele afirma que os empres\u00e1rios tiveram a oportunidade de esclarecer d\u00favidas sobre o acesso aos recursos financeiros e ainda, de expressar a indigna\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 morosidade dos processos.<\/p>\n<p>Ara\u00fajo disse que um dos pontos de destaque na reuni\u00e3o foi referente \u00e0 solicita\u00e7\u00e3o de aumento de 20% para 40% do percentual atualmente adiantado aos empres\u00e1rios que solicitam cr\u00e9ditos banc\u00e1rios. Segundo ele, as representantes do DFMM, Laira Vanessa Gon\u00e7alves, e a coordenadora do Afrem, Gabriela Valad\u00e3o, acataram as justificativas apresentadas pelos empres\u00e1rios ao mesmo tempo em que solicitaram um relat\u00f3rio que apresente o levantamento s\u00f3cio-econ\u00f4mico da ind\u00fastria naval do Estado, com or\u00e7amentos baseados nos processos e nos custos de constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O documento ser\u00e1 compilado em parceria com o Sindarma (Sindicato das Empresas de Navega\u00e7\u00e3o Fluvial no Estado do Amazonas). \u201cAs representantes afirmaram que as solicita\u00e7\u00f5es far\u00e3o parte da pauta na pr\u00f3xima reuni\u00e3o do DFMM e para isso, precisam que entreguemos esse relat\u00f3rio. Com base nas informa\u00e7\u00f5es elas ir\u00e3o justificar o motivo de necessitarmos de aumento nesse percentual que \u00e9 adiantado aosconstrutores de embarca\u00e7\u00f5es\u201d, disse.<\/p>\n<p>Segundo o presidente, o banco, ao aprovar um projeto de uma obra, atualmente, divide o or\u00e7amento em tr\u00eas etapas. A primeira, no valor de 20%, \u00e9 liberada \u00e0 fabricante para a compra dos materiais para o in\u00edcio das obras. Enquanto os 80% restantes s\u00e3o liberados mediante fiscaliza\u00e7\u00f5es, que s\u00e3o chamadas de \u2018medi\u00e7\u00f5es\u2019. Essas fases ocorrem conforme o andamento das obras e a solicita\u00e7\u00e3o do estaleiro.<\/p>\n<p>\u201cOs 20% que recebemos s\u00e3o insuficientes para a aquisi\u00e7\u00e3o do material. Al\u00e9m disso, a libera\u00e7\u00e3o das demais porcentagens s\u00f3 acontecem ap\u00f3s uns tr\u00eas meses da realiza\u00e7\u00e3o das medi\u00e7\u00f5es e isso \u00e9 prejudicial porque ficamos sem recursos para continuar o trabalho\u201d, reclama. \u201cTemos que fazer m\u00e1gica tirando o valor de um local para destinar a outro, caso contr\u00e1rio, temos que parar as atividades. Se conseguirmos aumentar esse percentual e otimizar o processo burocr\u00e1tico, teremos ganhos produtivos e impulso ao segmento naval local\u201d, completa.<\/p>\n<p>A diretora do DFMM Laira Vanessa Gon\u00e7alves, falou sobre os financiamentos de constru\u00e7\u00e3o e repara\u00e7\u00e3o de embarca\u00e7\u00f5es com recursos do FMM. &#8220;A iniciativa \u00e9 importante principalmente pelo movimento que est\u00e1 acontecendo na regi\u00e3o Norte no transporte de cargas. Houve um aumentou no per\u00edodo recente devido ao crescimento do escoamento de gr\u00e3os pelo Arco Norte. E o Fundo da Marinha Mercante \u00e9 um instrumento importante para fomentar esse crescimento. Viemos divulgar as possibilidades de financiamentos e de fomento, bem como ouvir o setor em rela\u00e7\u00e3o aos instrumentos do FMM e verificar o que pode ser melhorado&#8221;, comentou a diretora.<\/p>\n<p>O presidente do Sindarma, Galdino Alencar J\u00fanior, destacou que o di\u00e1logo dos setores com os gestores do FMM possibilitar\u00e1 redu\u00e7\u00e3o das barreiras de acesso aos financiamentos para moderniza\u00e7\u00e3o da frota com constru\u00e7\u00e3o e repara\u00e7\u00e3o das embarca\u00e7\u00f5es. &#8220;Esse \u00e9 um momento especial de esclarecer todas as d\u00favidas do FMM sobre ressarcimento e financiamento. A nossa regi\u00e3o \u00e9 diferenciada porque as rodovias s\u00e3o os nossos rios e acredito que o Amazonas e demais Estados da regi\u00e3o s\u00e3o os principais necessitados para o funcionamento pleno do FMM. Os setores naval e de navega\u00e7\u00e3o precisam disso&#8221;, ressaltou.<\/p>\n<p>No Amazonas, at\u00e9 mar\u00e7o 16 projetos com financiamento foram contratados com apoio do FMM, sendo 13 embarca\u00e7\u00f5es iniciadas (financiamento contratado com libera\u00e7\u00e3o de recursos) e tr\u00eas constru\u00e7\u00f5es de embarca\u00e7\u00f5es a serem iniciadas (financiamento contratado ainda sem libera\u00e7\u00e3o de recursos).<\/p>\n<p>Fonte: Portal Amaz\u00f4nia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Polo Naval Amazonense espera receber do Fundo da Marinha Mercante (FMM), at\u00e9 o final deste ano, investimentos estimados em R$280 milh\u00f5es destinados \u00e0s constru\u00e7\u00f5es&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":17820,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-19443","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19443","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19443"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19443\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19444,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19443\/revisions\/19444"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17820"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19443"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19443"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19443"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}