{"id":19142,"date":"2016-04-12T00:04:12","date_gmt":"2016-04-12T03:04:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=19142"},"modified":"2016-04-11T19:48:35","modified_gmt":"2016-04-11T22:48:35","slug":"cesta-basica-ficou-mais-cara-em-16-capitais-em-marco-aponta-dieese","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/cesta-basica-ficou-mais-cara-em-16-capitais-em-marco-aponta-dieese\/","title":{"rendered":"Cesta b\u00e1sica ficou mais cara em 16 capitais em mar\u00e7o, aponta Dieese"},"content":{"rendered":"<p>A cesta b\u00e1sica ficou mais cara em mar\u00e7o em 16 das 27 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estat\u00edsticas e Estudos Econ\u00f4micos (Dieese) em 2015. As maiores altas foram registradas em Vit\u00f3ria (4,19%), Palmas (3,41%) e Salvador (3,22%).<\/p>\n<p>Entre as 11 capitais que tiveram queda no custo da cesta b\u00e1sica, as retra\u00e7\u00f5es mais significativas foram verificadas em Manaus (-12,87%) e Boa Vista (-7,05%).<\/p>\n<p>Bras\u00edlia foi a capital com maior custo da cesta b\u00e1sica (R$ 444,74), seguida de S\u00e3o Paulo (R$ 444,11) e Florian\u00f3polis (R$ 441,06). Os menores valores m\u00e9dios foram observados em Natal (R$ 325,98), Macei\u00f3 (R$ 342,55) e Rio Branco (R$ 342,66).<\/p>\n<p>Nos tr\u00eas primeiros meses do ano, as maiores altas acumuladas foram as registradas em Bel\u00e9m (17,60%), Aracaju (14,25%), Goi\u00e2nia (12,77%) e Fortaleza (12,72%). Em 10 capitais, o aumento em no 1\u00ba trimestre foi superior a 10%. A \u00fanica diminui\u00e7\u00e3o foi registrada em Porto Alegre (-0,82%).<\/p>\n<p>Segundo o Dieese, entre os produtos que mais pesaram ao asumento do custo da cesta b\u00e1sica em mar\u00e7o, destacam-se o feij\u00e3o, manteiga, leite, caf\u00e9 em p\u00f3, a\u00e7\u00facar e batata.<\/p>\n<p><strong>Produtos mais caros<\/strong><br \/>O pre\u00e7o do feij\u00e3o subiu em 26 cidades e o caf\u00e9 em 24 capitais. &#8220;O clima prejudicou a qualidade dos gr\u00e3os e os melhores feij\u00f5es carioquinhas foram vendidos a pre\u00e7o maior. Ainda, no Nordeste, o feij\u00e3o continua em entressafra. No caso do feij\u00e3o preto, que est\u00e1 em per\u00edodo de plantio, a oferta foi reduzida&#8221;, informa a pesquisa.<\/p>\n<p><strong>Sal\u00e1rio necess\u00e1rio<\/strong><br \/>Em mar\u00e7o, o sal\u00e1rio m\u00ednimo necess\u00e1rio para a manuten\u00e7\u00e3o de uma fam\u00edlia de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.736,26, ou 4,25 vezes mais do que o m\u00ednimo de R$ 880,00. Em fevereiro, o m\u00ednimo necess\u00e1rio correspondeu a R$ 3.725,01, ou 4,23 vezes o piso vigente.<\/p>\n<p>J\u00e1 o tempo m\u00e9dio necess\u00e1rio para adquirir os produtos da cesta b\u00e1sica foi de 96 horas e 24 minutos, ligeiramente inferior \u00e0 jornada calculada para fevereiro, de 96 horas e 37 minutos.<\/p>\n<p>Quando se compara o custo da cesta e o sal\u00e1rio m\u00ednimo l\u00edquido, ou seja, ap\u00f3s o desconto referente \u00e0 Previd\u00eancia Social, verifica-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em mar\u00e7o 47,63% dos vencimentos para adquirir os mesmos produtos que, em fevereiro, demandavam 47,74%.<\/p>\n<p><strong>Cesta b\u00e1sica em S\u00e3o Paulo<\/strong><br \/>A cesta b\u00e1sica em S\u00e3o Paulo variou 0,16%, entre fevereiro e mar\u00e7o, e custou, segundo o Dieese, R$ 444,11. Nos primeiros tr\u00eas meses do ano, a cesta acumulou taxa de 6,21%.<\/p>\n<p>Em mar\u00e7o, o pre\u00e7o da carne bovina de primeira n\u00e3o variou, houve redu\u00e7\u00e3o do valor do tomate (-6,10%) e do arroz agulhinha (-0,68%). As altas foram registradas na batata (4,66%), no \u00f3leo de soja (2,91%), no feij\u00e3o carioquinha (2,87%), manteiga (2,61%), a\u00e7\u00facar (2,22%), banana (2,04%), farinha de trigo (1,96%), leite integral (1,46%), caf\u00e9 em p\u00f3 (0,77%) e p\u00e3o franc\u00eas (0,19%).<\/p>\n<p>Fonte: Exame<br \/>\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A cesta b\u00e1sica ficou mais cara em mar\u00e7o em 16 das 27 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estat\u00edsticas e Estudos Econ\u00f4micos (Dieese) em 2015&#8230;.<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":17837,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-19142","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19142","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19142"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19142\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19143,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19142\/revisions\/19143"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17837"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19142"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19142"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19142"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}