{"id":18912,"date":"2016-03-29T00:15:06","date_gmt":"2016-03-29T03:15:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=18912"},"modified":"2016-03-28T20:17:12","modified_gmt":"2016-03-28T23:17:12","slug":"licenca-atrasa-obras-do-terminal-de-multiplo-uso-em-cabedelo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/licenca-atrasa-obras-do-terminal-de-multiplo-uso-em-cabedelo\/","title":{"rendered":"Licen\u00e7a atrasa obras do terminal de m\u00faltiplo uso em Cabedelo"},"content":{"rendered":"<p>Em dois anos, a Para\u00edba poder\u00e1 realizar opera\u00e7\u00f5es de importa\u00e7\u00e3o de cargas de cont\u00eaineres via Porto de Cabedelo, o que acarretar\u00e1 na arrecada\u00e7\u00e3o de impostos e tarifas. Isto ser\u00e1 poss\u00edvel com a realiza\u00e7\u00e3o das obras de dragagem do aprofundamento do canal de acesso e bacia de evolu\u00e7\u00e3o do porto dos atuais 9,14 metros para 11 metros. A obra \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o para a instala\u00e7\u00e3o do Terminal de M\u00faltiplo Uso (TMU), um investimento p\u00fablico-privado or\u00e7ado em R$ 450 milh\u00f5es, al\u00e9m dos R$ 100 milh\u00f5es para a dragagem. O empecilho ainda s\u00e3o as licen\u00e7as ambientais para o in\u00edcio das obras, que est\u00e3o atrasadas.<\/p>\n<p>A quarta mat\u00e9ria da s\u00e9rie \u201cSai do papel?\u201d, realizada pelo JORNAL DA PARA\u00cdBA e as demais empresas da Rede Para\u00edba de Comunica\u00e7\u00e3o, mostra que, enquanto os investimentos n\u00e3o s\u00e3o feitos, o Porto de Cabedelo perde em arrecada\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que \u00e9 necess\u00e1rio que as cargas importadas cheguem via Porto de Suape (PE), sigam pela rodovia e sejam desembara\u00e7adas pela Receita Federal em Cabedelo.<\/p>\n<p>Segundo a presidente da Companhia Docas, que administra o Porto de Cabedelo, Gilmara Tem\u00f3teo, a estimativa \u00e9 que o terminal de m\u00faltiplo uso fique pronto em 2018. Segundo ela, o licenciamento ambiental est\u00e1 adiantado e deve ser aprovado. \u201cO porto n\u00e3o tem profundidade para receber grandes navios, portanto n\u00e3o pode receber cargas importadas com cont\u00eaineres. Com um calado mais profundo, vamos receber estas mercadorias diretamente em Cabedelo, aumentando nosso fluxo operacional, considerando que as importa\u00e7\u00f5es correspondem a 90% de tudo o que circula no porto\u201d, explica ela.<\/p>\n<p>O Porto de Cabedelo disponibiliza cinco armaz\u00e9ns alfandeg\u00e1rios que somam uma \u00e1rea de 10 mil metros quadrados. O terminal, que vai abrigar apenas cargas de cont\u00eaineres, vai adicionar uma \u00e1rea de 100 mil metros quadrados. O projeto estima a gera\u00e7\u00e3o de 300 empregos diretos e 800 indiretos. \u201cAs duas obras s\u00e3o fundamentais para o crescimento do porto. O calado mais profundo vai possibilitar a vinda de navios maiores, dobrar para seis a capacidade de atracamento deles ao mesmo tempo, e teremos \u00e1reas adequadas para armazenar as mercadorias\u201d, afirma Gilmara Tem\u00f3teo.<\/p>\n<p>Ela destaca que a dragagem do porto foi realizada em 2010, mas o processo foi interrompido por uma irregularidade da empresa vencedora da licita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Estaleiro ser\u00e1 adiado<\/strong><\/p>\n<p>Outro grande investimento privado que a Para\u00edba deve receber nos pr\u00f3ximos anos e que est\u00e1 com atraso \u00e9 o estaleiro da Empresa de Docagem Pedra do Ing\u00e1 (EDPI), em Lucena. O empreendimento est\u00e1 or\u00e7ado em R$ 2 bilh\u00f5es e projeta a gera\u00e7\u00e3o de 4.100 empregos, sendo 2.600 na obra e 1.500 em sua opera\u00e7\u00e3o. Conforme o coordenador do projeto no Brasil, Celso Souza, ao menos na opera\u00e7\u00e3o, a maior parte da m\u00e3o de obra ser\u00e1 local.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o existe no Brasil um lugar com m\u00e3o de obra especializada, ent\u00e3o, traremos t\u00e9cnicos do exterior para capacitar a m\u00e3o de obra local\u201d, destaca ele. O estaleiro ser\u00e1 o \u00fanico da Am\u00e9rica Latina a fazer reparos em navios. Em Suape, por exemplo, h\u00e1 dois estaleiros de constru\u00e7\u00e3o de navios.<\/p>\n<p>\u201cNo estaleiro, os navios ser\u00e3o colocados em um dique, apoiados a um suporte, para que sejam feitos os servi\u00e7os de raspagem e limpeza, al\u00e9m de reparos no casco, se necess\u00e1rio. Em caso de corros\u00e3o no maquin\u00e1rio, ser\u00e1 feita a troca de pe\u00e7as\u201d, explica Celso Souza.<\/p>\n<p>O projeto das empresas McQuilling Project Manager, dos Estados Unidos, e da brasileira Proman Engenharia tinha previs\u00e3o inicial de entrar em opera\u00e7\u00e3o em 2017, mas os atrasos no in\u00edcio dos estudos de licenciamento ambiental e a demora na atra\u00e7\u00e3o de investidores, atrasou o empreendimento para 2019.<\/p>\n<p>De acordo com Gilmara Tim\u00f3teo, o estaleiro trar\u00e1 benef\u00edcios para o Porto de Cabedelo. \u201cA empresa j\u00e1 tem um contrato com a Petrobras para fazer a manuten\u00e7\u00e3o de seus navios, o que exemplifica a import\u00e2ncia deste empreendimento. Antes dos navios serem reparados no estaleiro, dever\u00e3o armazenar as mercadorias no terminal de m\u00faltiplo uso do Porto de Cabedelo\u201d.<\/p>\n<p>Fonte: Jornal da Para\u00edba<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em dois anos, a Para\u00edba poder\u00e1 realizar opera\u00e7\u00f5es de importa\u00e7\u00e3o de cargas de cont\u00eaineres via Porto de Cabedelo, o que acarretar\u00e1 na arrecada\u00e7\u00e3o de impostos&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":18913,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-18912","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18912","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18912"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18912\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18914,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18912\/revisions\/18914"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18913"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18912"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18912"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18912"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}