{"id":18370,"date":"2016-02-23T00:00:02","date_gmt":"2016-02-23T03:00:02","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=18370"},"modified":"2016-02-23T07:32:20","modified_gmt":"2016-02-23T10:32:20","slug":"ccr-deve-ser-maior-vencedora-de-novas-concessoes-avalia-ubs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/ccr-deve-ser-maior-vencedora-de-novas-concessoes-avalia-ubs\/","title":{"rendered":"CCR deve ser maior vencedora de novas concess\u00f5es, avalia UBS"},"content":{"rendered":"<p>O UBS\u00a0avalia que a CCR\u00a0deve ser a principal vencedora nas novas concess\u00f5es de rodovias e aeroportos a serem realizados nos pr\u00f3ximos anos. Al\u00e9m disso, o cen\u00e1rio de dificuldades enfrentadas por outros players do setor de infraestrutura deve diminuir a competi\u00e7\u00e3o nos certames.<\/p>\n<p>Em relat\u00f3rio, o analista Rogerio Araujo, do UBS, destaca que tanto o governo federal quanto o governo do Estado de S\u00e3o Paulo planejam leiloar um n\u00famero consider\u00e1vel de ativos de infra-estrutura\u00a0no curto e m\u00e9dio prazos. No entanto, Araujo tamb\u00e9m afirma que a maior parte das empresas do setor de infraestrutura est\u00e1 sobrecarregada, com alta alavancagem ou elevadas obriga\u00e7\u00f5es de investimentos, em fun\u00e7\u00e3o de concess\u00f5es vencidas no passado recente.<\/p>\n<p>Assim, o analista afirma que, neste cen\u00e1rio, a CCR aparece com vantagem em rela\u00e7\u00e3o aos seus pares, por possuir um balan\u00e7o financeiro relativamente confort\u00e1vel. Al\u00e9m disso, as dificuldades de outros players deve reduzir a competi\u00e7\u00e3o nos leil\u00f5es, abrindo a possibilidade para que a CCR conquiste novos ativos com taxas internas de retorno atrativas.<\/p>\n<p>Do ponto de vista macroecon\u00f4mico, Araujo diz que o UBS cortou em 3% as estimativas de tr\u00e1fego para a CCR no per\u00edodo entre 2016-2017 (excluindo a MSVia) por causa da revis\u00e3o para baixo das estimativas para o PIB do Brasil. O analista ainda destaca que as taxas de juros mais elevadas (m\u00e9dia de alta de 2 pontos porcentuais em 2016-2017) d\u00e3o suporte a uma alta de 28% nas despesas financeiras da companhia durante o per\u00edodo.<\/p>\n<p><b>EcoRodovias<\/b><\/p>\n<p>No mesmo relat\u00f3rio, o UBS tamb\u00e9m avalia a situa\u00e7\u00e3o da EcoRodovias\u00a0e o recente mau desempenho das a\u00e7\u00f5es da empresa. Araujo destaca que a CR Almeida n\u00e3o enfrenta mais dificuldades financeiras e que, agora, ir\u00e1 dividir o controle acion\u00e1rio da EcoRodovias com o grupo italiano Gavio. No entanto, o analista afirma que os investidores permanecem incertos quanto \u00e0 disciplina de capital da empresa e \u00e0s perspectivas de crescimento com os novos leil\u00f5es.<\/p>\n<p>Para o UBS, o recente selloff verificado nos pap\u00e9is da empresa (queda de 32% desde novembro) foi exagerado. Segundo Araujo, as a\u00e7\u00f5es devem se recuperar gradualmente, conforme a companhia executar as estrat\u00e9gias j\u00e1 anunciadas e demonstrar maior disciplina de capital.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia do Brasil, a institui\u00e7\u00e3o cortou em 4,2% as estimativas de tr\u00e1fego para o per\u00edodo entre 2016-2017. As maiores taxas de juros, por sua vez, d\u00e3o suporte a um aumento de 38% nas despesas financeiras da empresa no per\u00edodo, escreve Araujo.<\/p>\n<p>Por fim, o analista tamb\u00e9m destaca que a competi\u00e7\u00e3o mais acirrada no Porto de Santos deve ser prejudicial ao Ecoporto. O UBS agora trabalha com um cen\u00e1rio de perdas at\u00e9 que a concess\u00e3o expire, com o terminal dependendo principalmente de servi\u00e7os locais ao inv\u00e9s de servi\u00e7os regulares de atraca\u00e7\u00e3o de embarca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Fonte: Exame<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O UBS\u00a0avalia que a CCR\u00a0deve ser a principal vencedora nas novas concess\u00f5es de rodovias e aeroportos a serem realizados nos pr\u00f3ximos anos. 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