{"id":18268,"date":"2016-02-17T00:00:51","date_gmt":"2016-02-17T02:00:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=18268"},"modified":"2016-02-16T21:25:38","modified_gmt":"2016-02-16T23:25:38","slug":"mantendo-o-ritmo-saneamento-universal-no-brasil-sai-em-2040","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/mantendo-o-ritmo-saneamento-universal-no-brasil-sai-em-2040\/","title":{"rendered":"Mantendo o ritmo, saneamento universal no Brasil sai em 2040"},"content":{"rendered":"<div data-template-placeholder=\"content-placeholder\">\n<p>Se o andamento das obras de universaliza\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e esgoto\u00a0mantiverem o ritmo atual, o Brasil s\u00f3 ter\u00e1 saneamento universalizado em 2040, cerca de sete anos ap\u00f3s a meta fixada pelo Plano Nacional de Saneamento B\u00e1sico (Plansab), para 2033.<\/p>\n<p>Segundo dados do Sistema Nacional de Informa\u00e7\u00f5es Sobre Saneamento (Snis), divulgado hoje com refer\u00eancia para o ano de 2014, a amplia\u00e7\u00e3o da rede de \u00e1gua de um ano para outro cresceu apenas 1,5%, enquanto a coleta de esgoto chegou subiu 3,7% no comparativo com 2013.<\/p>\n<p>Dos munic\u00edpios registrados, apenas 2.770 tem \u00edndice de atendimento urbano por rede de \u00e1gua igual a 100% (54,2% do total de munic\u00edpios da amostra). Em termos de popula\u00e7\u00e3o, esses munic\u00edpios correspondem a 46,7% da popula\u00e7\u00e3o urbana residente.<\/p>\n<p>Para chegar \u00e0 meta do Plansab, de ao menos 95% da popula\u00e7\u00e3o, o pa\u00eds levaria cerca de 25 anos mantendo essa evolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Quem atesta a dificuldade \u00e9 o pr\u00f3prio secret\u00e1rio nacional de Saneamento Ambiental, Paulo Ferreira, em coletiva de divulga\u00e7\u00e3o do \u00faltimo relat\u00f3rio do Snis, que aconteceu na tarde desta ter\u00e7a-feira (16).<\/p>\n<p>\u201cNesse ritmo ser\u00e1 dif\u00edcil. Vamos incentivar para que possamos cumprir as metas, mas vendo o panorama para 2033, com os olhos de hoje, \u00e9 dif\u00edcil dizer que chegaremos ao resultado\u201d, diz.<\/p>\n<p>Hoje, o Brasil tem, segundo o Snis, um \u00edndice de atendimento de 93,2% para \u00e1gua e 57,6% para esgoto nas \u00e1reas urbanas. De acordo com o Marco Regulat\u00f3rio do Saneamento, os munic\u00edpios s\u00e3o os respons\u00e1veis por garantir a expans\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cO governo federal tem capacidade supletiva, com financiamento a projetos e incentivo a gest\u00e3o\u201d, diz Ferreira. \u201cO munic\u00edpio tem que administrar direito para n\u00e3o ter problemas com licenciamento ambiental, licita\u00e7\u00e3o, entre outros.\u201d<\/p>\n<p>Mesmo em marcha lenta, o setor registrou aumento de R$ 10,4 bilh\u00f5es para R$ 12,2 bilh\u00f5es em investimentos em saneamento, juntando dinheiro do governo e das empresas.<\/p>\n<p>O grande por\u00e9m \u00e9 que a verba de saneamento para munic\u00edpios ainda \u00e9 extremamente dependente de repasses federais. O secret\u00e1rio admite que um dos entraves \u00e0 acelera\u00e7\u00e3o das obras \u00e9 a &#8220;disponibilidade de recursos&#8221;. O forte ajuste fiscal deve reduzir ainda mais as verbas nesse sentido para o relat\u00f3rio de 2015, que fica pronto no ano que vem.<\/p>\n<p>A cidade de S\u00e3o Paulo, por exemplo, reduziu quase 34% do executado com o setor entre 2014 e 2015 \u2014 um poss\u00edvel prospecto do que est\u00e1 por vir. De volta a 2014, em S\u00e3o Paulo s\u00f3 foi poss\u00edvel executar menos da metade da verba or\u00e7ada com saneamento em 2014, de 1,5 bilh\u00f5es projetados para R$ 690 milh\u00f5es gastos.<\/p>\n<p>Naquele ano, o governo federal s\u00f3 repassou 22% do que estava previsto no or\u00e7amento do munic\u00edpio. O setor conta com cerca de 45% de sua verba atrelada \u00e0 Uni\u00e3o.<\/p>\n<div>Fonte: Exame<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se o andamento das obras de universaliza\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e esgoto\u00a0mantiverem o ritmo atual, o Brasil s\u00f3 ter\u00e1 saneamento universalizado em 2040, cerca de sete&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":18269,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-18268","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18268","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18268"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18268\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18270,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18268\/revisions\/18270"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18269"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18268"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18268"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18268"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}