{"id":18246,"date":"2016-02-16T00:40:31","date_gmt":"2016-02-16T02:40:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=18246"},"modified":"2016-02-16T08:40:41","modified_gmt":"2016-02-16T10:40:41","slug":"46-dos-brasileiros-esperam-piora-da-economia-em-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/46-dos-brasileiros-esperam-piora-da-economia-em-2016\/","title":{"rendered":"46% dos brasileiros esperam piora da economia em 2016"},"content":{"rendered":"<p>Os brasileiros pioraram a sua expectativa para a economia\u00a0do pa\u00eds em 2016, mostra pesquisa feita em janeiro pelo Ibope Intelig\u00eancia e divulgada nesta segunda-feira, 15.<\/p>\n<p>Segundo o levantamento, 46% dos entrevistados acreditam que o cen\u00e1rio ser\u00e1 mais adverso em 2016 do que em 2015, 11 pontos percentuais a mais que em outubro, quando 35% das pessoas apostavam em uma piora\u00a0da situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>Entre os demais, 26% responderam que este ano ser\u00e1 igual ao ano passado, contra 29% na pesquisa de outubro. E 25% esperam melhora da atividade econ\u00f4mica, abaixo dos 32% registrados no levantamento anterior.<\/p>\n<p>A pesquisa de outubro foi feita em parceria com uma institui\u00e7\u00e3o internacional, a Worldwide Independent Network of Market Research (WIN), que fez as mesmas perguntas em 68 pa\u00edses.<\/p>\n<p>A m\u00e9dia global dos que esperam uma piora da economia, \u00e0 \u00e9poca, era de 22%. Os mais pessimistas eram os gregos (71%), os sul-africanos (63%) e os tunisianos (61%).<\/p>\n<p>J\u00e1 os mais otimistas, que esperam melhora do cen\u00e1rio, foram os entrevistados na Nig\u00e9ria (74%), em Bangladesh (72%) e na China (65%).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os brasileiros pioraram a sua expectativa para a economia\u00a0do pa\u00eds em 2016, mostra pesquisa feita em janeiro pelo Ibope Intelig\u00eancia e divulgada nesta segunda-feira, 15&#8230;.<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":17971,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-18246","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18246","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18246"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18246\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18247,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18246\/revisions\/18247"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17971"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18246"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18246"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18246"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}