{"id":17965,"date":"2016-01-27T10:08:03","date_gmt":"2016-01-27T12:08:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=17965"},"modified":"2016-01-27T10:08:03","modified_gmt":"2016-01-27T12:08:03","slug":"piso-do-rio-deve-ter-reajuste-de-1037","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/piso-do-rio-deve-ter-reajuste-de-1037\/","title":{"rendered":"Piso do Rio deve ter reajuste de 10,37%"},"content":{"rendered":"<p>O governo do Rio deve enviar na semana que vem \u00e0 Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) projeto de lei para reajustar o sal\u00e1rio m\u00ednimo estadual em 10,37%. Caso seja aprovado, o piso dos trabalhadores dom\u00e9sticos passar\u00e1 a ser de R$ 1.052,34 (hoje, \u00e9 de R$ 953,47). A proposta foi encaminhada \u00e0 Casa Civil em dezembro pelo Conselho Estadual de Trabalho, Emprego e Gera\u00e7\u00e3o de Renda do Rio (Ceterj), que re\u00fane representantes dos trabalhadores, das empresas e do governo. Como houve consenso entre as partes, a expectativa de integrantes do conselho \u00e9 que o texto n\u00e3o sofra altera\u00e7\u00f5es. Para entrar em vigor, o projeto precisa ser aprovado na Alerj e ser sancionado pelo governador Luiz Fernando Pez\u00e3o. Uma vez ratificado, o aumento \u00e9 retroativo a 1\u00ba de janeiro.<\/p>\n<p>Se o reajuste proposto for mantido, os trabalhadores fluminenses devem sentir uma perda real de quase 1%, j\u00e1 que o \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor (INPC), usado para reajustar sal\u00e1rios, encerrou o ano passado em 11,28%. O presidente do Ceterj, Laudelino Mendes, representante da Associa\u00e7\u00e3o Comercial do Rio de Janeiro (Acerj), afirmou que a comiss\u00e3o se baseou na proje\u00e7\u00e3o para o INPC divulgada pelo governo em dezembro, no projeto de lei do Or\u00e7amento Anual da Uni\u00e3o. No ano passado, o piso foi reajustado em 9%, 2,77 pontos percentuais superior \u00e0 infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>ESTADO: PESO DE R$ 23 MILH\u00d5ES NA FOLHA<\/strong><\/p>\n<p>Segundo Mendes, foi a primeira vez desde 1997, quando o Ceterj foi criado, que patr\u00f5es, empregados e governo chegaram a um acordo ainda em dezembro. Normalmente, a proposta do conselho segue para a Casa Civil em dezembro sem consenso, cabendo ao governador arbitrar um reajuste.<\/p>\n<p>\u2014 A crise contribuiu para isso. O entendimento foi que a bancada patronal n\u00e3o tinha muito coelho para tirar da cartola, o que diminuiu o \u00edmpeto dos trabalhadores \u2014 afirmou o representante.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m pesou para o acordo o impacto sobre os j\u00e1 combalidos cofres estaduais. Segundo a Secretaria de Planejamento, o reajuste de 10,37% ter\u00e1 impacto de R$ 23,2 milh\u00f5es sobre a folha de pagamento, sendo R$ 20,6 milh\u00f5es referentes aos sal\u00e1rios de servidores inativos. O Rioprevid\u00eancia informou que o reajuste tamb\u00e9m afeta os pagamentos de pensionistas, mas ainda n\u00e3o mensurou o efeito.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do percentual de reajuste, o texto prev\u00ea a redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de faixas salariais de oito para seis. Pela regra, secret\u00e1rios passam a ganhar, no m\u00ednimo, R$ 1.168,70, e professores do Ensino Fundamental passam a ter piso de R$ 1.956,05. Profissionais com Ensino Superior, como advogados, contadores, jornalistas e arquitetos, teriam m\u00ednimo de R$ 2.684,99.<\/p>\n<p>O recesso da Alerj termina na pr\u00f3xima ter\u00e7a-feira, dia 2. Para o deputado Paulo Ramos (PDT), presidente da Comiss\u00e3o de Trabalho, Legisla\u00e7\u00e3o e Seguridade Social, o consenso far\u00e1 com que a vota\u00e7\u00e3o seja mais tranquila na Alerj:<\/p>\n<p>\u2014 Vai ser menos dram\u00e1tico.<\/p>\n<p>Fonte: Jornal O Globo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O governo do Rio deve enviar na semana que vem \u00e0 Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) projeto de lei para reajustar o sal\u00e1rio&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":17785,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-17965","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17965","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17965"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17965\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17966,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17965\/revisions\/17966"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17785"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17965"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17965"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17965"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}