{"id":17890,"date":"2016-01-25T07:49:55","date_gmt":"2016-01-25T09:49:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=17890"},"modified":"2016-01-25T07:49:55","modified_gmt":"2016-01-25T09:49:55","slug":"com-preco-alto-da-petrobras-empresas-importam-diesel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/com-preco-alto-da-petrobras-empresas-importam-diesel\/","title":{"rendered":"Com pre\u00e7o alto da Petrobras, empresas importam diesel"},"content":{"rendered":"<p>As distribuidoras de combust\u00edveis t\u00eam aproveitado o alto pre\u00e7o do diesel vendido pela Petrobras para ampliar seus lucros com a importa\u00e7\u00e3o do produto por conta pr\u00f3pria.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio \u00e9 t\u00e3o favor\u00e1vel \u00e0s compras no exterior que at\u00e9 a Vale, maior consumidora individual do pa\u00eds, decidiu trazer diesel do exterior.<\/p>\n<p>As importa\u00e7\u00f5es por companhias privadas foram retomadas no in\u00edcio de 2015, ap\u00f3s anos de depend\u00eancia exclusiva da Petrobras.<\/p>\n<p>O Brasil importa diesel porque n\u00e3o tem capacidade para produzir todo o volume necess\u00e1rio para abastecer o mercado. No ano passado, foram importados 6,94 bilh\u00f5es de litros, o equivalente a 13% do consumo interno.<\/p>\n<p>O volume trazido do exterior caiu 39% em rela\u00e7\u00e3o a 2014, devido \u00e0 retra\u00e7\u00e3o no mercado interno de combust\u00edveis e ao aumento da oferta, com o in\u00edcio das opera\u00e7\u00f5es da refinaria Abreu e Lima.<\/p>\n<p>Mesmo assim, empresas privadas foram respons\u00e1veis por 1\/4 das compras externas autorizadas pela ANP (Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo).<\/p>\n<p>Os dados da ANP mostram que, nos dois \u00faltimos meses do ano, elas programaram trazer volumes maiores que os solicitados pela estatal.<\/p>\n<p>Executivos do setor dizem que esta \u00e9 a melhor &#8220;janela de oportunidades&#8221; para importa\u00e7\u00e3o de diesel nos \u00faltimos anos. De acordo com consultorias especializadas, o diesel vendido pela Petrobras custa hoje cerca de 40% a mais que a cota\u00e7\u00e3o do golfo do M\u00e9xico, usada como refer\u00eancia.<\/p>\n<p>Na gasolina, a vantagem \u00e9 menor, em torno de 15%, e n\u00e3o justifica as importa\u00e7\u00f5es por terceiros.<\/p>\n<p>Entre as empresas mais atuantes na venda de diesel est\u00e3o a Oil Trading e a Blueway, divis\u00f5es de importa\u00e7\u00f5es das duas maiores distribuidoras privadas do pa\u00eds \u2013Ipiranga e Ra\u00edzen, respectivamente.<\/p>\n<p>Empresas de menor porte, por\u00e9m, tamb\u00e9m se aproveitam da situa\u00e7\u00e3o. \u00c9 o caso da distribuidora Total, com atua\u00e7\u00e3o concentrada na regi\u00e3o Nordeste, que ocupa a 6\u00aa posi\u00e7\u00e3o no ranking das vendas de diesel no Brasil.<\/p>\n<p>Por meio da importadora BCI, a companhia come\u00e7ou a trazer o combust\u00edvel em outubro. J\u00e1 pediu \u00e0 ANP autoriza\u00e7\u00e3o para importar 56 milh\u00f5es de litros \u2013parte para venda em sua rede de postos, parte sob encomenda de outras distribuidoras.<\/p>\n<p>O gerente de importa\u00e7\u00f5es da BCI, Luciano Menezes, diz que a empresa costumava importar at\u00e9 2004, mas parou depois que a Petrobras passou a subsidiar os pre\u00e7os dos combust\u00edveis. &#8220;Agora, est\u00e1 valendo a pena de novo&#8221;, diz.<\/p>\n<p>A Vale tamb\u00e9m diminui suas compras de grandes distribuidoras para aproveitar o momento e reduzir custos. A mineradora, a maior consumidora individual do combust\u00edvel no pa\u00eds, pediu autoriza\u00e7\u00e3o para importar 88 milh\u00f5es de litros em 2015. Procuradas, Ipiranga, Ra\u00edzen e Vale preferiram n\u00e3o comentar o assunto.<\/p>\n<p>Fonte: Folha de S\u00e3o Paulo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As distribuidoras de combust\u00edveis t\u00eam aproveitado o alto pre\u00e7o do diesel vendido pela Petrobras para ampliar seus lucros com a importa\u00e7\u00e3o do produto por conta&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":17891,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-17890","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17890","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17890"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17890\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17892,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17890\/revisions\/17892"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17891"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17890"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17890"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17890"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}