{"id":17813,"date":"2016-01-21T13:49:45","date_gmt":"2016-01-21T15:49:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=17813"},"modified":"2016-01-22T10:05:36","modified_gmt":"2016-01-22T12:05:36","slug":"portos-catarinenses-tiveram-resultados-satisfatorios-em-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/portos-catarinenses-tiveram-resultados-satisfatorios-em-2015\/","title":{"rendered":"Portos catarinenses tiveram resultados satisfat\u00f3rios em 2015"},"content":{"rendered":"<p>O setor portu\u00e1rio catarinense enfrentou um 2015 dif\u00edcil, mas alcan\u00e7ou resultados positivos dentro do cen\u00e1rio de crise. Os portos de Itapo\u00e1 e Imbituba registraram aumento de movimenta\u00e7\u00e3o, enquanto os terminais de Navegantes e S\u00e3o Francisco do Sul terminaram o ano com uma leve queda. Apenas Itaja\u00ed n\u00e3o conseguiu sair ilesa e sofreu uma baixa de 17%, a maior do Estado.<\/p>\n<p>\u2014 Tem um fator importante para destacar que \u00e9 os problemas no canal de entrada do rio Itaja\u00ed-A\u00e7\u00fa. A entrada no canal ficou fechada v\u00e1rios dias por conta do excesso de chuvas. O Porto de Itaja\u00ed, p\u00fablico, sofreu mais. O \u00a0Porto de Navegantes (Portonave), um terminal privado, conseguiu superar melhor as dificuldades \u2014 explica Evandro Moritz, pesquisador do Laborat\u00f3rio de Desempenho Log\u00edstico da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que atua com foco em terminais portu\u00e1rios.<\/p>\n<p>A barra de acesso aos dois portos do Vale ficou fechada durante 33 dias em 2015, com o cancelamento de 60 escalas de navios no c\u00e1lculo de todo o Complexo Portu\u00e1rio (que envolve os dois portos e outros terminais privados menores). As estruturas tiveram, na pr\u00e1tica, um m\u00eas a menos do que os seus concorrentes no Estado e pa\u00eds. Al\u00e9m disso, duas rotas de navega\u00e7\u00e3o que atracavam em Itaja\u00ed passaram a ser operadas pela Portonave e contribu\u00edram para a acentuada queda, somada aos dias em que a estrutura ficou sem opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u2014 Dentro das dificuldades do mercado, pela condi\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica, acho que o ano foi bom. O Brasil caiu em n\u00fameros de cont\u00eaineres de forma geral. Ent\u00e3o tivemos bons resultados \u2014 explica o diretor-superintendente do Portonave, Osmari de Castilho.<\/p>\n<p><strong>Busca por clientes de outros estados<\/strong><\/p>\n<p>Mais ao Norte, outro terminal privado foi o \u00fanico a obter crescimento expressivo em 2015. Com um contrato para movimentar pe\u00e7as e ve\u00edculos para a BMW, somado a outros resultados do ano, o Porto de Itapo\u00e1 cresceu 12%. A administra\u00e7\u00e3o da unidade acredita que o resultado vem da busca por clientes de outros Estados.<\/p>\n<p>\u2013 N\u00e3o atuamos s\u00f3 em Santa Catarina, conseguimos entrar no Paran\u00e1 e sermos uma op\u00e7\u00e3o ao \u00fanico porto do Estado vizinho \u2013 diz Patr\u00edcio Junior, presidente do terminal de Itapo\u00e1.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m no Norte, o Porto de S\u00e3o Francisco do Sul tenta reverter a crise com o transporte de produtos do agroneg\u00f3cio.<\/p>\n<p>\u2014 Milho teve um aumento significativo, do Paran\u00e1 principalmente. Deu quase 3 milh\u00f5es de toneladas. Soja fechou similar, 4,7 milh\u00f5es de toneladas \u2014 explica Arnaldo Santiago, diretor de log\u00edstica do terminal.<\/p>\n<p>A migra\u00e7\u00e3o da movimenta\u00e7\u00e3o de cont\u00eaineres para Itapo\u00e1 e Navegantes estaria ocorrendo de forma constante nos \u00faltimos tr\u00eas anos. Situa\u00e7\u00e3o que os concorrentes atribuem ao fato de as grandes empresas do setor de navega\u00e7\u00e3o serem s\u00f3cias dos terminais privados.<\/p>\n<p>No Sul de Santa Catarina, outro porto atua na diversifica\u00e7\u00e3o para manter relev\u00e2ncia no mercado e tamb\u00e9m continuar crescendo durante a crise. Em Imbituba, a movimenta\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os cresceu e houve tamb\u00e9m um aumento de 30% no transporte de cont\u00eaineres por cabotagem (entre portos dentro do pr\u00f3prio Brasil), j\u00e1 que o porto tamb\u00e9m perdeu uma rota de navega\u00e7\u00e3o internacional.<\/p>\n<p>De forma geral, a unidade \u00e9 a mais otimista em rela\u00e7\u00e3o a 2016. \u00a0O presidente do Porto de Imbituba, Rog\u00e9rio Pupo, prev\u00ea um crescimento de 15% na movimenta\u00e7\u00e3o de carga. Em Itapo\u00e1, a expectativa \u00e9 por um aumento entre 5% e 10%. Navegantes espera uma tend\u00eancia de crescimento e S\u00e3o Francisco do Sul e Itaja\u00ed apostam em uma movimenta\u00e7\u00e3o est\u00e1vel neste ano.<\/p>\n<p>Fonte: Zero Hora<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O setor portu\u00e1rio catarinense enfrentou um 2015 dif\u00edcil, mas alcan\u00e7ou resultados positivos dentro do cen\u00e1rio de crise. 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