{"id":17702,"date":"2015-12-29T08:47:54","date_gmt":"2015-12-29T10:47:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=17702"},"modified":"2015-12-29T08:47:54","modified_gmt":"2015-12-29T10:47:54","slug":"portos-do-parana-aumentam-produtividade-em-30-e-batem-recordes-historicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/portos-do-parana-aumentam-produtividade-em-30-e-batem-recordes-historicos\/","title":{"rendered":"Portos do Paran\u00e1 aumentam produtividade em 30% e batem recordes hist\u00f3ricos"},"content":{"rendered":"<p>Os resultados alcan\u00e7ados pela Administra\u00e7\u00e3o dos Portos de Paranagu\u00e1 e Antonina (Appa) nos \u00faltimos cinco anos elevaram os portos paranaenses a um novo patamar de produtividade 30% superior aos anos anteriores.<\/p>\n<p>Entre 2005 e 2010 foram exportadas e importadas pelo Porto de Paranagu\u00e1 33 milh\u00f5es de toneladas de cargas anualmente. J\u00e1 entre 2011 a 2015, a movimenta\u00e7\u00e3o ultrapassou a casa das 45 milh\u00f5es de toneladas, o que representa um aumento de mais de 30% na produ\u00e7\u00e3o. Em 2013, com produ\u00e7\u00e3o em alta no campo e os pre\u00e7os das commodities no pico, o porto chegou ao seu recorde hist\u00f3rico de movimenta\u00e7\u00e3o, com 46,1 milh\u00f5es de toneladas.<\/p>\n<p>&#8220;Os investimentos que fizemos nos \u00faltimos cinco anos s\u00e3o essenciais. No entanto, precisamos lembrar que o porto deve muito de seu desempenho \u00e0 expertise de seu corpo t\u00e9cnico e, mais que tudo, aos 20 mil trabalhadores que est\u00e3o diretamente envolvidos com a atividade portu\u00e1ria em Paranagu\u00e1&#8221;, declarou o governador Beto Richa.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos cinco anos foram registrados recordes na opera\u00e7\u00e3o de quase todos os produtos movimentados pelo Porto de Paranagu\u00e1, o que dinamizou e impulsionou a economia do Estado. Por ano, s\u00e3o exportadas 7,5 milh\u00f5es de toneladas de soja, 5,2 milh\u00f5es de toneladas de farelo de soja, 4,2 milh\u00f5es de toneladas de milho e 4,4 milh\u00f5es de toneladas de a\u00e7\u00facar.<\/p>\n<p>No sentindo contr\u00e1rio, abastecendo o campo, Paranagu\u00e1 \u00e9 o maior e mais importante porto do Pa\u00eds na importa\u00e7\u00e3o de fertilizantes, com 9,5 milh\u00f5es de toneladas desembarcadas por ano. O montante representa cerca de 35% de todo o fertilizante importado pelo Brasil.<\/p>\n<p>Na movimenta\u00e7\u00e3o geral, 2015 foi um ano especial. O porto conquistou sua maior movimenta\u00e7\u00e3o em toda hist\u00f3ria ao longo de um \u00fanico m\u00eas. Somente em abril, foram movimentadas 4,6 milh\u00f5es de toneladas em cargas, resultado de uma s\u00e9rie de investimentos em capacidade de movimenta\u00e7\u00e3o, em opera\u00e7\u00e3o no cais e em novas normas de efici\u00eancia para embarque e desembarque de mercadorias.<\/p>\n<p><strong>Maior exportador de frango \u2013<\/strong> O Porto de Paranagu\u00e1 tamb\u00e9m assumiu a lideran\u00e7a nacional nas exporta\u00e7\u00f5es de carne de frango, com 1,25 milh\u00f5es de toneladas exportadas, de janeiro a outubro de 2015. A marca supera em 14% o volume de 1,10 milh\u00f5es de toneladas do produto enviadas pelos portos catarinenses de Navegantes e Itaja\u00ed.<\/p>\n<p>\u201cA amplia\u00e7\u00e3o do modal ferrovi\u00e1rio trouxe uma op\u00e7\u00e3o mais econ\u00f4mica para os produtores, fazendo com que a carne fosse canalizada para Paranagu\u00e1\u201d, afirmou o secret\u00e1rio de Infraestrutura e Log\u00edstica, Jos\u00e9 Richa Filho. Ele se refere aos investimentos feitos desde 2011 na moderniza\u00e7\u00e3o da Ferroeste para dobrar sua capacidade de opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para o diretor-presidente da Administra\u00e7\u00e3o dos Portos de Paranagu\u00e1 e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino, os investimentos na moderniza\u00e7\u00e3o do terminal paranaense trouxeram maior agilidade para as opera\u00e7\u00f5es e impulsionaram as exporta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cA amplia\u00e7\u00e3o do cais do Porto e a aquisi\u00e7\u00e3o de novos equipamentos possibilitaram um aumento de produtividade e trouxeram novas rotas de navios para Paranagu\u00e1. Al\u00e9m disso, temos a nosso favor todo o trabalho dos produtores rurais do Paran\u00e1 que lideram a produ\u00e7\u00e3o no Pa\u00eds\u201d, ressaltou Dividino.<\/p>\n<p><strong>Corredor de exporta\u00e7\u00e3o<\/strong> \u2013 Nos \u00faltimos cinco anos, o Corredor de Exporta\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m chegou a resultados nunca antes alcan\u00e7ados. S\u00e3o recordes de movimenta\u00e7\u00e3o anual, mensal e di\u00e1ria. Os n\u00fameros s\u00e3o fruto de diversos fatores, como aumento de produtividade, com investimentos em carregadores de navios, e a confian\u00e7a do produtor no Porto de Paranagu\u00e1, que decidiu usar o terminal paranaense como forma de escoar a sua produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em de junho deste ano, o porto bateu a melhor marca de exporta\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de gr\u00e3os, com 55 mil toneladas embarcadas em um per\u00edodo de 24 horas. No mesmo m\u00eas, o corredor alcan\u00e7ou o maior volume da hist\u00f3ria em exporta\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os, com 1,91 milh\u00e3o de toneladas movimentadas. Isso significa que 2015 foi o ano em que, pela primeira vez, o Corredor de Exporta\u00e7\u00e3o chegou \u00e0 casa das 16 milh\u00f5es de toneladas exportadas.<\/p>\n<p>O Silo P\u00fablico, que faz parte do Corredor de Exporta\u00e7\u00e3o, \u00e9 o melhor exemplo de como esta s\u00e9rie de recordes alcan\u00e7ados faz parte de uma soma de investimentos em produtividade e do estreitamento da rela\u00e7\u00e3o do porto com os clientes.<\/p>\n<p>Em 2015, a movimenta\u00e7\u00e3o no Sil\u00e3o atingiu o recorde de 3 milh\u00f5es de toneladas durante o ano, mais de 20% acima do recorde anterior. O Sil\u00e3o \u00e9 o local onde os pequenos e m\u00e9dios produtores podem armazenar suas cargas enquanto aguardam para export\u00e1-las, mesmo que n\u00e3o estejam vinculados a alguma grande cooperativa ou multinacional graneleira.<\/p>\n<p><strong>Porto de Antonina<\/strong> &#8211; Antes relegado, o Porto de Antonina tamb\u00e9m atingiu novos patamares de opera\u00e7\u00e3o. At\u00e9 2011, o m\u00e1ximo que o porto tinha conseguido movimentar em um per\u00edodo de um ano era pouco mais de 1 milh\u00e3o de toneladas, volume registrado em 2004. De 2005 a 2010, o resultado foi ainda pior \u2013 a m\u00e9dia de movimenta\u00e7\u00e3o ficou em 480 mil toneladas anuais. Entretanto, de 2011 a 2015, o porto deixou de ser subutilizado e voltou a ter um papel importante no com\u00e9rcio exterior paranaense, com uma m\u00e9dia anual de movimenta\u00e7\u00e3o de 1,4 milh\u00e3o de toneladas, um resultado tr\u00eas vezes superior ao alcan\u00e7ado nos anos anteriores.<\/p>\n<p>Mais do que isso, a movimenta\u00e7\u00e3o de cargas se dinamizou, com a retomada, em 2015, da exporta\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar pelo terminal, complementando a atividade de importa\u00e7\u00e3o de fertilizantes.<\/p>\n<p>Fonte: Ascom Appa<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os resultados alcan\u00e7ados pela Administra\u00e7\u00e3o dos Portos de Paranagu\u00e1 e Antonina (Appa) nos \u00faltimos cinco anos elevaram os portos paranaenses a um novo patamar de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":17209,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-17702","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17702","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17702"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17702\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17703,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17702\/revisions\/17703"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17209"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17702"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17702"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17702"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}