{"id":17299,"date":"2015-12-11T10:00:22","date_gmt":"2015-12-11T12:00:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=17299"},"modified":"2015-12-11T10:00:22","modified_gmt":"2015-12-11T12:00:22","slug":"demissoes-continuam-na-industria-naval","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/demissoes-continuam-na-industria-naval\/","title":{"rendered":"Demiss\u00f5es continuam na ind\u00fastria naval"},"content":{"rendered":"<p>Os postos de trabalho na ind\u00fastria naval continuam em queda, principalmente na regi\u00e3o Sudeste, informa o Sindicato Nacional da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o e Repara\u00e7\u00e3o Naval e Offshore (Sinaval).<\/p>\n<p>Desde janeiro foram perdidos 12.810 empregos, dos quais cerca de 11 mil no Sudeste. As regi\u00f5es Norte e Nordeste registram perda cerca de mil empregos. J\u00e1 na regi\u00e3o Sul, os empregos apresentam relativa estabilidade. Os dados est\u00e3o contidos no documento Cen\u00e1rio da Constru\u00e7\u00e3o Naval, elaborado pela entidade.<\/p>\n<p>Em meio a incertezas quanto ao destino da Sete Brasil e do Programa de Moderniza\u00e7\u00e3o e Expans\u00e3o da Frota (Promef) da Transpetro, um contraponto \u00e9 a expans\u00e3o da navega\u00e7\u00e3o de cabotagem no pa\u00eds. Para o Sinaval, fretes competitivos e moderniza\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria explicam a evolu\u00e7\u00e3o do modal. Mas o crescimento n\u00e3o se traduz em novas encomendas de navios aos estaleiros nacionais.<\/p>\n<p>Abaixo, documento do SINAVAL:<br \/><a href=\"https:\/\/www.sincomam.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/sinaval.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.sincomam.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/sinaval-1024x247.jpg\" alt=\"sinaval\" width=\"1024\" height=\"247\" class=\"aligncenter size-large wp-image-17301\" srcset=\"https:\/\/www.sincomam.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/sinaval-1024x247.jpg 1024w, https:\/\/www.sincomam.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/sinaval-300x72.jpg 300w, https:\/\/www.sincomam.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/sinaval.jpg 1598w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Prioridades do FMM<\/strong><\/p>\n<p>O Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante, em reuni\u00e3o realizada em 25\/9\/2015, com resultados publicados no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o em 5\/10\/2015, concedeu prioridades de financiamentos e suplementa\u00e7\u00f5es no valor de R$3,8 bilh\u00f5es. Os valores apontam os segmentos em que existe demanda: constru\u00e7\u00e3o de comboios para transporte fluvial; constru\u00e7\u00e3o de navios de apoio mar\u00edtimo; constru\u00e7\u00e3o de rebocadores portu\u00e1rios; constru\u00e7\u00e3o de dois estaleiros para reparos: no Rio de Janeiro, para reparos de navios de apoio mar\u00edtimo; no Amazonas, para reparos de embarca\u00e7\u00f5es de transporte fluvial.<\/p>\n<p><strong>Incertezas no Promef<\/strong><\/p>\n<p>O dinamismo nestes segmentos contrasta com as dificuldades que ocorrem no programa de constru\u00e7\u00e3o de navios petroleiros para a Transpetro, com a paraliza\u00e7\u00e3o de atividades no Estaleiro Eisa-PetroUm (RJ), e incertezas em rela\u00e7\u00e3o aos contratos de constru\u00e7\u00e3o de petroleiros no Estaleiro Atl\u00e2ntico Sul, onde quatro navios Suezmax est\u00e3o em constru\u00e7\u00e3o, confirmados pela Transpetro.<\/p>\n<p><strong>Plataformas de produ\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>No segmento de constru\u00e7\u00e3o de plataformas de produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo existem incertezas quanto ao cumprimento dos contratos de constru\u00e7\u00e3o cascos de FPSOs. no Estaleiro Rio Grande (ERG-RS). Dos oito cascos previstos cinco ser\u00e3o constru\u00eddos no Brasil. O ERG entregou o casco do P-66 e o casco do P-67 (2\/3 constru\u00eddo na China), segue viagem para integra\u00e7\u00e3o de m\u00f3dulos no pa\u00eds asi\u00e1tico.<\/p>\n<p>No Estaleiro Inhauma (RJ), onde o Enseada Ind\u00fastria Naval realiza a convers\u00e3o dois cascos de petroleiros em cascos de FPSOs. O casco do FPSO P-74, h\u00e1 quase um ano no dique seco, aguarda previs\u00e3o de entrega. O casco para ser convertido no FPSO P-76, chegou ao estaleiro em mar\u00e7o de 2015, aguarda sua vez. Outros dois cascos est\u00e3o prevista para convers\u00e3o em estaleiro da \u00c1sia.<\/p>\n<p><strong>Demanda futura de plataformas<\/strong><\/p>\n<p>A Petrobras anunciou novo corte de investimentos em 15\/10\/2015, uma redu\u00e7\u00e3o de US$ 11 bilh\u00f5es at\u00e9 o ano que vem, em toda companhia. Durante a Marintech-Navhalshore, realizado no Rio de Janeiro, em agosto de 2015, o representante da Petrobras informou que novas plataformas de produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo ser\u00e3o afretadas em licita\u00e7\u00e3o internacional. A demanda \u00e9 estimada em cerca de 30 novas plataformas at\u00e9 2030. N\u00famero que mostra o Brasil como mercado relevante, no panorama mundial.<\/p>\n<p>A Pr\u00e9-Sal Petroleo S\/A (PPSA) informa que o desenvolvimento do campo de Libra, no pr\u00e9-sal da Bacia de Santos, est\u00e1 dentro do cronograma. O FPSO para Libra, contrato conquistado Teekay-Odebrecht, para testes de longa dura\u00e7\u00e3o, tem primeiro \u00f3leo previsto para 2017. Est\u00e1 em constru\u00e7\u00e3o no Jurong, em Cingapura, e recebe a visita de inspe\u00e7\u00e3o dos representantes do cons\u00f3rcio que tem a Petrobras como operadora e como s\u00f3cios a Shell (Reino Unido), Total (Fran\u00e7a), CNPC e CNOOC (China).<\/p>\n<p>Novas plataformas para o campo de Libra e S\u00e9pia j\u00e1 tem licita\u00e7\u00e3o internacional correndo, com entregas de propostas prevista para fevereiro de 2016, adiamento solicitado pelos participantes da licita\u00e7\u00e3o, visando opera\u00e7\u00e3o em 2019.<\/p>\n<p>Com 10 plataformas previstas para Libra a PPSA informa planejamento de conte\u00fado local, com sistema de monitoramento para saber qual o \u00edndice que pode ser atingido ao final de cada etapa. A Petrobras, atrav\u00e9s da gerencia de conte\u00fado local do gabinete da presid\u00eancia realiza mais um mapeamento da capacidade de fornecimento local para atender a demanda.<\/p>\n<p><strong>Transporte mar\u00edtimo na costa brasileira<\/strong><\/p>\n<p>O transporte mar\u00edtimo na costa brasileira prossegue em expans\u00e3o, resultado da maior competitividade dos pre\u00e7os de fretes dos navios em rela\u00e7\u00e3o aos caminh\u00f5es, reflexo da moderniza\u00e7\u00e3o da atividade portu\u00e1ria. Neste segmento inexiste plano de neg\u00f3cios de estaleiros para constru\u00e7\u00e3o de navios porta-cont\u00eaineres. A Alian\u00e7a Navega\u00e7\u00e3o e Log\u00edstica confirma o bom momento e informa que a empresa vai operar tamb\u00e9m no segmento de apoio portu\u00e1rio, informa a encomenda de tr\u00eas rebocadores ao Estaleiro Detroit (SC). O diretor da empresa, Julian Thomas, diz que durante cinco anos tentou construir navios no Brasil e n\u00e3o conseguiu interessar os estaleiros, lotados com encomendas do segmento offshore. Agora, com a redu\u00e7\u00e3o dos investimentos da Petrobras, vai retomar o projeto de construir navios porta-cont\u00eaineres em estaleiros locais.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os postos de trabalho na ind\u00fastria naval continuam em queda, principalmente na regi\u00e3o Sudeste, informa o Sindicato Nacional da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o e Repara\u00e7\u00e3o Naval&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":6987,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-17299","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17299","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17299"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17299\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17302,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17299\/revisions\/17302"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6987"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17299"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17299"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17299"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}