{"id":17292,"date":"2015-12-11T09:39:01","date_gmt":"2015-12-11T11:39:01","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=17292"},"modified":"2015-12-11T09:39:01","modified_gmt":"2015-12-11T11:39:01","slug":"importacoes-via-portos-secos-mineiros-caem-217","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/importacoes-via-portos-secos-mineiros-caem-217\/","title":{"rendered":"Importa\u00e7\u00f5es via portos-secos mineiros caem 21,7%"},"content":{"rendered":"<p>A retra\u00e7\u00e3o da economia e a alta do d\u00f3lar continuam contribuindo para a queda das importa\u00e7\u00f5es por meio dos portos-secos do estado de Minas Gerais. No acumulado at\u00e9 outubro deste ano, foram desembara\u00e7ados US$ 6,430 bilh\u00f5es em mercadorias nas aduanas mineiras contra US$ 8,218 bilh\u00f5es nos mesmos meses de 2014, uma redu\u00e7\u00e3o de 21,7%. Os dados foram divulgados pela Receita Federal do Brasil (RFB).<\/p>\n<p>&#8220;Al\u00e9m da retra\u00e7\u00e3o da economia nacional, que reflete de forma negativa na movimenta\u00e7\u00e3o dos portos-secos, o d\u00f3lar valorizado tamb\u00e9m est\u00e1 desestimulando as importa\u00e7\u00f5es&#8221;, explicou o presidente do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de Minas Gerais (Sdamg), Jos\u00e9 Carlos Sant&#8221;Anna.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 a escalada do d\u00f3lar frente ao real que inibe as importa\u00e7\u00f5es por meio dos portos-secos. Segundo o presidente do Sdamg, a incerteza em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 instabilidade do c\u00e2mbio tamb\u00e9m deixa o importador mais cauteloso. &#8220;Al\u00e9m disso, a Receita est\u00e1 em estado de greve h\u00e1 dois meses e isso tamb\u00e9m prejudica a movimenta\u00e7\u00e3o nas aduanas&#8221;, acrescentou.<\/p>\n<p>No porto-seco de Juiz de Fora, na Zona da Mata, foi apurada a maior queda de desembara\u00e7os. As importa\u00e7\u00f5es de mercadorias atrav\u00e9s do terminal somaram US$ 205,5 milh\u00f5es de janeiro a outubro, 59,2% menos que o valor de igual intervalo do exerc\u00edcio anterior (US$ 504 milh\u00f5es).<\/p>\n<p>De acordo com Sant&#8221;Anna, a forte concorr\u00eancia com os portos do litoral fluminense, devido \u00e0 proximidade geogr\u00e1fica, prejudicam os desembara\u00e7os na aduana de Juiz de Fora. Al\u00e9m disso, a redu\u00e7\u00e3o nas atividades da Mercerdes-Benz, com planta no munic\u00edpio, que era uma \u00e2ncora para as movimenta\u00e7\u00f5es do terminal, tamb\u00e9m ajuda a derrubar a movimenta\u00e7\u00e3o neste porto-seco.<\/p>\n<p>O porto-seco de Uberl\u00e2ndia, no Tri\u00e2ngulo Mineiro, desembara\u00e7ou US$ 68,3 milh\u00f5es em mercadorias no acumulado dos dez primeiros meses deste ano, 42,7% de retra\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com o montante desembara\u00e7ado no mesmo per\u00edodo do exerc\u00edcio passado (US$ 119,3 milh\u00f5es).<\/p>\n<p>A aduana de Uberaba, tamb\u00e9m no Tri\u00e2ngulo, desembara\u00e7ou US$ 592,2 milh\u00f5es entre janeiro e outubro, bem mais que em Uberl\u00e2ndia, mas tamb\u00e9m com redu\u00e7\u00e3o de 15,8% em rela\u00e7\u00e3o ao valor desembara\u00e7ado em mercadorias no mesmo intervalo de 2014 (US$ 703,9 milh\u00f5es), conforme as informa\u00e7\u00f5es da Receita Federal.<\/p>\n<p>No porto-seco Granbel, controlado pela Usifast, em Betim, na Regi\u00e3o Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), tamb\u00e9m houve retra\u00e7\u00e3o. A zona aduaneira desembara\u00e7ou US$ 1,156 bilh\u00e3o de janeiro a outubro, recuo de 11% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo intervalo de 2014, quando os desembara\u00e7os somaram US$ 1,300 bilh\u00e3o).<\/p>\n<p>As importa\u00e7\u00f5es por meio da aduana de Varginha, no Sul de Minas, somaram US$ 437,7 milh\u00f5es em mercadorias no acumulado at\u00e9 outubro. Na compara\u00e7\u00e3o com os desembarques de iguais meses do exerc\u00edcio anterior, quando totalizaram US$ 505,2 milh\u00f5es, houve uma retra\u00e7\u00e3o de 13,3%.<\/p>\n<p>Os desembara\u00e7os no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins (RMBH), tamb\u00e9m est\u00e3o caindo. No acumulado at\u00e9 outubro, as importa\u00e7\u00f5es somaram US$ 3,970 bilh\u00f5es contra US$ 5,085 bilh\u00f5es no mesmo intervalo de 2014, recuo de 21,9%. O terminal de Confins respondeu por 61,7% do total desembara\u00e7ado em todas as aduanas do Estado para os dez primeiros meses deste ano.<\/p>\n<p>Exporta\u00e7\u00f5es &#8211; Se o d\u00f3lar valorizado frente ao real est\u00e1 impactando negativamente as importa\u00e7\u00f5es, na outra ponta, est\u00e1 favorecendo as exporta\u00e7\u00f5es. Tanto que os embarques atrav\u00e9s das aduanas encerraram o acumulado at\u00e9 outubro deste ano com crescimento de 36,5%, somando US$ 1,172 bilh\u00e3o sobre US$ 858,3 milh\u00f5es no mesmo intervalo de 2014.<\/p>\n<p>O aumento continua sendo sustentado pelo embarque de produtos do agroneg\u00f3cio, especialmente carnes da aduana de Uberaba, e de caf\u00e9, no Recinto Especial para Despacho Aduaneiro de Exporta\u00e7\u00e3o de Guaxup\u00e9, no Sul de Minas. Os crescimentos neste caso foram de 742,7% e 45,7%, respectivamente, de janeiro a outubro frente ao mesmo per\u00edodo de 2014.<\/p>\n<p>Em termos de valor exportado em mercadorias, o Recinto Especial para Despacho Aduaneiro de Exporta\u00e7\u00e3o de Guaxup\u00e9 tamb\u00e9m movimentou o maior montante, somando US$ 588,2 milh\u00f5es entre janeiro e outubro. Pelo terminal de Confins foram embarcadas mercadorias no valor de US$ 382,5 milh\u00f5es contra um montante de US$ 251,8 milh\u00f5es nos mesmos meses de 2014, alta de 51,9%<\/p>\n<p>Fonte: Di\u00e1rio do Comercio(MG)\/Leonardo Francia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A retra\u00e7\u00e3o da economia e a alta do d\u00f3lar continuam contribuindo para a queda das importa\u00e7\u00f5es por meio dos portos-secos do estado de Minas Gerais&#8230;.<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":286,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-17292","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17292","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17292"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17292\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17293,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17292\/revisions\/17293"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/286"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17292"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17292"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17292"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}