{"id":17279,"date":"2015-12-10T11:33:46","date_gmt":"2015-12-10T13:33:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=17279"},"modified":"2015-12-10T11:33:46","modified_gmt":"2015-12-10T13:33:46","slug":"setor-portuario-sofre-cada-vez-mais-com-falta-de-mao-de-obra-qualificada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/setor-portuario-sofre-cada-vez-mais-com-falta-de-mao-de-obra-qualificada\/","title":{"rendered":"Setor portu\u00e1rio sofre cada vez mais com falta de m\u00e3o de obra qualificada"},"content":{"rendered":"<p>Estivadores, conferentes, soldadores, mec\u00e2nicos, armazenistas, operadores de docagem etc, atualmente, mais de 50 mil trabalhadores no Brasil est\u00e3o empregados em atividades ligadas ao setor portu\u00e1rio. Apesar da grande demanda, o setor sofre com a dificuldade de encontrar m\u00e3o de obra qualificada e especializada.<\/p>\n<p>Por meio do novo marco regulat\u00f3rio do setor portu\u00e1rio, a responsabilidade de administrar o fornecimento do trabalhador portu\u00e1rio com v\u00ednculo empregat\u00edcio permanente e do trabalhador portu\u00e1rio avulso ficou a cargo do OGMO (\u00d3rg\u00e3o Gestor de M\u00e3o de Obra do Trabalhador Portu\u00e1rio e Avulso), o problema, segundo especialistas, \u00e9 a falta de capacita\u00e7\u00e3o dos profissionais ligados ao \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n<p>Uma parcela significativa possui baixa escolaridade \u2013 39% t\u00eam ensino fundamental e m\u00e9dio incompleto e 78% est\u00e3o acima dos 40 anos. \u201c\u00c9 preciso repensar urgentemente o modelo de rela\u00e7\u00f5es trabalhistas para que os portos possam aumentar sua competitividade e produtividade. O setor carece de profissionais cada vez mais preparados e atualizados\u201d, afirma Ricardo Bueno Salcedo, diretor do Porto Pontal.<\/p>\n<p>Em novembro, o TST (Tribunal Superior do Trabalho) j\u00e1 deu um passo rumo \u00e0 mudan\u00e7a, derrubando uma senten\u00e7a do TRT-SP (Tribunal Regional do Trabalho de S\u00e3o Paulo) que garantia 50% da m\u00e3o de obra avulsa de estivadores nos principais terminais de cont\u00eaineres do Porto de Santos at\u00e9 2018. Assim, as operadoras portu\u00e1rias poder\u00e3o diminuir gradativamente a convoca\u00e7\u00e3o de avulsos at\u00e9 2019.<\/p>\n<p>O fator m\u00e3o de obra tamb\u00e9m interfere na defini\u00e7\u00e3o do novo per\u00edmetro das poligonais portu\u00e1rias. O desenho de um novo tra\u00e7ado esbarra na preocupa\u00e7\u00e3o dos trabalhadores com uma poss\u00edvel diminui\u00e7\u00e3o de postos de emprego. O que muda \u00e9 o modelo de contrata\u00e7\u00e3o: em um porto que est\u00e1 dentro da poligonal \u2013 como o de Paranagu\u00e1, administrado por uma autarquia p\u00fablica \u2013 o v\u00ednculo se estabelece por meio do OGMO (\u00d3rg\u00e3o Gestor de M\u00e3o de Obra do Trabalhador Portu\u00e1rio e Avulso), j\u00e1 em um porto privado, a empresa investidora contrata diretamente seus colaboradores, via CLT (Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho).<\/p>\n<p><strong>No Paran\u00e1 \u2013<\/strong> \u00fanico estado que ainda n\u00e3o atendeu a determina\u00e7\u00e3o do artigo 15 da Lei dos Portos para fazer a revis\u00e3o de sua poligonal \u2013 a proposta da SEP (Secretaria Especial de Portos) era divulgar as \u00e1reas da nova poligonal at\u00e9 o final do ano. Por\u00e9m, o processo est\u00e1 parado desde agosto.<\/p>\n<p>Fonte: Guia Mar\u00edtimo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estivadores, conferentes, soldadores, mec\u00e2nicos, armazenistas, operadores de docagem etc, atualmente, mais de 50 mil trabalhadores no Brasil est\u00e3o empregados em atividades ligadas ao setor portu\u00e1rio&#8230;.<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":9787,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-17279","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17279","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17279"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17279\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17280,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17279\/revisions\/17280"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9787"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17279"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17279"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17279"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}