{"id":17252,"date":"2015-12-09T10:08:10","date_gmt":"2015-12-09T12:08:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=17252"},"modified":"2015-12-09T14:08:58","modified_gmt":"2015-12-09T16:08:58","slug":"tempo-de-liberacao-de-importacoes-nos-portos-maritimos-cai-mais-de-10","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/tempo-de-liberacao-de-importacoes-nos-portos-maritimos-cai-mais-de-10\/","title":{"rendered":"Tempo de libera\u00e7\u00e3o de importa\u00e7\u00f5es nos portos mar\u00edtimos cai mais de 10%"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>Porto de Paranagu\u00e1 foi o mais \u00e1gil do pa\u00eds, j\u00e1 o Porto de Santos ficou como o 4\u00ba mais lento<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Um levantamento divulgado pela Receita Federal, mostra que o intervalo m\u00e9dio entre a chegada do navio ao porto e a entrega da mercadoria ao destino final caiu de 16,44 dias no fim de 2013 para 14,39 dias no in\u00edcio deste ano, queda de 12,5%.<\/p>\n<p>Na opini\u00e3o do coordenador-geral de Administra\u00e7\u00e3o Aduaneira da Receita, Jos\u00e9 Carlos Ara\u00fajo, a articula\u00e7\u00e3o entre os \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos e o setor privado para desburocratizar a importa\u00e7\u00e3o de mercadorias \u00e9 o principal fator. \u201cA Receita Federal trabalha em conjunto com os demais \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos e o setor privado na melhoria da performance do com\u00e9rcio exterior brasileiro\u201d, declarou. Al\u00e9m disso, a ado\u00e7\u00e3o de tecnologias nos procedimentos e a melhoria da log\u00edstica reduziram o tempo de despacho de mercadorias importadas por meio mar\u00edtimo.<\/p>\n<p>A Receita destacou, como medida de redu\u00e7\u00e3o do tempo de despacho, o lan\u00e7amento do Portal \u00danico do Com\u00e9rcio Exterior, que concentra numa \u00fanica p\u00e1gina na internet os procedimentos de importa\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o de mercadorias. Os dados foram colhidos por meio de apura\u00e7\u00f5es de registros eletr\u00f4nicos em dois per\u00edodos: de outubro de 2013 a mar\u00e7o de 2014 e de abril de 2014 a fevereiro de 2015. Todos os portos mar\u00edtimos foram pesquisados.<\/p>\n<p><strong>Portos <\/strong><\/p>\n<p>O destaque ficou para o Porto de Paranagu\u00e1, que foi o mais \u00e1gil do pa\u00eds. Seu intervalo m\u00e9dio foi de 8,86 dias. O porto em que as cargas demoraram mais para serem liberadas foi o de Vit\u00f3ria, com intervalo de 18,92 dias.<\/p>\n<p>Respons\u00e1vel por 44,2% do total das cargas importadas entregues no pa\u00eds, o Porto de Santos foi o quarto mais lento na libera\u00e7\u00e3o das mercadorias, com prazo m\u00e9dio de 12,8 dias.<\/p>\n<p>Apesar de assegurar que a etapa de responsabilidade da Receita Federal, entre o registro e o desembara\u00e7o da mercadoria, demora pouco (1,49 dias em m\u00e9dia), o coordenador ressaltou que h\u00e1 espa\u00e7o para redu\u00e7\u00e3o dos prazos em todas as etapas do processo.<\/p>\n<p>Entre as fases em que o prazo pode diminuir, est\u00e3o a presen\u00e7a de carga (quando o desembarque da carga \u00e9 registrado no porto), o registro da declara\u00e7\u00e3o de importa\u00e7\u00e3o, a anu\u00eancia e a retirada dos bens desembara\u00e7ados.<\/p>\n<p>Fonte: Guia Mar\u00edtimo \/ Foto: Ivan Bueno\/ SEIL &#8211;\u00a0<span>Porto Paranagu\u00e1<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto de Paranagu\u00e1 foi o mais \u00e1gil do pa\u00eds, j\u00e1 o Porto de Santos ficou como o 4\u00ba mais lento Um levantamento divulgado pela Receita&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":17253,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-17252","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17252","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17252"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17252\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17254,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17252\/revisions\/17254"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17253"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17252"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17252"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17252"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}