{"id":17168,"date":"2015-12-03T11:01:48","date_gmt":"2015-12-03T13:01:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=17168"},"modified":"2015-12-03T11:02:08","modified_gmt":"2015-12-03T13:02:08","slug":"petroleo-e-gas-producao-em-outubro-foi-estavel-em-comparacao-com-setembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/petroleo-e-gas-producao-em-outubro-foi-estavel-em-comparacao-com-setembro\/","title":{"rendered":"Petr\u00f3leo e G\u00e1s: produ\u00e7\u00e3o em outubro foi est\u00e1vel em compara\u00e7\u00e3o com setembro"},"content":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e a de g\u00e1s natural em outubro no Brasil foi est\u00e1vel na compara\u00e7\u00e3o com setembro. Foram produzidos aproximadamente\u00a0 2,406 milh\u00f5es de barris de petr\u00f3leo por dia (bbl\/d), um aumento de 0,5% na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas anterior e tamb\u00e9m em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas em 2014. J\u00e1 produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural totalizou 97,6 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos por dia (m\u00b3\/d), um aumento de 0,2 %, frente ao m\u00eas anterior e de 5,3 % na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas em 2014.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o total de petr\u00f3leo e g\u00e1s natural no Brasil no m\u00eas de setembro alcan\u00e7ou aproximadamente 3,020 milh\u00f5es de barris de \u00f3leo equivalente por dia (boe\/d). Mais informa\u00e7\u00f5es no Boletim da Produ\u00e7\u00e3o da ANP.<\/p>\n<p><strong>Pr\u00e9-sal<\/strong><\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o do pr\u00e9-sal, oriunda de 52 po\u00e7os, foi de 809,8 mil barris por dia (bbl\/d) de petr\u00f3leo e 31,1 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos por dia (m\u00b3\/d) de g\u00e1s natural, totalizando 1,005 milh\u00e3o de barris de \u00f3leo equivalente por dia (boe\/d), uma redu\u00e7\u00e3o de 2,3% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. Os po\u00e7os do \u201cpr\u00e9-sal\u201d s\u00e3o aqueles cuja produ\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada no horizonte geol\u00f3gico denominado pr\u00e9-sal, em campos localizados na \u00e1rea definida no inciso IV do caput do art. 2\u00ba da Lei n\u00ba 12.351, de 2010.<\/p>\n<p><strong>Queima de g\u00e1s<\/strong><\/p>\n<p>O aproveitamento de g\u00e1s natural no m\u00eas foi de 95,8%. A queima de g\u00e1s em outubro foi de 4,1 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos por dia (m\u00b3\/d), uma redu\u00e7\u00e3o de 15,7%, se comparada ao m\u00eas anterior e um aumento de 5,8 % em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas em 2014.<\/p>\n<p><strong>Campos produtores<\/strong><\/p>\n<p>Os campos mar\u00edtimos produziram 93,3% do petr\u00f3leo e 76,2% do g\u00e1s natural. A produ\u00e7\u00e3o ocorreu em 8.998 po\u00e7os, sendo 775 mar\u00edtimos e 8.223 terrestres. Os campos operados pela Petrobras produziram 93,2% do petr\u00f3leo e g\u00e1s natural.<\/p>\n<p>O campo de Lula, na Bacia de Santos, foi o maior produtor de petr\u00f3leo e g\u00e1s natural, produzindo, em m\u00e9dia, 331,3 mil bbl\/d de petr\u00f3leo e 15,7 milh\u00f5es de m3\/d de g\u00e1s natural.<\/p>\n<p>Carm\u00f3polis, na Bacia de Sergipe, teve o maior n\u00famero de po\u00e7os produtores: 1.065. Marlim, na Bacia de Campos, foi o campo mar\u00edtimo com maior n\u00famero de po\u00e7os produtores: 62.<\/p>\n<p>A plataforma P-58, localizada no campo de Jubarte, produziu, por meio de 8 po\u00e7os a ela interligados, 146,3 mil boe\/d e foi a plataforma com maior produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As bacias maduras terrestres (campos\/testes de longa dura\u00e7\u00e3o das bacias do Esp\u00edrito Santo, Potiguar, Rec\u00f4ncavo, Sergipe e Alagoas) produziram 165,5 mil boe\/d, sendo 134,5 mil bbl\/d de petr\u00f3leo e 4,9 milh\u00f5es de m\u00b3\/d de g\u00e1s natural. Desse total, 160,4 mil barris de \u00f3leo equivalente por dia foram produzidos pela Petrobras e 3,6 mil boe\/d por concess\u00f5es n\u00e3o operadas pela Petrobras, sendo 313 boe\/d em Alagoas, 1.570 boe\/d na Bahia, 26 boe\/d no Esp\u00edrito Santo, 1.505 boe\/d no Rio Grande do Norte e 213 boe\/d em Sergipe.<\/p>\n<p><strong>Outras informa\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Em outubro de 2015, 307 concess\u00f5es operadas por 26 empresas foram respons\u00e1veis pela produ\u00e7\u00e3o nacional. Destas, 82 s\u00e3o concess\u00f5es mar\u00edtimas e 225 terrestres. Do total das concess\u00f5es produtoras, uma se encontra em atividade explorat\u00f3ria e produzindo atrav\u00e9s de Teste de Longa Dura\u00e7\u00e3o (TLD) e outras oito s\u00e3o relativas a contratos de \u00e1reas contendo acumula\u00e7\u00f5es marginais.<\/p>\n<p>O grau API m\u00e9dio do petr\u00f3leo produzido em setembro foi de 25, sendo 7,8% da produ\u00e7\u00e3o considerada \u00f3leo leve (&gt;=31\u00b0API), 60% \u00f3leo m\u00e9dio (&gt;=22 API e &lt;31 API) e 32,2% \u00f3leo pesado (&lt;22 API), de acordo com a classifica\u00e7\u00e3o da Portaria ANP n\u00ba 09\/2000.<\/p>\n<p>Fonte: ANP<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e a de g\u00e1s natural em outubro no Brasil foi est\u00e1vel na compara\u00e7\u00e3o com setembro. 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