{"id":13116,"date":"2015-06-30T10:12:03","date_gmt":"2015-06-30T13:12:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=13116"},"modified":"2015-06-30T11:03:48","modified_gmt":"2015-06-30T14:03:48","slug":"dow-brasil-quer-abrir-terminal-privado-em-porto-de-aratu-para-industrias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/dow-brasil-quer-abrir-terminal-privado-em-porto-de-aratu-para-industrias\/","title":{"rendered":"Dow Brasil quer abrir terminal privado em porto de Aratu para ind\u00fastrias"},"content":{"rendered":"<p>Uma das gigantes do setor de qu\u00edmicos e agroqu\u00edmicos, a Dow Brasil planeja abrir o terminal portu\u00e1rio privado da empresa em Aratu, no munic\u00edpio de Candeias, para utiliza\u00e7\u00e3o por outras ind\u00fastrias instaladas na Bahia. De acordo com a multinacional americana, que j\u00e1 atua no estado h\u00e1 40 anos, a medida pode triplicar o embarque de qu\u00edmicos na regi\u00e3o portu\u00e1ria, contribuindo com o projeto de expans\u00e3o do Porto de Aratu, que j\u00e1 n\u00e3o suporta a demanda atual. Hoje, somente com os produtos da Dow, o terminal da empresa movimenta por ano\u00a0 500 mil toneladas de qu\u00edmicos, podendo passar para 1,5 milh\u00e3o de toneladas, com a consolida\u00e7\u00e3o do projeto.<\/p>\n<p>A proposta, que j\u00e1 est\u00e1 em an\u00e1lise pelas secretarias estaduais de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Infraestrutura, al\u00e9m da Casa Civil, \u00e9 aguardada com expectativa pelas ind\u00fastrias exportadoras, j\u00e1 que a nova pol\u00edtica de concess\u00f5es do governo federal para o Porto de Aratu acabou frustrando as expectativas do setor.<\/p>\n<p>Conforme previsto pelo programa federal, ser\u00e3o investidos R$ 326,4 milh\u00f5es para o terminal de graneis s\u00f3lidos do porto, medida considerada insuficiente pela Associa\u00e7\u00e3o de Usu\u00e1rios dos Portos da Bahia (Usuport). A entidade estima a necessidade de, pelo menos, R$ 2 bilh\u00f5es somente para interven\u00e7\u00f5es mais emergenciais.<\/p>\n<p>&#8220;Temos uma posi\u00e7\u00e3o privilegiada e o governo estadual, por sua vez, tem uma estrat\u00e9gia de desenvolvimento para aquela \u00e1rea, desde o Porto de Aratu at\u00e9 o Canal de Cotegipe, e o que estamos tentando \u00e9 compor, junto com o Estado, a melhor forma da gente participar desse desenvolvimento&#8221;, afirma o diretor de opera\u00e7\u00f5es da Dow em Aratu, Rodrigo Silveira. A Dow investiria, no m\u00ednimo, R$ 200 milh\u00f5es no projeto, com possibilidade de expans\u00e3o, a depender do modelo a ser aprovado.<\/p>\n<p>Segundo Silveira, a ideia inicial \u00e9 ampliar o terminal da empresa, por meio da cria\u00e7\u00e3o de uma Sociedade de Prop\u00f3sito Espec\u00edfico (SPE), para a constru\u00e7\u00e3o de novos tanques de armazenamento e ilhas de carregamento de caminh\u00f5es, &#8220;com a utiliza\u00e7\u00e3o do pier j\u00e1 existente, que j\u00e1 tem condi\u00e7\u00f5es de ter sua capacidade triplicada&#8221;, como ressalta o executivo. A SPE investiria na amplia\u00e7\u00e3o da infraestrutura do terminal, para depois explorar os servi\u00e7os portu\u00e1rios junto \u00e0s empresas interessadas, cujos projetos de expans\u00e3o estariam barrados por conta das limita\u00e7\u00f5es do Porto de Aratu.<\/p>\n<p>Pelas estimativas da Dow, caso os governos estadual e federal aprovem este ano o modelo, ainda levaria, no m\u00ednimo, cerca de dois anos para a entrada em opera\u00e7\u00e3o do empreendimento, por conta dos prazos previstos para licenciamentos em geral, al\u00e9m da documenta\u00e7\u00e3o junto \u00e0 Marinha. &#8220;Da\u00ed a nossa urg\u00eancia em dar o pontap\u00e9 inicial para o projeto ainda agora em 2015, quando tamb\u00e9m j\u00e1 poder\u00edamos compor a SPE&#8221;, diz Silveira, que espera pela an\u00e1lise t\u00e9cnica da equipe estadual.<\/p>\n<p><strong>Novo\u00a0 neg\u00f3cio<\/strong><\/p>\n<p>O terminal portu\u00e1rio da empresa de Aratu tem sido um dos fatores considerados pela pr\u00f3pria Dow para trazer um novo empreendimento do grupo para a Bahia. No pr\u00f3prio complexo industrial de Candeias seria implantada uma f\u00e1brica de agroqu\u00edmicos, complementando a produ\u00e7\u00e3o j\u00e1 existente no oeste do estado. &#8220;Estamos ainda disputando esse projeto com as outras unidades da Dow em toda a Am\u00e9rica Latina, mas o nosso porto tem sido um diferencial&#8221;, revela Silveira.\u00a0\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>Para o presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado da Bahia (Fieb), Ricardo Alban, &#8220;projetos, como o da Dow para a \u00e1rea portu\u00e1ria, s\u00e3o importantes para aumentar a efici\u00eancia log\u00edstica, reduzindo, consequentemente, custos e ampliando a competitividade das empresas baianas&#8221;. Alban ressaltou a import\u00e2ncia da integra\u00e7\u00e3o com os projetos governamentais.<\/p>\n<p>Em visita \u00e0 Bahia este m\u00eas, a presidente Dilma Rousseff at\u00e9 sinalizou que poderia ampliar os investimentos previstos para o Porto de Aratu. As medidas, tidas como emergenciais, s\u00e3o, entretanto, consideradas ainda insuficientes para a demanda do porto baiano.<\/p>\n<p>Fonte: A Tarde.com.br\/Joyce de Sousa \/\u00a0<span>Foto: Manu Dias\/ Agecom<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma das gigantes do setor de qu\u00edmicos e agroqu\u00edmicos, a Dow Brasil planeja abrir o terminal portu\u00e1rio privado da empresa em Aratu, no munic\u00edpio de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":13117,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-13116","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13116","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13116"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13116\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13118,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13116\/revisions\/13118"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13117"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13116"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13116"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13116"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}