{"id":12996,"date":"2015-06-23T16:01:59","date_gmt":"2015-06-23T19:01:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=12996"},"modified":"2015-06-23T16:01:59","modified_gmt":"2015-06-23T19:01:59","slug":"transpetro-pode-ser-multada-em-r-50-milhoes-por-vazamento-de-oleo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/transpetro-pode-ser-multada-em-r-50-milhoes-por-vazamento-de-oleo\/","title":{"rendered":"Transpetro pode ser multada em R$ 50 milh\u00f5es por vazamento de \u00f3leo"},"content":{"rendered":"<p>A Transpetro, empresa subsidi\u00e1ria da Petrobras, que teve um vazamento de petr\u00f3leo em seu oleoduto na Ba\u00eda de Sepetiba, pode sofrer uma puni\u00e7\u00e3o de R$ 50 milh\u00f5es. A multa \u00e9 a primeira medida administrativa da Prefeitura da Mangaratiba, na Costa Verde fluminense, contra a empresa.<\/p>\n<p>A Transpetro informou que j\u00e1 foi notificada, e que tem prazo de 15 dias \u00fateis para dar uma resposta, a contar do dia do acidente, na \u00faltima sexta-feira (19). O vazamento atingiu um c\u00f3rrego, na altura de Coroa Grande, e o \u00f3leo escorreu pela Cachoeira Itingu\u00e7u, desaguando no mar.<\/p>\n<p>O subsecret\u00e1rio municipal de meio ambiente de Mangaratiba, Cl\u00e1udio Maia, disse quea multa se deu por a empresa ser reincidente, e por que o vazamento atingiu duas unidades de conserva\u00e7\u00e3o: a \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (APA) Mangaratiba e a APA Boto Cinza. \u201cNosso pr\u00f3ximo passo \u00e9 consolidar todos os relat\u00f3rios feitos pelos \u00f3rg\u00e3os ambientais,Inea e Ibama, pelas organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais [ONGs] que acompanham o processo e pela pr\u00f3pria Transpetro para elaborar um relat\u00f3rio consolidado final.\u201d A partir do relat\u00f3rio, e com a apresenta\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o de defesa da Transpetro, uma comiss\u00e3o jur\u00eddica da prefeitura e do estado avaliar\u00e3o o caso.<\/p>\n<p>Maia disse que as medidas de conting\u00eancia est\u00e3o sendo feitas e a mancha de \u00f3leo j\u00e1 dispersou. \u201cA prefeitura est\u00e1 24 horas por dia acompanhando as medidas de conting\u00eancia. Estamos realizando sobrevoos di\u00e1rios para acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o da mancha de \u00f3leo.\u201d Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m est\u00e1 sendo feito um monitoramento por \u00e1gua, com coleta da \u00e1gua, fotografia e filmagem. Essa \u00e1gua coletada vai ser encaminhada amanh\u00e3 (23) para um laborat\u00f3rio credenciado pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea).<\/p>\n<p>A coordenadora e bi\u00f3loga do Instituto Boto Cinza, K\u00e1tia Silva, analisou que o impacto ambiental do vazamento de \u00f3leo pode ter um preju\u00edzo incalcul\u00e1vel, principalmente na \u00e1rea do manguezal de Itacuru\u00e7\u00e1, regi\u00e3o que reteve boa parte do \u00f3leo. \u201cEsse vazamento impacta todo o ecossistema. Ele barra a entrada da luz solar, ent\u00e3o as algas n\u00e3o podem fazer a fotoss\u00edntese, que \u00e9 a base de toda a cadeia alimentar, prejudicando diversas esp\u00e9cies.\u201d Ela acrescentou ainda que \u201co impacto no mangue \u00e9 enorme, j\u00e1 que atinge toda a base do ecossistema da Ba\u00eda de Sepetiba, desde a biodiversidade que vive no mangue at\u00e9 aqueles que dependem dela para a sua sobreviv\u00eancia.\u201d<\/p>\n<p>K\u00e1tia Silva reclamou da resposta tardia da Transpetro aos problemas do vazamento do duto. \u201cQuanto mais se demora para agir, maior o impacto.\u201d Ela ainda afirmou que o valor divulgado de 600 litros de derramamento de \u00f3leo n\u00e3o corresponde com a realidade. \u201cUma coisa \u00e9 certa, foi muito mais do que os 600 litros, divulgado pela companhia&#8221;.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil \/ Foto: ilustrativa<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Transpetro, empresa subsidi\u00e1ria da Petrobras, que teve um vazamento de petr\u00f3leo em seu oleoduto na Ba\u00eda de Sepetiba, pode sofrer uma puni\u00e7\u00e3o de R$&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":6512,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-12996","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12996","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12996"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12996\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12997,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12996\/revisions\/12997"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6512"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12996"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12996"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12996"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}