{"id":12979,"date":"2015-06-23T15:19:16","date_gmt":"2015-06-23T18:19:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=12979"},"modified":"2015-06-23T15:19:16","modified_gmt":"2015-06-23T18:19:16","slug":"chouest-dos-eua-dobra-estrutura-no-porto-do-acu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/chouest-dos-eua-dobra-estrutura-no-porto-do-acu\/","title":{"rendered":"Chouest, dos EUA, dobra estrutura no Porto do A\u00e7u"},"content":{"rendered":"<p>A americana Edison Chouest Offshore (ECO) anuncioua ontem, segunda-feira (22), a antecipa\u00e7\u00e3o de seus investimentos no Brasil para criar no Porto do A\u00e7u, no Rio de Janeiro, a maior base de apoio \u00e0s atividades de explora\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo em alto-mar (offshore) do mundo. De olho no crescimento da demanda, a empresa decidiu adiantar em cinco meses o direito que tinha de adquirir mais \u00e1reas no porto e, com isso, praticamente dobrou sua estrutura no A\u00e7u.<\/p>\n<p>A Prumo, dona do Porto do A\u00e7u, faz mist\u00e9rio sobre as cifras envolvidas no neg\u00f3cio. Mas a Edison Chouest d\u00e1 uma pista ao revelar que o investimento de R$ 450 milh\u00f5es para a constru\u00e7\u00e3o da base de apoio offshore ter\u00e1 de dobrar com essa amplia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;Antecipamos o investimento para poder acelerar nossas obras. Ap\u00f3s o contrato com a Petrobras, tivemos uma forte procura das empresas internacionais e estamos muito avan\u00e7ados nas negocia\u00e7\u00f5es&#8221;, disse Ricardo Chagas, diretor para a Am\u00e9rica Latina do Grupo Chouest e presidente da Brasil Port.<\/p>\n<p>Em fevereiro, depois de um processo de licita\u00e7\u00e3o conturbado, a empresa americana fechou um contrato de R$ 2 bilh\u00f5es com a Petrobras para fornecer servi\u00e7os portu\u00e1rios para as plataformas na Bacia de Campos com a utiliza\u00e7\u00e3o de seis ber\u00e7os de atraca\u00e7\u00e3o de navios no A\u00e7u. A Chouest venceu a licita\u00e7\u00e3o em novembro, mas o contrato s\u00f3 foi assinado meses depois, por causa de uma a\u00e7\u00e3o judicial da prefeitura de Maca\u00e9, regi\u00e3o onde se localiza a maior produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo do Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Com a amplia\u00e7\u00e3o acertada este m\u00eas, a empresa ter\u00e1 agora capacidade para atender 15 navios ao mesmo tempo, incluindo os seis ber\u00e7os destinados exclusivamente \u00e0s embarca\u00e7\u00f5es da Petrobras. Uma estrutura bem maior do que os seis ber\u00e7os do Porto de Maca\u00e9, no Rio de Janeiro, onde a maior parte das atividades offshore da Petrobras oriundas da Bacia de Campos \u00e9 realizada.<\/p>\n<p>A previs\u00e3o \u00e9 de que pelo menos os primeiros tr\u00eas ber\u00e7os no A\u00e7u estejam conclu\u00eddos at\u00e9 novembro. O projeto inclui ainda a instala\u00e7\u00e3o de um estaleiro de reparo naval para atender suas embarca\u00e7\u00f5es e de terceiros. No Brasil, a americana tem 70 embarca\u00e7\u00f5es de apoio mar\u00edtimo offshore operando para a Petrobras, Shell, Queiroz Galv\u00e3o, Total, Repsol e Statoil. J\u00e1 o estaleiro \u00e9 previsto para entrar em opera\u00e7\u00e3o a partir do primeiro semestre de 2017.<\/p>\n<p>&#8220;O investimento da Chouest d\u00e1 um selo de qualidade ao Porto do A\u00e7u. Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m deve atrair novas ind\u00fastrias para c\u00e1&#8221;, afirmou o presidente da Prumo, Eduardo Parente. &#8220;A Edison Chouest \u00e9 a l\u00edder no setor de apoio offshore. \u00c9 mais uma prova de que o Porto do A\u00e7u ser\u00e1 o principal polo para o setor de oleo e g\u00e1s&#8221;, completou.<\/p>\n<p>A constru\u00e7\u00e3o de um estaleiro pelo grupo americano minimiza a perda causada ao porto pela crise da OSX, empresa de constru\u00e7\u00e3o naval criada pelo empres\u00e1rio Eike Batista para atender a demanda do setor e que hoje est\u00e1 em recupera\u00e7\u00e3o judicial. Quando o A\u00e7u foi idealizado por Eike, antes da venda da companhia para a Global Energy Partners em agosto de 2013, o objetivo era fazer da OSX o grande estaleiro fornecedor da Petrobr\u00e1s para suas investidas na explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s no pr\u00e9-sal. A derrocada do grupo interrompeu os planos.<\/p>\n<p>Com uma \u00e1rea de 1.030 metros de frente de cais, a previs\u00e3o \u00e9 de que a unidade da Chouest movimente 10,8 mil navios por ano. O presidente da Prumo ressaltou ainda que o grupo americano ficar\u00e1 com uma retro\u00e1rea de cerca de 600 mil metros quadrados, o que tamb\u00e9m \u00e9 um diferencial importante na atra\u00e7\u00e3o das atividades offshore para o A\u00e7u. No Porto de Maca\u00e9, por exemplo, a retro\u00e1rea \u00e9 de apenas 50 mil quadrados. \u00c9 nesse espa\u00e7o que se faz o armazenamento das cargas e, muitas vezes, se localiza o desembara\u00e7o aduaneiro. Al\u00e9m disso, ponderou Parente, a estrutura e as tecnologias utilizadas no A\u00e7u s\u00e3o mais modernas, o que gera maior efici\u00eancia e rapidez nas atividades dos clientes. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Estado\/O Estado de S. Paulo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A americana Edison Chouest Offshore (ECO) anuncioua ontem, segunda-feira (22), a antecipa\u00e7\u00e3o de seus investimentos no Brasil para criar no Porto do A\u00e7u, no Rio&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":7425,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-12979","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12979","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12979"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12979\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12980,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12979\/revisions\/12980"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7425"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12979"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12979"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12979"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}