{"id":12894,"date":"2015-06-19T10:35:46","date_gmt":"2015-06-19T13:35:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=12894"},"modified":"2015-06-19T10:35:46","modified_gmt":"2015-06-19T13:35:46","slug":"ultracargo-recebe-61-acoes-apos-incendio-em-tanques-no-porto-de-santos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/ultracargo-recebe-61-acoes-apos-incendio-em-tanques-no-porto-de-santos\/","title":{"rendered":"Ultracargo recebe 61 a\u00e7\u00f5es ap\u00f3s inc\u00eandio em tanques no Porto de Santos"},"content":{"rendered":"<p>Prestes a completar tr\u00eas meses em que as chamas tomaram conta de tanques da Ultracargo, na Alemoa, a Justi\u00e7a santista vive uma enxurrada de a\u00e7\u00f5es relacionadas ao evento. At\u00e9 esta quinta-feira (18), a Comarca da Cidade j\u00e1 tinha recebido 61 processos. Ao todo, 52 deles foram propostos por motoristas aut\u00f4nomos, caminhoneiros e donos de caminh\u00e3o, que alegam ter sido prejudicados por conta do impedimento da chegada de ve\u00edculos pesados \u00e0 Margem Direita do Porto de Santos.<\/p>\n<p>A restri\u00e7\u00e3o come\u00e7ou a vigorar \u00e0 zero hora de 6 de abril. A decis\u00e3o de impedir o tr\u00e1fego de ve\u00edculos pesados na Cidade foi tomada pelo gabinete de crise criado na ocasi\u00e3o. Era formado por autoridades de diversos setores da Prefeitura, do Governo do Estado e da Uni\u00e3o.<\/p>\n<p>O tr\u00e1fego de caminh\u00f5es foi limitado na regi\u00e3o durante 10 dias, afetando tamb\u00e9m outras categorias. Engrossa essa fileira a a\u00e7\u00e3o movida pelo Sindicato dos Trabalhadores na Movimenta\u00e7\u00e3o de Mercadorias em Geral e dos Arrumadores de Santos, S\u00e3o Vicente, Guaruj\u00e1, Cubat\u00e3o e S\u00e3o Sebasti\u00e3o.<\/p>\n<p>Outra frente \u00e9 encabe\u00e7ada por pescadores aut\u00f4nomos e pelas col\u00f4nias de pesca da Baixada, estas representadas pela Associa\u00e7\u00e3o Litor\u00e2nea da Pesca Extrativista de S\u00e3o Paulo em uma a\u00e7\u00e3o coletiva que pede R$ 10 milh\u00f5es em indeniza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Tr\u00e1fego de caminh\u00f5es na \u00e1rea do inc\u00eandio ficou limitado durante os dez dias do inc\u00eandio<\/p>\n<p>No inc\u00eandio, que durou de 2 a 10 de abril, 10 toneladas de peixes surgiram mortos, boiando no Estu\u00e1rio de Santos e em bra\u00e7os de mar da regi\u00e3o. Os pescadores argumentam que n\u00e3o trabalham desde ent\u00e3o.<\/p>\n<p>A Ultracargo e o Terminal Qu\u00edmico Arat\u00fa S\/A (Tequimar) s\u00e3o r\u00e9us das a\u00e7\u00f5es propostas. As v\u00edtimas pedem o pagamento de lucros cessantes \u2013 uma esp\u00e9cie de indeniza\u00e7\u00e3o compensat\u00f3ria por aquilo que deixou de ser lucrado.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da repara\u00e7\u00e3o, as pessoas prejudicadas pelo inc\u00eandio tamb\u00e9m pleiteiam uma indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais, por conta de transtornos e constrangimentos vividos nos momentos de caos dos primeiros dias do inc\u00eandio.<\/p>\n<p>\u201cMeus clientes tiveram de dormir no meio da estrada. Ficaram impossibilitados de entregar as cargas, de receber das empresas. Passaram por situa\u00e7\u00f5es muito constrangedoras\u201d, argumenta Adriana Rodrigues Faria, advogada de um grupo de caminhoneiros da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Por nota, a Ultracargo informa que acompanha eventuais demandas judiciais \u00e0 medida em que \u00e9 notificada e que prestar\u00e1 os devidos esclarecimentos nos f\u00f3runs adequados.<\/p>\n<p>Fonte: A Tribuna<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Prestes a completar tr\u00eas meses em que as chamas tomaram conta de tanques da Ultracargo, na Alemoa, a Justi\u00e7a santista vive uma enxurrada de a\u00e7\u00f5es&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":11586,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-12894","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12894","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12894"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12894\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12895,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12894\/revisions\/12895"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11586"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12894"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12894"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12894"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}