{"id":12562,"date":"2015-06-01T10:42:07","date_gmt":"2015-06-01T13:42:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=12562"},"modified":"2015-06-01T10:42:07","modified_gmt":"2015-06-01T13:42:07","slug":"fonseca-destaca-crescimento-do-transporte-de-cabotagem-em-palestra-na-escola-de-guerra-naval","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/fonseca-destaca-crescimento-do-transporte-de-cabotagem-em-palestra-na-escola-de-guerra-naval\/","title":{"rendered":"Fonseca destaca crescimento do transporte de cabotagem em palestra na Escola de Guerra Naval"},"content":{"rendered":"<p>O diretor da ANTAQ, Fernando Fonseca, palestrou na \u00faltima segunda-feira (25) no painel sobre a Marinha Mercante Brasileira, em evento realizado na Escola de Guerra Naval, no Rio de Janeiro (RJ). Fonseca discorreu sobre as a\u00e7\u00f5es governamentais em rela\u00e7\u00e3o ao novo marco legal do setor portu\u00e1rio e seus reflexos para a Marinha Mercante brasileira.<\/p>\n<p>Em sua palestra, Fonseca destacou o potencial do transporte por cabotagem, afirmando que a navega\u00e7\u00e3o realizada entre os portos brasileiros \u00e9 a modalidade de transporte mais l\u00f3gica para o pa\u00eds. \u201cTemos 7,3 mil quil\u00f4metros de costa, 80% da nossa popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 a 200km do litoral e a atividade industrial brasileira est\u00e1 concentrada ao longo da costa\u201d, observou.<\/p>\n<p>Segundo ele, os n\u00fameros da cabotagem brasileira t\u00eam sido positivos. Em 2014, foram movimentados aproximadamente 212 milh\u00f5es de toneladas por esse tipo de navega\u00e7\u00e3o, contra 205 milh\u00f5es de toneladas, em 2013. Desde 2010, a navega\u00e7\u00e3o de cabotagem vem registrando um crescimento, em m\u00e9dia, de 3,9% ao ano na movimenta\u00e7\u00e3o de cargas, crescimento que chegou a 19% no transporte de cont\u00eaineres.<\/p>\n<p>Mas a cabotagem deve se desenvolver ainda mais, acredita o diretor da ANTAQ: \u201cPara isso, \u00e9 preciso haver a moderniza\u00e7\u00e3o e o crescimento da frota brasileira, integra\u00e7\u00e3o multimodal, execu\u00e7\u00e3o do transporte com esquema porta a porta e amplia\u00e7\u00e3o da natureza da carga transportada, entre outros aspectos\u201d, avaliou.<\/p>\n<p>Fonseca lembrou que, com a aplica\u00e7\u00e3o da chamada lei dos caminhoneiros, que criou uma s\u00e9rie de exig\u00eancias para os transportadores rodovi\u00e1rios, o diferencial que existia de custo entre os dois modais diminuir\u00e1, aumentando a participa\u00e7\u00e3o da cabotagem.<\/p>\n<p>O diretor da ANTAQ explicou que as embarca\u00e7\u00f5es estrangeiras s\u00f3 podem participar do transporte de mercadorias na navega\u00e7\u00e3o de cabotagem e nas navega\u00e7\u00f5es interior de percurso nacional, de apoio mar\u00edtimo e apoio portu\u00e1rio, quando afretadas por empresas brasileiras de navega\u00e7\u00e3o, salvo existir acordo internacional que garanta mesmo tratamento \u00e0 bandeira brasileira por parte de outros estados contratantes.<\/p>\n<p>Fonseca tamb\u00e9m falou sobre o SAMA, sistema informatizado de consulta da ANTAQ ao mercado sobre a disponibilidade de embarca\u00e7\u00e3o de bandeira brasileira para prestar um servi\u00e7o de navega\u00e7\u00e3o. \u201cO afretamento de embarca\u00e7\u00f5es da frota brasileira tem preced\u00eancia sobre as estrangeiras. Portanto, se tiver uma embarca\u00e7\u00e3o nacional dispon\u00edvel, ela ter\u00e1 prefer\u00eancia no afretamento\u201d, disse, observando que esse tratamento diferenciado \u00e0 empresa brasileira est\u00e1 disciplinado no normativo que a Ag\u00eancia editou em fevereiro \u00faltimo.<\/p>\n<p>O diretor da ANTAQ falou ainda sobre os esfor\u00e7os p\u00fablicos e privados para recomposi\u00e7\u00e3o e moderniza\u00e7\u00e3o da frota de bandeira brasileira, como o programa da Transpetro para constru\u00e7\u00e3o de 49 navios de grande porte, em estaleiros nacionais e a aquisi\u00e7\u00e3o de novos navios cont\u00eaineros por empresas brasileiras de navega\u00e7\u00e3o para operar na cabotagem.<\/p>\n<p><strong>Autoridade mar\u00edtima<\/strong><\/p>\n<p>O painel tamb\u00e9m teve uma apresenta\u00e7\u00e3o do diretor do Departamento de Portos e Costas da Marinha do Brasil, vice-almirante Cl\u00e1udio Portugal de Viveiros.<\/p>\n<p>Em sua palestra, o diretor do DPC discorreu sobre a evolu\u00e7\u00e3o do transporte mar\u00edtimo mundial, fus\u00f5es e aquisi\u00e7\u00f5es de empresas de navega\u00e7\u00e3o, aumento do porte das embarca\u00e7\u00f5es e sobre o processo crescente de conteineriza\u00e7\u00e3o das cargas.<\/p>\n<p>Viveiros tamb\u00e9m falou sobre o potencial da navega\u00e7\u00e3o interior, os principais gargalos para o desenvolvimento do transporte aquavi\u00e1rio no Brasil e as atribui\u00e7\u00f5es da autoridade mar\u00edtima que impactam a navega\u00e7\u00e3o mercante brasileira.<\/p>\n<p>Fonte: Antaq<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O diretor da ANTAQ, Fernando Fonseca, palestrou na \u00faltima segunda-feira (25) no painel sobre a Marinha Mercante Brasileira, em evento realizado na Escola de Guerra&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":3530,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-12562","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12562","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12562"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12562\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12563,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12562\/revisions\/12563"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3530"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12562"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12562"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12562"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}