{"id":12527,"date":"2015-05-29T10:10:18","date_gmt":"2015-05-29T13:10:18","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=12527"},"modified":"2015-05-29T10:10:18","modified_gmt":"2015-05-29T13:10:18","slug":"industria-naval-deve-demitir-mais-com-demora-da-reestruturacao-da-sete-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/industria-naval-deve-demitir-mais-com-demora-da-reestruturacao-da-sete-brasil\/","title":{"rendered":"Ind\u00fastria Naval deve demitir mais com demora da reestrutura\u00e7\u00e3o da Sete Brasil"},"content":{"rendered":"<p>Sem receberem um centavo desde novembro de 2014 com a interrup\u00e7\u00e3o dos pagamentos para a constru\u00e7\u00e3o de sondas de explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo encomendadas pela Sete Brasil, principal fornecedora da Petrobras no pr\u00e9-sal, diversos estaleiros nacionais podem fechar as portas, caso a empresa n\u00e3o retome suas atividades nos pr\u00f3ximos 60 a 90 dias. Segundo o Sindicato Nacional da Constru\u00e7\u00e3o Naval (Sinaval), as mais de 11 mil demiss\u00f5es no setor at\u00e9 agora podem dobrar nos pr\u00f3ximos meses se a reestrutura\u00e7\u00e3o da companhia n\u00e3o for conclu\u00edda e as encomendas retomadas.<\/p>\n<p>Entre 2012 e 2013, a Sete Brasil encomendou a constru\u00e7\u00e3o de 29 sondas de explora\u00e7\u00e3o do pr\u00e9-sal em estaleiros brasileiros, mas uma d\u00edvida estimada em US$ 4 bilh\u00f5es paralisou as atividades da empresa. Al\u00e9m disso, os desdobramentos da opera\u00e7\u00e3o Lava-Jato prejudicam a tarefa da Petrobras em auxiliar a reestrutura\u00e7\u00e3o de sua maior fornecedora.<\/p>\n<p>&#8220;A previs\u00e3o de receitas para o setor da constru\u00e7\u00e3o naval em 2015 era de R$ 10 bilh\u00f5es a R$ 12 bilh\u00f5es, considerando a Sete Brasil. Sem a empresa, a receita dos estaleiros cair\u00e1 para menos da metade, para R$ 4 bilh\u00f5es a R$ 4,5 bilh\u00f5es&#8221;, afirma o presidente do Sinaval, Ariovaldo Rocha.<\/p>\n<p>Sem receber h\u00e1 seis meses, o setor n\u00e3o teria como suportar mais um trimestre sem a retomada dos pagamentos. &#8220;O processo de reestrutura\u00e7\u00e3o da Sete Brasil precisa ocorrer rapidamente, mesmo que isso signifique uma redu\u00e7\u00e3o significativa na quantidade de sondas planejadas. Pelo menos daria para rodar os estaleiros. O setor n\u00e3o suporta mais dois ou tr\u00eas meses sem pagamentos&#8221;, alerta Rocha.<\/p>\n<p>Aprovado no \u00faltimo dia 15 de maio, o esbo\u00e7o do plano de salvamento da companhia prev\u00ea que o Banco do Brasil e a Caixa Econ\u00f4mica Federal assumam as linhas de financiamento que at\u00e9 ent\u00e3o eram geridas pelo BNDES. A proposta, que ainda precisa ser detalhada com credores, investidores, clientes e os pr\u00f3prios estaleiros tamb\u00e9m reduz a encomenda para menos de 20 sondas.<\/p>\n<p>Para Rocha, independentemente dos desdobramentos da CPI da Petrobras e das investiga\u00e7\u00f5es da Opera\u00e7\u00e3o Lava-Jato sobre a Petrobras, a explora\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo na costa brasileira n\u00e3o pode parar. Ele cita que, devido \u00e0 falta de pagamento, quatro sondas que estariam prontas para operar ainda este ano agora s\u00f3 poder\u00e3o ser entregues em 2016, prejudicando todo o cronograma de produ\u00e7\u00e3o no pr\u00e9-sal.<\/p>\n<p>&#8220;O importante \u00e9 voltarmos a trabalhar para evitarmos novas demiss\u00f5es. Mesmo com uma redu\u00e7\u00e3o na quantidade original de sondas previstas, achamos que podemos realocar essa m\u00e3o de obra para a constru\u00e7\u00e3o de duas plataformas em estaleiros no Sul do Pa\u00eds, que est\u00e3o em fase de renegocia\u00e7\u00e3o&#8221;, completa.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Estado<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sem receberem um centavo desde novembro de 2014 com a interrup\u00e7\u00e3o dos pagamentos para a constru\u00e7\u00e3o de sondas de explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo encomendadas pela Sete&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":3239,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-12527","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12527","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12527"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12527\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12528,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12527\/revisions\/12528"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3239"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12527"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12527"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12527"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}