{"id":12510,"date":"2015-05-28T10:04:57","date_gmt":"2015-05-28T13:04:57","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=12510"},"modified":"2015-05-28T10:04:57","modified_gmt":"2015-05-28T13:04:57","slug":"brasil-atinge-sua-pior-posicao-em-ranking-de-competitividade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/brasil-atinge-sua-pior-posicao-em-ranking-de-competitividade\/","title":{"rendered":"Brasil atinge sua pior posi\u00e7\u00e3o em ranking de competitividade"},"content":{"rendered":"<p>O Brasil caiu para sua pior classifica\u00e7\u00e3o no ranking mundial de competitividade, chegando ao 56\u00b0 lugar em 2015, de acordo com estudo desenvolvido pelo IMD (International Institute for Management Development), em parceria com a Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral.<\/p>\n<p>Pressionado por indicadores ligados ao mau desempenho da economia, como taxa de emprego e \u00edndice de pre\u00e7os, o Brasil perdeu posi\u00e7\u00f5es pelo quinto ano consecutivo, ficando \u00e0 frente apenas de Mong\u00f3lia, Cro\u00e1cia, Argentina, Ucr\u00e2nia e Venezuela. Em 2010, a posi\u00e7\u00e3o brasileira era a 38\u00b0.<\/p>\n<p>Publicado anualmente desde 1989, o ranking analisa em 61 pa\u00edses o ambiente de competitividade das empresas. A lista \u00e9 liderada por Estados Unidos, Hong Kong, Cingapura, Su\u00ed\u00e7a e Canad\u00e1.<\/p>\n<p>Dentre os latino-americanos, o Chile tem a melhor posi\u00e7\u00e3o (35\u00b0).<\/p>\n<p>Para Carlos Arruda, professor da Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral, respons\u00e1vel pela capta\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o dos dados brasileiros para o estudo, as chances de o Brasil recuperar posi\u00e7\u00f5es no curto prazo s\u00e3o baixas.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o h\u00e1 nada na agenda brasileira que permita avan\u00e7ar meia d\u00fazia de posi\u00e7\u00f5es em pouco tempo. As a\u00e7\u00f5es que levariam a isso, como controle das finan\u00e7as p\u00fablicas e ganhos de produtividade, n\u00e3o t\u00eam resultado de curt\u00edssimo prazo. E mesmo que ajuste do ministro Joaquim Levy d\u00ea certo, o resultado tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 imediato&#8221;, diz.<\/p>\n<p>A classifica\u00e7\u00e3o \u00e9 baseada em pesquisas com mais de 300 indicadores, agrupados em fatores como desempenho econ\u00f4mico, efici\u00eancia governamental, efici\u00eancia de neg\u00f3cios e infraestrutura.<\/p>\n<p>De acordo com o trabalho, o ponto cr\u00edtico para o Brasil \u00e9 o quesito efici\u00eancia do governo, que abrange os impactos do ambiente pol\u00edtico, institucional e regulat\u00f3rio sobre a competitividade de cada pa\u00eds.<\/p>\n<p>Desde 2011, o Brasil figurava entre os cinco piores em tal fator, tendo aprofundado seu mau desempenho neste ano, com queda de duas posi\u00e7\u00f5es, para o 60\u00b0 lugar, \u00e0 frente apenas da Argentina.<\/p>\n<p>No quesito subornos e corrup\u00e7\u00e3o, o pa\u00eds n\u00e3o perde para ningu\u00e9m no ranking.<\/p>\n<p>A infraestrutura \u00e9 outro gargalo em que o Brasil sempre figurou entre os piores colocados, indicador que j\u00e1 vinha em queda desde 2012 e piorou neste ano devido \u00e0 crise h\u00eddrica, que afetou o abastecimento de \u00e1gua e energia.<\/p>\n<p>O risco de racionamento \u00e9 citado como um dos principais desafios competitivos para o Brasil neste ano.<\/p>\n<p>&#8220;S\u00e3o v\u00e1rios os fatores que justificam nossos resultados. O Brasil n\u00e3o simplificou marcos regulat\u00f3rios, um tema abordado desde a d\u00e9cada de 90. S\u00f3 implementou parcialmente os projetos de investimento em infraestrutura.<\/p>\n<p>N\u00e3o fez reformas, s\u00f3 agora est\u00e1 discutindo temas como a terceiriza\u00e7\u00e3o e, ainda assim, com quest\u00f5es que ainda s\u00e3o relativas&#8221;, explica Arruda.<\/p>\n<p>Neste ano, a efici\u00eancia empresarial brasileira tamb\u00e9m perdeu posi\u00e7\u00f5es, tendo a produtividade e a efici\u00eancia no trabalho como fortes entraves.<\/p>\n<p>Fonte: Folha de S\u00e3o Paulo\/Joana Cunha de S\u00e3o Paulo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil caiu para sua pior classifica\u00e7\u00e3o no ranking mundial de competitividade, chegando ao 56\u00b0 lugar em 2015, de acordo com estudo desenvolvido pelo IMD&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":9254,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-12510","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12510","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12510"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12510\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12511,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12510\/revisions\/12511"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9254"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12510"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12510"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12510"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}