{"id":12234,"date":"2015-05-15T09:42:06","date_gmt":"2015-05-15T12:42:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=12234"},"modified":"2015-05-15T09:42:06","modified_gmt":"2015-05-15T12:42:06","slug":"estaleiro-eas-deve-receber-us-1-bilhao-da-sete-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/estaleiro-eas-deve-receber-us-1-bilhao-da-sete-brasil\/","title":{"rendered":"Estaleiro EAS deve receber US$ 1 bilh\u00e3o da Sete Brasil"},"content":{"rendered":"<p>O Estaleiro Atl\u00e2ntico Sul (EAS) notificou formalmente a Sete Brasil, na noite de ontem, que acredita ter a receber US$ 1 bilh\u00e3o. O objetivo \u00e9 deixar claro \u00e0 Sete Brasil que seria importante considerar tais pend\u00eancias em qualquer modelo de reorganiza\u00e7\u00e3o que a companhia venha a considerar, conforme apurou o Valor.<\/p>\n<p>O EAS tem um contrato com a Sete Brasil para constru\u00e7\u00e3o de sete sondas para uso da Petrobras.<\/p>\n<p>O valor cont\u00e9m US$ 120 milh\u00f5es de notas de servi\u00e7os prestados pelos fornecedores contratados pelo estaleiro para este projeto e que n\u00e3o foram honradas, devido \u00e0 falta de pagamento pela Sete desde novembro do ano passado. O valor total inclui indeniza\u00e7\u00f5es que tais fornecedores est\u00e3o pedindo ao EAS pelo encerramento antecipado do contrato &#8211; declarado por iniciativa do estaleiro e sem concord\u00e2ncia da Sete Brasil.<\/p>\n<p>Tais projetos s\u00e3o de longo prazo e exigem mobiliza\u00e7\u00e3o, pelos fornecedores, de materiais e de m\u00e3o-de-obra especializada. Por fim, o EAS est\u00e1 cobrando da Sete, com este c\u00e1lculo, todos os preju\u00edzos que julga ter sofrido.<\/p>\n<p>Fonte ligada \u00e0 Sete Brasil t\u00eam entendimento contr\u00e1rio. A companhia alega ter deixado um saldo de US$ 600 milh\u00f5es entre o que pagou ao EAS e o que este repassou aos fornecedores. Mas teria a cobrar do estaleiro valor ainda maior, incluindo indeniza\u00e7\u00e3o pela delicada situa\u00e7\u00e3o financeira atual.<\/p>\n<p>O EAS \u00e9 controlado pelos grupos brasileiros Camargo Corr\u00eaa e Queiroz Galv\u00e3o e por um grupo de empresas japoneses liderados pela IHI Corporation. O estaleiro foi criado para atender demandas ligadas \u00e0 Petrobras, como outros quatro que tamb\u00e9m tem pedidos da Sete Brasil &#8211; total de 29 sondas.<\/p>\n<p>O EAS enfrenta grave crise desde a paralisa\u00e7\u00e3o da cadeia de financiamento da Sete Brasil. O estaleiro possui R$ 2,6 bilh\u00f5es em compromissos financeiros com BNDES e bancos privados.<\/p>\n<p>Toda paralisa\u00e7\u00e3o \u00e9 fruto do envolvimento da Sete Brasil nas investiga\u00e7\u00f5es conduzidas pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF), que investiga suspeita de pagamento de &#8220;comiss\u00f5es&#8221; por determinados representantes dos estaleiros contratado \u00e0 executivos da Petrobras. A Sete Brasil propriamente n\u00e3o estaria envolvida.<\/p>\n<p>Hoje, os acionistas da Sete Brasil avaliam em assembleia um plano de reestrutura\u00e7\u00e3o para a companhia. A empresa t\u00eam \u00e0 frente como acionistas BTG Pactual, Santander e Bradesco.<\/p>\n<p>Fonte: Valor Econ\u00f4mico\/Graziella Valenti e Ivo Ribeiro | De S\u00e3o Paulo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Estaleiro Atl\u00e2ntico Sul (EAS) notificou formalmente a Sete Brasil, na noite de ontem, que acredita ter a receber US$ 1 bilh\u00e3o. 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