{"id":12075,"date":"2015-05-05T16:19:59","date_gmt":"2015-05-05T19:19:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=12075"},"modified":"2015-05-05T16:19:59","modified_gmt":"2015-05-05T19:19:59","slug":"brasil-tem-7459-mil-casos-de-dengue-ate-18-de-abril-segundo-ministerio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/brasil-tem-7459-mil-casos-de-dengue-ate-18-de-abril-segundo-ministerio\/","title":{"rendered":"Brasil tem 745,9 mil casos de dengue at\u00e9 18 de abril, segundo minist\u00e9rio"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Incid\u00eancia de dengue no pa\u00eds \u00e9 de 367,8 casos para cada 100 mil habitantes. Locais com mais de 300 casos por 100 mil vivem epidemia, segundo a OMS<\/em><\/strong><\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio da Sa\u00fade divulgou nesta segunda-feira (4) que o pa\u00eds registrou 745,9 mil casos de dengue entre 1\u00ba de janeiro e 18 de abril deste ano. O total \u00e9 234,2% maior em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado e 48,6% menor em compara\u00e7\u00e3o com 2013, quando na mesma \u00e9poca foram notificadas 1,4 milh\u00e3o de ocorr\u00eancias da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Em 2015, foram confirmadas 229 mortes causadas pela doen\u00e7a nas 15 primeiras semanas do ano, um aumento de 44,9% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2014, quando foram registradas 158. Em rela\u00e7\u00e3o a 2013, quando houve 379 \u00f3bitos, h\u00e1 uma queda de 39,6%.<\/p>\n<p>A incid\u00eancia de casos no Brasil para cada grupo de 100 mil habitantes \u00e9 de 367,8, \u00edndice que para a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) representa situa\u00e7\u00e3o de epidemia (a classifica\u00e7\u00e3o m\u00ednima de epidemia \u00e9 de 300\/100 mil habitantes)<\/p>\n<p>Levando-se em conta esta informa\u00e7\u00e3o, sete estados est\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o epid\u00eamica: Acre (1064,8\/100 mil), Tocantins (439,9\/100 mil), Rio Grande do Norte (363,6\/100 mil), S\u00e3o Paulo (911,9\/100 mil), Paran\u00e1 (362,8\/100 mil), Mato Grosso do Sul (462,8\/100 mil) e Goi\u00e1s (968,9\/100 mil).<\/p>\n<p>No balan\u00e7o anterior ao desta segunda, divulgado em 13 de abril e que referia-se at\u00e9 28 de mar\u00e7o, o pa\u00eds tinha \u00edndice de 227,1\/100 mil e apenas quatro estados estavam em situa\u00e7\u00e3o de epidemia.<\/p>\n<p>\u00c9 comum que o n\u00famero de casos de dengue oscile ao longo dos anos. Em alguns h\u00e1 um n\u00famero muito grande de notifica\u00e7\u00f5es e, em outros, um n\u00famero menor. Depende muito dos sorotipos que est\u00e3o circulando, o que varia de regi\u00e3o para regi\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>\u00d3bitos<\/strong><\/p>\n<p>Das 229 mortes registradas nas 15 primeiras semanas de 2015, 169 foram no estado de S\u00e3o Paulo \u2013 \u00e9 o maior n\u00famero. Goi\u00e1s vem em seguida, com 15, al\u00e9m de Paran\u00e1 e Minas Gerais, com 8 cada.<\/p>\n<p>At\u00e9 18 de abril houve 404 casos graves, eleva\u00e7\u00e3o de 49,6% na compara\u00e7\u00e3o com 2014, quando foram registradas 270 notifica\u00e7\u00f5es do tipo. Segundo o minist\u00e9rio, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel comparar ao total de 2013 porque houve mudan\u00e7as no processo de classifica\u00e7\u00e3o da dengue.<\/p>\n<p><strong>Reconhe\u00e7a os sintomas<\/strong><\/p>\n<p>Diagnosticar a dengue com rapidez \u00e9 uma das chaves para combater a doen\u00e7a com maior efic\u00e1cia. O primeiro passo para isso \u00e9 conhecer como a infec\u00e7\u00e3o se manifesta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Se os sintomas forem reconhecidos, \u00e9 fundamental procurar um m\u00e9dico o mais r\u00e1pido poss\u00edvel. Em geral, a doen\u00e7a tem evolu\u00e7\u00e3o r\u00e1pida.<\/p>\n<p>Por isso, saber antes pode fazer a diferen\u00e7a entre a ocorr\u00eancia de um mal menor e consequ\u00eancias mais graves, principalmente no caso de crian\u00e7as.<\/p>\n<p>Existem quatro tipos do v\u00edrus da dengue: O DEN-1, o DEN-2, o DEN-3 e o DEN-4. Eles causam os mesmos sintomas. A diferen\u00e7a \u00e9 que, cada vez que voc\u00ea pega um tipo do v\u00edrus, n\u00e3o pode mais ser infectado por ele. Ou seja, na vida, uma pessoa s\u00f3 pode ter dengue quatro vezes.<\/p>\n<p>70% a 90% das pessoas que pegam a dengue pela primeira vez n\u00e3o t\u00eam nenhum sintoma. Nos casos mais graves, a doen\u00e7a pode ser hemorr\u00e1gica ou fulminante, levando \u00e0 morte.<\/p>\n<p>Os principais &#8220;sinais de alerta&#8221; da doen\u00e7a s\u00e3o dor intensa na barriga, sinais de desmaio, n\u00e1usea que impede a pessoa de se hidratar pela boca, falta de ar, tosse seca, fezes pretas e sangramento.<\/p>\n<p><strong>Diagn\u00f3stico precoce<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 essencial fazer tanto um diagn\u00f3stico cl\u00ednico \u2013 que avalia os sintomas \u2013 como o exame laboratorial de sorologia, que verifica a contagem de hemat\u00f3critos e plaquetas no sangue.<\/p>\n<p>A contagem de hemat\u00f3critos acima do normal e de plaquetas abaixo de 50 mil por mil\u00edmetro c\u00fabico de sangue pode ser um ind\u00edcio de dengue.<\/p>\n<p>O exame de sangue, por si s\u00f3, n\u00e3o determina se o paciente est\u00e1 com dengue ou n\u00e3o. \u00c9 preciso diagnosticar tamb\u00e9m os sintomas. Esses dois fatores v\u00e3o determinar as condi\u00e7\u00f5es do paciente.<\/p>\n<p>O per\u00edodo cr\u00edtico da doen\u00e7a \u00e9 quando a febre do paciente diminui. Se a febre passar e o paciente tiver muita dor na barriga, ele est\u00e1 num estado grave mesmo sem sangramento. Esse poder ser um problema no atendimento prim\u00e1rio nos hospitais porque geralmente as pessoas com febre s\u00e3o atendidas prioritariamente.<\/p>\n<p>Fonte: G1<br \/>Foto: Betina Carcuchinski<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Incid\u00eancia de dengue no pa\u00eds \u00e9 de 367,8 casos para cada 100 mil habitantes. 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