{"id":12000,"date":"2015-04-30T10:24:52","date_gmt":"2015-04-30T13:24:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=12000"},"modified":"2015-04-30T10:24:52","modified_gmt":"2015-04-30T13:24:52","slug":"stj-mantem-preso-renato-duque-ex-diretor-da-petrobras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/stj-mantem-preso-renato-duque-ex-diretor-da-petrobras\/","title":{"rendered":"STJ mant\u00e9m preso Renato Duque, ex-diretor da Petrobras"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Desembargador considerou que a pris\u00e3o preventiva do ex-diretor da Petrobras garante a ordem p\u00fablica<\/em><\/strong><\/p>\n<p>O desembargador Newton Trisotto, do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ), negou mais um pedido habeas corpus feito pela defesa do ex-diretor da Petrobras Renato Duque, que est\u00e1 preso na carceragem da Pol\u00edcia Federal em Curitiba. No pedido, a defesa alegou aus\u00eancia de provas contra o investigado para pedir a substitui\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o por medida alternativa \u2013 como, por exemplo, a transfer\u00eancia para o regime domiciliar. Como o benef\u00edcio foi negado, ele permanecer\u00e1 preso por tempo indeterminado.<\/p>\n<p>No \u00faltimo dia 6, o STJ j\u00e1 havia negado habeas corpus a Duque. Trisotto argumentou que, primeiro, o Tribunal Regional Federal (TRF) da 4\u00aa Regi\u00e3o precisava concluir o julgamento de outro habeas corpus proposto pelo r\u00e9u. S\u00f3 depois o caso poder\u00e1 ser analisado pelo STJ. Dessa vez, a defesa alegou que a instru\u00e7\u00e3o do processo j\u00e1 est\u00e1 quase conclu\u00edda. Portanto, o investigado n\u00e3o teria mais a possibilidade de atrapalhar as investiga\u00e7\u00f5es, um dos motivos que justificaram a pris\u00e3o preventiva de Duque.<\/p>\n<p>Ao negar nova liminar, Trisotto destacou a gravidade dos fatos at\u00e9 agora apurados na Lava-Jato, ressaltando que nenhum caso de corrup\u00e7\u00e3o nas \u00faltimas cinco d\u00e9cadas causou tanta indigna\u00e7\u00e3o. O desembargador concordou que a instru\u00e7\u00e3o criminal se encontra mesmo em est\u00e1gio avan\u00e7ado. No entanto, ele lembrou que o decreto de pris\u00e3o tamb\u00e9m est\u00e1 fundado no risco de o r\u00e9u continuar cometendo crimes. Para o desembargador, os fortes ind\u00edcios da participa\u00e7\u00e3o de Duque no esquema de corrup\u00e7\u00e3o justificam a pris\u00e3o preventiva como garantia da ordem p\u00fablica.<\/p>\n<p>Em novembro do ano passado, para justificar a necessidade de pris\u00e3o de Duque, o juiz federal S\u00e9rgio Moro, que conduz as investiga\u00e7\u00f5es da Lava-Jato na primeira inst\u00e2ncia, alegou que o ex-diretor da Petrobras mantinha vultosas quantias depositadas em bancos no exterior, fruto dos desvios na estatal. Para Moro, esse fato representaria risco de fuga do investigado para usufruir dos recursos.<\/p>\n<p>No dia 3 de dezembro, ao julgar habeas corpus apresentado pela defesa de Duque, o ministro Teori Zavascki, do Superior Tribunal Federal (STF), concedeu a liminar. Explicou que o simples fato de o suspeito ter dinheiro guardado no exterior n\u00e3o significa que o r\u00e9u tinha planos de fugir. Em fevereiro, a Segunda Turma do STF manteve o mesmo entendimento e Duque permaneceu em liberdade.<\/p>\n<p>Em mar\u00e7o, Moro determinou novamente a pris\u00e3o de Duque. Alegou que a manuten\u00e7\u00e3o do r\u00e9u em liberdade oferecia risco \u00e0 ordem p\u00fablica. Duque foi apontado por delatores da Lava-Jato como um dos executivos da Petrobras que recebiam propina de empreiteiras com contrato com a estatal. Ele \u00e9 acusado fraude \u00e0 licita\u00e7\u00e3o, corrup\u00e7\u00e3o passiva e lavagem de dinheiro.<\/p>\n<p>Fonte: O Globo \/ Carolina Br\u00edgido<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desembargador considerou que a pris\u00e3o preventiva do ex-diretor da Petrobras garante a ordem p\u00fablica O desembargador Newton Trisotto, do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ), negou&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":10832,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-12000","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12000","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12000"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12000\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12001,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12000\/revisions\/12001"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10832"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12000"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12000"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12000"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}