{"id":11984,"date":"2015-04-29T11:22:43","date_gmt":"2015-04-29T14:22:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=11984"},"modified":"2015-04-29T11:22:44","modified_gmt":"2015-04-29T14:22:44","slug":"codeba-planeja-novas-acoes-nos-portos-baianos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/codeba-planeja-novas-acoes-nos-portos-baianos\/","title":{"rendered":"Codeba planeja novas a\u00e7\u00f5es nos portos baianos"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>A companhia docas que j\u00e1 investiu R$ 255 milh\u00f5es em infraestrutura prev\u00ea mais a\u00e7\u00f5es ainda este ano <\/em><\/strong><\/p>\n<p>Com um montante de R$ 255 milh\u00f5es em investimentos em infraestrutura e a\u00e7\u00f5es voltadas para a moderniza\u00e7\u00e3o e a maior efici\u00eancia das opera\u00e7\u00f5es nos portos de Salvador, Aratu e Candeias, a Codeba (Companhia das Docas do Estado da Bahia) nos \u00faltimos cinco anos j\u00e1 registrou super\u00e1vit de R$ 20 milh\u00f5es. Segundo o diretor-Presidente da companhia, Jos\u00e9 Muniz Rebou\u00e7as, s\u00f3 no munic\u00edpio os investidos giram em torno de R$ 107 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Ano passado, os portos p\u00fablicos do estado movimentaram mais de 11 milh\u00f5es de toneladas de cargas e tiveram um faturamento bruto de R$ 124 milh\u00f5es de reais. S\u00f3 na capital baiana, foram pouco mais de quatro milh\u00f5es de toneladas, o que \u00e9 considerado um recorde pela Codeba.<\/p>\n<p>\u201cO Porto \u00e9 o primeiro term\u00f4metro de todos, tanto quando acontece algo positivo ou negativo. Hoje, para se ter uma ideia, importamos 70% de tudo o que \u00e9 consumido na Regi\u00e3o Metropolitana de Salvador. Por outro lado, torcemos para que essa situa\u00e7\u00e3o se reverta, pois considero que hoje temos uma ind\u00fastria defasada e temos que buscar, novamente, a produtividade\u201d, relatou Rebou\u00e7as.<\/p>\n<p>Em 2014, as opera\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias baianas resultaram em uma corrente de com\u00e9rcio de pouco mais de US$ 18 bilh\u00f5es, sendo que as exporta\u00e7\u00f5es equivaleram \u00e0 metade desse valor. A outra metade equivaleu \u00e0s importa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Com a rela\u00e7\u00e3o \u00e0 obras no Porto de Salvador, Rebou\u00e7as destacou que vai realizar mais obras de infraestrutura e que muitas delas devem ficar prontas ainda esse ano. Segundo ele, o complexo possui algumas solu\u00e7\u00f5es alternativas, como a amplia\u00e7\u00e3o do quebra-mar, al\u00e9m da moderniza\u00e7\u00e3o do p\u00e1tio, cujo or\u00e7amento \u00e9 de R$ 15 milh\u00f5es e todo ele ser\u00e1 feito com recursos pr\u00f3prios da Codeba. \u201cQuanto ao quebra-mar, estamos apenas aguardando a ordem de servi\u00e7o para iniciar as obras\u201d, pontuou.<\/p>\n<p>Quanto ao porto de Aratu, que fica em Candeias, ele diz que projetos tamb\u00e9m est\u00e3o sendo estudados para o local e que interven\u00e7\u00f5es, urgentes, precisam ser feitas no local, como a constru\u00e7\u00e3o de um p\u00eder, sem contar os constantes problemas com as filas para descarga de produtos. Para Rebou\u00e7as, h\u00e1 uma necessidade da melhoria da infraestrutura atual, uma vez que o que est\u00e1 dispon\u00edvel atualmente est\u00e1 ultrapassado e acaba prejudicando a velocidade das opera\u00e7\u00f5es dos portos.<\/p>\n<p>Fonte: Guia Mar\u00edtimo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A companhia docas que j\u00e1 investiu R$ 255 milh\u00f5es em infraestrutura prev\u00ea mais a\u00e7\u00f5es ainda este ano Com um montante de R$ 255 milh\u00f5es em&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":5429,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-11984","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11984","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11984"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11984\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11985,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11984\/revisions\/11985"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5429"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11984"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11984"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11984"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}