{"id":11971,"date":"2015-04-29T10:17:06","date_gmt":"2015-04-29T13:17:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=11971"},"modified":"2015-04-29T10:17:06","modified_gmt":"2015-04-29T13:17:06","slug":"modernizacao-da-codesp-tera-inicio-em-15-dias-diz-caputo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/modernizacao-da-codesp-tera-inicio-em-15-dias-diz-caputo\/","title":{"rendered":"Moderniza\u00e7\u00e3o da Codesp ter\u00e1 in\u00edcio em 15 dias, diz Caputo"},"content":{"rendered":"<p>Em cerca de 15 dias, a Companhia Docas do Estado de S\u00e3o Paulo(Codesp), estatal que administra o Porto de Santos, colocar\u00e1 em pr\u00e1tica o projeto para modernizar e otimizar seu modelo de gest\u00e3o. Est\u00e3o previstas mudan\u00e7as em 144 processos administrativos e operacionais da empresa. Desse total, 19 devem ser modificados nos pr\u00f3ximos dois meses.<\/p>\n<p>A implanta\u00e7\u00e3o desses novos m\u00e9todos de trabalho se baseia em um estudo realizado por funcion\u00e1rios da Docas e t\u00e9cnicos da consultoria Deloitte \u2013 que venceu a licita\u00e7\u00e3o aberta pela Secretaria de Portos(SEP) para avaliar os procedimentos da Codesp e do complexo mar\u00edtimo.<\/p>\n<p>O levantamento foi iniciado em 28 de abril do ano passado. Uma das metas \u00e9 reduzir de 17 para seis dias o tempo necess\u00e1rio para o desembara\u00e7o de mercadorias no Porto de Santos. \u201cA gente j\u00e1 passou pelas fases de diagn\u00f3stico e de desenhar o modelo futuro. Agora, vai come\u00e7ar a entrar na fase de implantar os processos revisados\u201d, destacou o diretor-presidente da Codesp, Angelino Caputo e Oliveira.<\/p>\n<p>Na fase de diagn\u00f3stico, al\u00e9m do levantamento sobre os processos administrativos, foram feitas entrevistas com \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos e privados que atuam no cais santista. Essas a\u00e7\u00f5es ajudaram na an\u00e1lise dos procedimentos de chegada e sa\u00edda de navios, opera\u00e7\u00e3o e libera\u00e7\u00e3o de cargas e passageiros. Tamb\u00e9m foram avaliadas quest\u00f5es relacionadas aos acessos terrestres rodovi\u00e1rio e ferrovi\u00e1rio) ao Porto.<\/p>\n<p>Um resumo preliminar do estudo foi apresentado por Caputo na \u00faltima quinta-feira(23), durante a reuni\u00e3o mensal do Conselho de Autoridade Portu\u00e1rias (CAP) de Santos, ocorrida na sede do \u00f3rg\u00e3o, na Cidade. Na ocasi\u00e3o, o executivo destacou que, em alguns dos novos processos, foi refor\u00e7ada a participa\u00e7\u00e3o do CAP \u2013 apesar de seu atual car\u00e1ter consultivo, imposto pela Lei n\u00ba 12.815, a nova Lei dos Portos. \u00c9 o caso da elabora\u00e7\u00e3o do Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ) do Porto, o plano diretor do complexo, que ter\u00e1 de ser apreciado pelo CAP antes de sua aprova\u00e7\u00e3o final.<\/p>\n<p>Segundo Caputo, o estudo de moderniza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m apontou a necessidade de consultar outros intervenientes, como a vers\u00e3o local do Comiss\u00e3o Nacional das Autoridades nos Portos, em outros procedimentos.<\/p>\n<p><strong>Implanta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Algumas medidas de otimiza\u00e7\u00e3o, mais simples, foram implantadas j\u00e1 durante a fase de diagn\u00f3stico dos problemas de gest\u00e3o, explicou Angelino Caputo. \u201cAlguns processos que poderiam dar ganhos r\u00e1pidos foram alterados enquanto estavam desenhando (o estudo). Ponto eletr\u00f4nico, estrutura\u00e7\u00e3o da \u00e1rea de Tecnologia da Informa\u00e7\u00e3o(TI) e mudan\u00e7as no faturamento s\u00e3o alguns deles\u201d, disse.<\/p>\n<p>Mas as principais modifica\u00e7\u00f5es come\u00e7am a ser realizadas agora. Essas a\u00e7\u00f5es foram divididas pela Codesp em tr\u00eas grupos ou \u201condas\u201d. As altera\u00e7\u00f5es com implanta\u00e7\u00e3o mais simples e r\u00e1pida integram esta primeira fase, que come\u00e7ar\u00e1 na primeira quinzena do pr\u00f3ximo m\u00eas e deve ser conclu\u00edda em dois meses.<\/p>\n<p>\u201cVoc\u00ea pega 144 processos em que se fazia de um jeito e, agora, eles v\u00e3o ser feitos de outra maneira. Isso foi dividido em tr\u00eas ondas. Aquilo que \u00e9 poss\u00edvel fazer de maneira mais f\u00e1cil, simples, vai na primeira onda\u201d, explicou Caputo. Uma das a\u00e7\u00f5es inclu\u00eddas nesta fase envolve o servi\u00e7o de protocolo da Docas, que cuida dos procedimentos de entrada, sa\u00edda e acompanhamento de documentos na estatal.<\/p>\n<p>Em setembro, ser\u00e1 iniciada a onda 2. Ela envolver\u00e1 cerca de 40 mudan\u00e7as, que apresentam um grau maior de dificuldade em sua ado\u00e7\u00e3o do que as da primeira onda. Conforme o cronograma, esta fase deve ser conclu\u00edda em outubro.<\/p>\n<p><strong>Onda 3<\/strong><\/p>\n<p>Nesse mesmo m\u00eas, ter\u00e1 in\u00edcio a parte mais delicada do trabalho. S\u00e3o as altera\u00e7\u00f5es da onda 3, 68 medidas com uma efetiva\u00e7\u00e3o mais complexa. Uma delas \u00e9 a implanta\u00e7\u00e3o de um Business Process Management System (BPMS). Isso \u00e9 poss\u00edvel a partir da instala\u00e7\u00e3o de um software espec\u00edfico, que vai integrar os departamentos da empresa, compartilhando informa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias \u2013 semelhante ao que o Porto Sem Papel faz com as autoridades do complexo. Esta etapa \u00e9 considerada de alta complexidade e demora. Por isso, n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o para a sua implanta\u00e7\u00e3o total.<\/p>\n<p>O programa de BPMS ainda ser\u00e1 definido pela estatal. Em seguida, os funcion\u00e1rios da empresa ter\u00e3o de ser treinados para utiliz\u00e1-lo.\u201cA ferramenta vem crua, zerada.Tem que colocar o desenho da sua empresa dentro da ferramenta\u201d, explicou o diretor-presidente da Codesp, Angelino Caputo e Oliveira.<\/p>\n<p>Fonte: Tribuna Online\/Fernanda Balbino<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em cerca de 15 dias, a Companhia Docas do Estado de S\u00e3o Paulo(Codesp), estatal que administra o Porto de Santos, colocar\u00e1 em pr\u00e1tica o projeto&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-11971","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11971","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11971"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11971\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11972,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11971\/revisions\/11972"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11971"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11971"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11971"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}