{"id":11751,"date":"2015-04-22T10:56:02","date_gmt":"2015-04-22T13:56:02","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=11751"},"modified":"2015-04-22T10:56:02","modified_gmt":"2015-04-22T13:56:02","slug":"petrobras-e-odebrecht-travam-guerra-na-justica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/petrobras-e-odebrecht-travam-guerra-na-justica\/","title":{"rendered":"Petrobras e Odebrecht travam guerra na Justi\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Estatal e empreiteira investigada pela PF movem a\u00e7\u00f5es de cobran\u00e7as tanto no Brasil quanto na Argentina<\/em><\/strong><\/p>\n<p>A Petrobras e a Odebrecht, empreiteira investigada na Opera\u00e7\u00e3o Lava-Jato, travam uma batalha na Justi\u00e7a, tanto brasileira quanto argentina. Nos dois pa\u00edses, as empresas movem a\u00e7\u00f5es de cobran\u00e7as milion\u00e1rias, como mostram documentos obtidos pelo GLOBO. A guerra envolve quatro a\u00e7\u00f5es e uma audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o, Uma das a\u00e7\u00f5es foi iniciativa da estatal, os outros quatro casos foram provocados pela Odebrecht.<\/p>\n<p>A Petrobras cobra US$ 3,7 milh\u00f5es da empreiteira, dinheiro que a estatal alega ter pago al\u00e9m dos limites contratuais. A construtora, por sua vez, reclama o direito de receber US$ 22,3 milh\u00f5es por servi\u00e7os prestados no Chile, no Uruguai e na Argentina, mais R$ 1,3 milh\u00e3o por servi\u00e7os no Brasil.<\/p>\n<p>As cobran\u00e7as se referem a um \u00fanico contrato assinado em 26 de outubro de 2010. O valor total, de US$ 825,6 milh\u00f5es, diz respeito \u00e0 presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de meio ambiente, sa\u00fade e seguran\u00e7a; e a equipamentos de contingenciamento da estatal em oito pa\u00edses na Am\u00e9rica Latina, nos Estados Unidos e no Jap\u00e3o.<\/p>\n<p>O contrato est\u00e1 sob suspeita de superfaturamento e \u00e9 investigado pela Pol\u00edcia Federal e pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal. Quando ainda presidia a Petrobras, Gra\u00e7a Foster excluiu alguns pa\u00edses e cortou o contrato pela metade, para R$ 481,6 milh\u00f5es. Al\u00e9m disso, a estatal abandonou alguns projetos, o que levou \u00e0 necessidade de um encontro de contas (acerto cont\u00e1bil) para definir o que havia sido gasto e o que deveria ser ressarcido.<\/p>\n<p>A Petrobras ajuizou a a\u00e7\u00e3o de cobran\u00e7a, que tramita na 9\u00aa Vara C\u00edvel no Rio, em 11 de fevereiro. Conforme o acerto feito, os US$ 3,7 milh\u00f5es s\u00e3o o valor que a Odebrecht deve \u00e0 estatal.<\/p>\n<p>A principal cobran\u00e7a feita pela Odebrecht \u00e9 na Justi\u00e7a da Argentina, onde a empreiteira reivindica US$ 18,9 milh\u00f5es por juros e faturas de servi\u00e7os executados numa refinaria j\u00e1 vendida pela Petrobras. O encontro de contas feito pela estatal reconhece a exist\u00eancia de mais de US$ 15 milh\u00f5es a pagar, mas, por outro lado, aponta a necessidade de a construtora devolver US$ 14,5 milh\u00f5es. A Petrobras admite apenas a necessidade de um pagamento de US$ 500 mil.<\/p>\n<p>Duas audi\u00eancias de concilia\u00e7\u00e3o foram feitas na Argentina, sem sucesso. A Odebrecht reconheceu que \u201co procedimento pr\u00e9vio de media\u00e7\u00e3o restou infrut\u00edfero\u201d e que a disputa ser\u00e1 resolvida por meio de mais uma a\u00e7\u00e3o judicial.<\/p>\n<p>Questionada sobre o conjunto de processos, a Odebrecht respondeu que \u201cn\u00e3o deve qualquer valor \u00e0 Petrobras, tendo cumprido rigorosamente suas obriga\u00e7\u00f5es\u201d. A estatal n\u00e3o respondeu ao GLOBO.<\/p>\n<p>Fonte: O Globo \/ Vinicius Sassin<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estatal e empreiteira investigada pela PF movem a\u00e7\u00f5es de cobran\u00e7as tanto no Brasil quanto na Argentina A Petrobras e a Odebrecht, empreiteira investigada na Opera\u00e7\u00e3o&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-11751","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11751","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11751"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11751\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11752,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11751\/revisions\/11752"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11751"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11751"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11751"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}