{"id":11673,"date":"2015-04-17T10:03:29","date_gmt":"2015-04-17T13:03:29","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=11673"},"modified":"2015-04-17T10:03:29","modified_gmt":"2015-04-17T13:03:29","slug":"porto-de-paranagua-inicia-as-obras-de-reforco-do-cais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/porto-de-paranagua-inicia-as-obras-de-reforco-do-cais\/","title":{"rendered":"Porto de Paranagu\u00e1 inicia as obras de refor\u00e7o do cais"},"content":{"rendered":"<p>A Administra\u00e7\u00e3o dos Portos de Paranagu\u00e1 e Antonina (Appa) cravou nesta semana, na Ba\u00eda de Paranagu\u00e1, a primeira estaca da obra que ir\u00e1 refor\u00e7ar o cais do Porto. Ser\u00e3o colocadas 500 estacas, sendo 190 na \u00e1gua e 310 na estrutura do cais.<\/p>\n<p>Fruto de um investimento de R$ 89 milh\u00f5es, a reforma vai preparar o porto para suportar opera\u00e7\u00f5es mais pesadas e permitir a dragagem de nivelamento de todos os ber\u00e7os para uma profundidade maior, oferecendo mais seguran\u00e7a para navega\u00e7\u00e3o e atraca\u00e7\u00e3o dos navios.<\/p>\n<p>A primeira estaca foi cravada no ber\u00e7o 208, trecho mais antigo do cais, que preserva algumas caracter\u00edsticas de quando o porto foi criado, na d\u00e9cada de 30. Atualmente, esta parte do porto tem profundidade de apenas oito metros e o cais suporta opera\u00e7\u00f5es de at\u00e9 duas toneladas por metro quadrado, o que restringe as opera\u00e7\u00f5es. Com a obra, o ber\u00e7o poder\u00e1 ser dragado para 13,8 metros e vai aguentar uma press\u00e3o de cinco toneladas por metro quadrado.<\/p>\n<p>Segundo o diretor-presidente da Administra\u00e7\u00e3o dos Portos de Paranagu\u00e1 e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino, ap\u00f3s a reforma do cais todos os ber\u00e7os poder\u00e3o operar com guindastes mais pesados e v\u00e3o poder atracar navios com cerca de 80 mil toneladas. Hoje, os maiores navios graneleiros que chegam a Paranagu\u00e1 carregam 70 mil toneladas, no m\u00e1ximo.<\/p>\n<p>A obra de refor\u00e7o vai acontecer ao longo de todo o cais comercial, dos ber\u00e7os 202 a 214. A obra ser\u00e1 dividida v\u00e1rios trechos para n\u00e3o prejudicar a movimenta\u00e7\u00e3o das cargas. A expectativa \u00e9 que a interven\u00e7\u00e3o seja finalizada at\u00e9 a metade do ano que vem.<\/p>\n<p>\u201cAo longo da obra, tamb\u00e9m ser\u00e3o trocados os cabe\u00e7os de amarra\u00e7\u00e3o, onde o navio \u00e9 amarrado quando atraca, por pe\u00e7as com o dobro da capacidade. O porto ser\u00e1 preparado para a instala\u00e7\u00e3o de novas defensas, que s\u00e3o estruturas que suavizam o impacto do navio ao encostar no cais\u201d, explicou o diretor de Opera\u00e7\u00e3o da Appa, Luiz Teixeira da Silva J\u00fanior.<\/p>\n<p><strong>A OBRA &#8211;<\/strong> A reforma consiste em cravar uma s\u00e9rie de estacas e instalar diversas vigas para refor\u00e7ar a estrutura do cais. S\u00e3o cerca de 190 estacas de concreto armado que ser\u00e3o instaladas na beirada do porto.<\/p>\n<p>Estas estruturas t\u00eam 26 metros de comprimento e pesam mais de 20 toneladas cada. Em uma \u00e1rea poucos metros mais recuada, outras 300 estacas mais finas tamb\u00e9m perfuram o solo, dando mais resist\u00eancia ao piso.<\/p>\n<p>S\u00e3o R$ 511 milh\u00f5es em obras de melhoria, infraestrutura e projetos estruturantes. Ao longo deste ano, por exemplo, j\u00e1 foram instalados dois novos shiploaders (carregadores de navios) e at\u00e9 o final do ano dever\u00e3o ser inaugurados outros dois.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Administra\u00e7\u00e3o dos Portos de Paranagu\u00e1 e Antonina (Appa) cravou nesta semana, na Ba\u00eda de Paranagu\u00e1, a primeira estaca da obra que ir\u00e1 refor\u00e7ar o&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-11673","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11673","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11673"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11673\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11674,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11673\/revisions\/11674"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11673"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11673"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11673"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}