{"id":11664,"date":"2015-04-16T11:25:28","date_gmt":"2015-04-16T14:25:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=11664"},"modified":"2015-04-16T11:25:28","modified_gmt":"2015-04-16T14:25:28","slug":"marinha-decide-tentar-estender-a-vida-util-das-fragatas-classe-niteroi-ate-20272030","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/marinha-decide-tentar-estender-a-vida-util-das-fragatas-classe-niteroi-ate-20272030\/","title":{"rendered":"Marinha decide tentar estender a vida \u00fatil das fragatas classe \u2018Niter\u00f3i\u2019 at\u00e9 2027\/2030"},"content":{"rendered":"<p>O comandante da Marinha do Brasil, almirante-de-esquadra Eduardo Leal Ferreira, resolveu reativar o plano de remotoriza\u00e7\u00e3o das fragatas classe Niter\u00f3i.<\/p>\n<p>Elaborado em 2013, com o objetivo de manter esses navios em atividade at\u00e9 o final da pr\u00f3xima d\u00e9cada \u2013 entre 2027 e 2030 \u2013, o planejamento teve sua execu\u00e7\u00e3o suspensa em 2014.<\/p>\n<p>A ideia dos almirantes brasileiros \u00e9 resgatar um oferecimento que o estaleiro espanhol Navantia e a companhia alem\u00e3 de motores MTU fizeram \u00e0 For\u00e7a Naval brasileira, h\u00e1 pouco mais de 20 meses, no sentido de modernizar, por meio de motores a diesel, o sistema de propuls\u00e3o das fragatas de fabrica\u00e7\u00e3o brit\u00e2nica tipo Vosper Mk.10 \u2013 no Brasil conhecidas por Niter\u00f3i.<\/p>\n<p>N\u00e3o se sabe se a inten\u00e7\u00e3o de Leal Ferreira \u00e9 tentar estender a vida \u00fatil de todas as seis unidades classe Niter\u00f3i, ou de apenas quatro delas, deixando de fora os dois navios que apresentam maior desgaste: a Niter\u00f3i (F40) e a Defensora (F41). Tal defini\u00e7\u00e3o depender\u00e1 de uma rigorosa inspe\u00e7\u00e3o a que todas as unidades da classe ser\u00e3o submetidas.<\/p>\n<p>O assunto \u00e9 complexo porque outros componentes das fragatas, como radares e sistemas de armas apresentam graus variados de degrada\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As seis Niter\u00f3i, de 3.700 toneladas (a plena carga) entraram em opera\u00e7\u00e3o na Esquadra brasileira entre os anos de 1976 e 1980, e, desde ent\u00e3o, v\u00eam operando como os navios mais robustos e importantes da for\u00e7a de superf\u00edcie. No final dos anos de 1990 elas foram submetidos a uma ampla moderniza\u00e7\u00e3o de seus sensores, que visaram proporcionar, entre outras melhorias, um upgrade em seu armamento.<\/p>\n<p><strong>J\u00falio de Noronha \u2013<\/strong> Na \u00e9poca em que as companhias europeias apresentaram sua proposta ao comando da Marinha, a Navantia vinha de ser contratada para fornecer o sistema de controle do motor da corveta J\u00falio de Noronha (V33), uma das quatro unidades classe \u201cInha\u00fama\u201d da Esquadra.<\/p>\n<p>O plano das empresas europeias era de realizar o mesmo servi\u00e7o nas outras tr\u00eas corvetas dessa classe, mas n\u00e3o houve condi\u00e7\u00f5es financeiras para que isso se tornasse realidade.<\/p>\n<p>No in\u00edcio de 2014, esperan\u00e7oso de que a Presid\u00eancia da Rep\u00fablica permitisse a renova\u00e7\u00e3o da frota por meio do PROSUPER (Programa de Obten\u00e7\u00e3o de Meios de Superf\u00edcie) e do programa de corvetas classe Barroso Modificada (CV03), o ent\u00e3o comandante da Marinha, almirante Julio Soares de Moura Neto, suspendeu as tratativas para a remotoriza\u00e7\u00e3o das Niter\u00f3i \u2013 decis\u00e3o que Leal Ferreira, agora, modificou.<\/p>\n<p>Segundo o Poder Naval p\u00f4de apurar, a inten\u00e7\u00e3o dos chefes navais brasileiros \u00e9 de que a reforma nas fragatas aconte\u00e7a no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ) \u2013 organiza\u00e7\u00e3o militar que tamb\u00e9m deve passar por ampla moderniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte: Poder Naval<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O comandante da Marinha do Brasil, almirante-de-esquadra Eduardo Leal Ferreira, resolveu reativar o plano de remotoriza\u00e7\u00e3o das fragatas classe Niter\u00f3i. 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