{"id":11577,"date":"2015-04-10T10:36:37","date_gmt":"2015-04-10T13:36:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=11577"},"modified":"2015-04-10T10:36:37","modified_gmt":"2015-04-10T13:36:37","slug":"alianca-amplia-atendimento-a-regiao-norte-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/alianca-amplia-atendimento-a-regiao-norte-do-brasil\/","title":{"rendered":"Alian\u00e7a amplia atendimento \u00e0 Regi\u00e3o Norte do Brasil"},"content":{"rendered":"<p>Para atender aos crescentes fluxos log\u00edsticos na cabotagem e no Mercosul, a Alian\u00e7a Navega\u00e7\u00e3o e Log\u00edstica passar\u00e1 a escalar, a partir de abril, o porto de Vila do Conde, no Par\u00e1. A reformula\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o segue o planejamento estrat\u00e9gico para a expans\u00e3o da cabotagem na Regi\u00e3o Norte.<\/p>\n<p>Conforme explica o gerente geral de cabotagem da Alian\u00e7a, Gustavo Costa, o Par\u00e1 passa por uma expans\u00e3o do consumo e considerando que as cadeias log\u00edsticas atuais s\u00e3o totalmente dependentes do modal rodovi\u00e1rio, existe um grande potencial para o transporte costeiro.<\/p>\n<p>\u201cA inser\u00e7\u00e3o do modal cabotagem nestas cadeias log\u00edsticas s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel com um servi\u00e7o semanal e em dias fixos, que tamb\u00e9m permite a expans\u00e3o do com\u00e9rcio exterior, com transbordo nos portos de Suape e Santos, conectando o Par\u00e1 a todos os continentes\u201d, afirma.<\/p>\n<p>O porto de Vila do Conde est\u00e1 inclu\u00eddo no servi\u00e7o denominado Anel 1, que conta com 4 navios com capacidade para 3.800 cont\u00eaineres cada e 2 navios de 4.800 cont\u00eaineres, considerados os maiores em opera\u00e7\u00e3o na cabotagem brasileira. Essa \u00e9 a rota da Alian\u00e7a que oferece a maior capilaridade de atendimento, desde Rio Grande at\u00e9 Manaus. \u201cAssim, poderemos atender o mercado paraense, al\u00e9m de conectar com os servi\u00e7os do Mercosul e tamb\u00e9m para as Am\u00e9ricas, Europa, \u00c1sia e Oriente M\u00e9dio na exporta\u00e7\u00e3o e importa\u00e7\u00e3o\u201d, explica.<\/p>\n<p>Entre as principais cargas transportadas em Vila do Conde, a participa\u00e7\u00e3o maior ser\u00e1 dos segmentos de alimenta\u00e7\u00e3o, bebidas, higiene e limpeza, materiais de constru\u00e7\u00e3o e sider\u00fargicos. \u201cTemos o interesse de desenvolver parcerias estrat\u00e9gicas com empresas locais atuantes nos setores de transporte rodovi\u00e1rio e fluvial para participarem do crescimento da cabotagem no Par\u00e1. A meta \u00e9 atingir uma movimenta\u00e7\u00e3o anual de 20 a 25 mil TEUs j\u00e1 em 2016\u201d, ressalta Costa.<\/p>\n<p><strong>Infraestrutura Log\u00edstica<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com o executivo, a Regi\u00e3o Norte ainda \u00e9 carente de infraestrutura para as opera\u00e7\u00f5es de cont\u00eaineres. Em Vila do Conde, a Alian\u00e7a vai operar com a Santos Brasil, que j\u00e1 \u00e9 parceira estrat\u00e9gica nos portos de Imbituba e Santos. \u201cAcreditamos que junto com a Santos Brasil, a Companhia Docas do Par\u00e1, a Praticagem e Capitania dos Portos, teremos um plano de a\u00e7\u00e3o e investimentos para que as condi\u00e7\u00f5es operacionais sejam melhoradas em curto prazo\u201d, comenta.<\/p>\n<p>O Estado do Par\u00e1 possui ainda importantes portos como Bel\u00e9m e Santar\u00e9m. A escolha de Vila do Conde foi feita compatibilizando o perfil da frota de navios da Alian\u00e7a com as condi\u00e7\u00f5es operacionais portu\u00e1rias.<\/p>\n<p>\u201cConsideramos atender tamb\u00e9m o Estado do Amap\u00e1 com o transporte fluvial de balsas a partir de Vila do Conde e que o complexo portu\u00e1rio aumentar\u00e1 sua import\u00e2ncia na log\u00edstica regional com a implementa\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os da Alian\u00e7a. Pretendemos ser um vetor de desenvolvimento econ\u00f4mico regional\u201d, finaliza.<\/p>\n<p>Fonte: Portal Naval<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para atender aos crescentes fluxos log\u00edsticos na cabotagem e no Mercosul, a Alian\u00e7a Navega\u00e7\u00e3o e Log\u00edstica passar\u00e1 a escalar, a partir de abril, o porto&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":4598,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-11577","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11577","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11577"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11577\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11578,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11577\/revisions\/11578"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4598"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11577"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11577"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11577"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}