{"id":11428,"date":"2015-03-31T13:28:12","date_gmt":"2015-03-31T16:28:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=11428"},"modified":"2015-03-31T13:28:12","modified_gmt":"2015-03-31T16:28:12","slug":"praticagem-barra-entrada-de-navio-vindo-de-guine-no-porto-de-santos-sp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/praticagem-barra-entrada-de-navio-vindo-de-guine-no-porto-de-santos-sp\/","title":{"rendered":"Praticagem &#8216;barra&#8217; entrada de navio vindo de Guin\u00e9 no Porto de Santos, SP"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Segundo o sindicato da categoria, a recusa \u00e9 uma medida de seguran\u00e7a. Procurada, Anvisa n\u00e3o deu detalhes sobre a libera\u00e7\u00e3o do navio<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Um navio cargueiro vindo de Guin\u00e9, pa\u00eds africano que apresentou surto de Ebola no ano passado, deveria atracar na manh\u00e3 desta segunda-feira (30) no Porto de Santos, no litoral de S\u00e3o Paulo, mas a Praticagem se recusou a conduz\u00ed-lo at\u00e9 o cais. Os pr\u00e1ticos cobram uma inspe\u00e7\u00e3o m\u00e9dica nos oito tripulantes que est\u00e3o \u00e0 bordo.<\/p>\n<p>Segundo o diretor do Sindicato dos Pr\u00e1ticos do Estado de S\u00e3o Paulo, Carlos Alberto de Souza Filho, o navio Tasman possui o documento de &#8220;Livre Pr\u00e1tica&#8221;, emitido pela Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa), mas n\u00e3o foi inspecionado de maneira presencial.<\/p>\n<p>&#8220;Esse documento dado pela Anvisa \u00e9 concedido \u00e0 dist\u00e2ncia, ap\u00f3s a confirma\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es com o comandante, mas, neste caso, estamos falando de um navio com origem em um pa\u00eds end\u00eamico, que precisaria de uma avalia\u00e7\u00e3o m\u00e9dica in loco para garantir total seguran\u00e7a&#8221;, avalia.<\/p>\n<p>Souza Filho afirma ainda que a Praticagem questionou a Capitania dos Portos sobre a situa\u00e7\u00e3o considerada especial pelo grupo, por\u00e9m, recebeu o aval para liberar a embarca\u00e7\u00e3o. &#8220;Mesmo com sinal positivo da Capitania e da pr\u00f3pria Anvisa, n\u00f3s achamos por bem, por medida de seguran\u00e7a, tanto dos profissionais quanto da comunidade, n\u00e3o liberar. O sindicato n\u00e3o escalou nenhum profissional para conduzir o navio enquanto n\u00e3o for feita uma avalia\u00e7\u00e3o m\u00e9dica, que j\u00e1 solicitamos \u00e0 ag\u00eancia respons\u00e1vel pelo Tasman&#8221;, enfatiza.<\/p>\n<p><strong>Sem previs\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com o diretor, n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o para que o procedimento seja realizado. &#8220;Ele pode ser feito a qualquer hora, mas seria mais indicado durante o dia. Se o estado de sa\u00fade dos tripulantes estiver perfeito, todo o procedimento de atraca\u00e7\u00e3o \u00e9 feito rapidamente, dependendo, \u00e9 claro, das demais escalas programadas&#8221;, explica Souza Filho.<\/p>\n<p>A Capitania dos Portos afirma que intermediou a situa\u00e7\u00e3o, pedindo a avalia\u00e7\u00e3o m\u00e9dica \u00e0 ag\u00eancia respons\u00e1vel pelo navio, para que a embarca\u00e7\u00e3o seja liberada o quanto antes e n\u00e3o haja preju\u00edzos. O G1 tamb\u00e9m entrou em contato com a Anvisa por telefone, mas at\u00e9 a publica\u00e7\u00e3o desta reportagem, n\u00e3o obteve retorno.<\/p>\n<p><strong>Simulado<\/strong><\/p>\n<p>Em dezembro do ano passado, o Porto de Santos recebeu um simulado pr\u00e1tico, para definir os procedimentos caso um navio com tripulante suspeito de infec\u00e7\u00e3o pela doen\u00e7a atraque no cais.<\/p>\n<p>Fonte: G1 Santos \/ Orion Pires<br \/>Foto: Pol\u00edcia americana investiga casos de ebola no porto<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo o sindicato da categoria, a recusa \u00e9 uma medida de seguran\u00e7a. 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