{"id":11348,"date":"2015-03-26T09:57:59","date_gmt":"2015-03-26T12:57:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=11348"},"modified":"2015-03-26T09:57:59","modified_gmt":"2015-03-26T12:57:59","slug":"porto-de-paranagua-recebe-peca-de-185-toneladas-para-fabrica-da-klabin","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/porto-de-paranagua-recebe-peca-de-185-toneladas-para-fabrica-da-klabin\/","title":{"rendered":"Porto de Paranagu\u00e1 recebe pe\u00e7a de 185 toneladas para f\u00e1brica da Klabin"},"content":{"rendered":"<p>O diretor-presidente da Administra\u00e7\u00e3o dos Portos de Paranagu\u00e1 e Antonina, Luiz Henrique Dividino, disse que o Porto de Paranagu\u00e1 est\u00e1 preparado para receber cargas especiais. \u201cEstamos investindo pesado na moderniza\u00e7\u00e3o da estrutura portu\u00e1ria. Com isso, cada vez mais pe\u00e7as de grande dimens\u00e3o e peso chegam por Paranagu\u00e1\u201d.<\/p>\n<p>Como exemplo, ele cita as obras da reforma e amplia\u00e7\u00e3o do cais do Porto de Paranagu\u00e1. \u201cO novo projeto do cais prev\u00ea um refor\u00e7o na estrutura atual, o que aumentar\u00e1 a capacidade de suporte de tr\u00eas para cinco toneladas por metro quadrado\u201d.<\/p>\n<p>A primeira remessa do projeto chegou em dezembro do ano passado, quando cerca de 80 pe\u00e7as, que totalizavam 600 toneladas, chegaram no pa\u00eds. Maior investimento privado da hist\u00f3ria do Paran\u00e1, o empreendimento da Klabin, denominado projeto Puma, \u00e9 apoiado pelo governo estadual por meio do programa Paran\u00e1 Competitivo. Ser\u00e3o aplicados R$ 6,8 bilh\u00f5es na f\u00e1brica e em obras complementares de infraestrutura, feitas em parceria com o Estado. A f\u00e1brica vai produzir 1,5 milh\u00e3o de toneladas de celulose por ano. A previs\u00e3o \u00e9 que a planta comece a funcionar em 2016.<\/p>\n<p><strong>OPERA\u00c7\u00c3O <\/strong>\u2013 A chegada de cargas pesadas, como esta pe\u00e7a, exigem opera\u00e7\u00f5es especiais que movimentam toda a cadeia de transportes. A carreta que transportou o tanque dentro do porto, por exemplo, tem mais de 100 metros. Para subir a Serra do Mar e levar a pe\u00e7a at\u00e9 os Campos Gerais s\u00e3o necess\u00e1rias tr\u00eas carretas conectadas, para distribuir o peso do artefato.<\/p>\n<p>A opera\u00e7\u00e3o da carga da Klabin no Porto de Paranagu\u00e1 foi realizada pelo TCP LOG, \u00e1rea do Terminal de Cont\u00eaineres de Paranagu\u00e1 especializada em solu\u00e7\u00f5es de log\u00edstica integrada. A pe\u00e7a chegou pelo navio BBC Oregon, que partiu da Antu\u00e9rpia, na B\u00e9lgica. Ao longo de todo o Projeto Puma, partiram pe\u00e7as da Finl\u00e2ndia, China, Alemanha, Estados Unidos e Su\u00e9cia.<\/p>\n<p>\u201cO projeto Puma tem um impacto positivo direto para o Porto de Paranagu\u00e1 e para o estado todo. Al\u00e9m de descarregar as pe\u00e7as para a f\u00e1brica, vamos tamb\u00e9m fazer a exporta\u00e7\u00e3o da celulose produzida na unidade\u201d, afirma o diretor empresarial da Administra\u00e7\u00e3o dos Portos de Paranagu\u00e1 e Antonina (Appa), Louren\u00e7o Frogonese.<\/p>\n<p>A unidade de Ortigueira ter\u00e1 capacidade de produ\u00e7\u00e3o de 1,5 milh\u00e3o de toneladas de celulose, sendo 1,1 milh\u00e3o em fibra curta (para exporta\u00e7\u00e3o) e o restante de fibra longa (parte para abastecer o mercado interno). O Projeto Puma prev\u00ea ainda ramal ferrovi\u00e1rio, ligando a unidade e a ferrovia central do Paran\u00e1, por onde ser\u00e1 escoada a produ\u00e7\u00e3o diretamente at\u00e9 o Porto de Paranagu\u00e1.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia de Not\u00edcias do Paran\u00e1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O diretor-presidente da Administra\u00e7\u00e3o dos Portos de Paranagu\u00e1 e Antonina, Luiz Henrique Dividino, disse que o Porto de Paranagu\u00e1 est\u00e1 preparado para receber cargas especiais&#8230;.<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-11348","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11348","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11348"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11348\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11349,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11348\/revisions\/11349"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11348"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11348"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11348"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}