{"id":11287,"date":"2015-03-23T08:16:41","date_gmt":"2015-03-23T11:16:41","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=11287"},"modified":"2015-03-23T10:18:32","modified_gmt":"2015-03-23T13:18:32","slug":"ebola-ainda-ameaca-africa-alerta-medicos-sem-fronteiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/ebola-ainda-ameaca-africa-alerta-medicos-sem-fronteiras\/","title":{"rendered":"Ebola ainda amea\u00e7a \u00c1frica, alerta M\u00e9dicos Sem Fronteiras"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Um ano ap\u00f3s in\u00edcio de epidemia, ONG divulga relat\u00f3rio e cobra continuidade de a\u00e7\u00f5es globais<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Um ano ap\u00f3s o in\u00edcio da devastadora epidemia de ebola, a ONG M\u00e9dicos Sem Fronteiras (MSF) alerta que o baixo n\u00famero de casos atuais (398 nos \u00faltimos 21 dias, segundo a OMS) ainda \u00e9 mais alto do que qualquer surto anterior, e o n\u00famero de infectados n\u00e3o tem diminu\u00eddo significativamente desde janeiro. A ONG divulgou, nesta segunda-feira, um relat\u00f3rio retrospectivo no qual lembra que, apesar dos alertas dos MSF, houve uma \u201cin\u00e9rcia global\u201d at\u00e9 cinco meses depois do in\u00edcio do surto.<\/p>\n<p>No relat\u00f3rio \u201cPress\u00e3o al\u00e9m do limite\u201d, est\u00e3o descritos os alertas pr\u00e9vios feitos por MSF h\u00e1 um ano sobre a propaga\u00e7\u00e3o dos casos da doen\u00e7a na Guin\u00e9, a nega\u00e7\u00e3o inicial dos governos dos pa\u00edses afetados e os passos que o MSF deu \u201cfrente \u00e0 in\u00e9rcia global\u201d. No fim de agosto, o centro de MSF, em Monr\u00f3via, estava sobrecarregado de pacientes. Segundo a ONG, os profissionais foram for\u00e7ados a negar a entrada de pessoas doentes. Ao longo do \u00faltimo ano, foram tratados quase 5 mil pacientes confirmados com ebola na \u00c1frica Ocidental.<\/p>\n<p>\u201cPara o surto de ebola ter chegado a tal n\u00edvel de descontrole, foi preciso que muitas institui\u00e7\u00f5es falhassem. E elas falharam, com consequ\u00eancias tr\u00e1gicas e evit\u00e1veis\u201d, afirmou Christopher Stokes, diretor-geral de MSF.<\/p>\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o ainda cobra uma estrat\u00e9gia global para manter pesquisas para vacinas, tratamentos e ferramentas de diagn\u00f3stico do ebola. A ONG lembra que, na Guin\u00e9, o n\u00famero de pacientes est\u00e1 crescendo novamente. Em Serra Leoa, muitas pessoas que n\u00e3o constavam na lista de contatos com ebola, agora est\u00e3o apresentando o v\u00edrus. A Lib\u00e9ria, atualmente, est\u00e1 na contagem regressiva para chegar a zero casos, mas continua em risco enquanto o v\u00edrus estiver ativo em pa\u00edses vizinhos. Nos tr\u00eas pa\u00edses mais afetados, quase 500 profissionais de sa\u00fade perderam suas vidas no \u00faltimo ano.<\/p>\n<p>\u201cO trauma do ebola fez com que as pessoas passassem a desconfiar das instala\u00e7\u00f5es de sa\u00fade, desmoralizou profissionais de sa\u00fade, que agora t\u00eam medo de retomar suas atividades, e deixou comunidades afligidas, empobrecidas e desconfiadas\u201d, diz o relat\u00f3rio.<\/p>\n<p><strong>Mortes<\/strong><\/p>\n<p>A Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade divulgou novos n\u00fameros, mostrando que o n\u00famero de mortos na \u00c1frica Ocidental (Serra Leoa, Lib\u00e9ria e Guin\u00e9) j\u00e1 superou os 10 mil. E que o n\u00famero de infectados atingiu 24.350.<\/p>\n<p>Embora a regi\u00e3o tenha liberado seu \u00faltimo paciente com Ebola em mar\u00e7o, da Lib\u00e9ria, grupos como M\u00e9dicos Sem Fronteiras alertaram a comunidade internacional para que a \u00e1rea continue sob vigil\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Fonte: O Globo \/ Ag\u00eancias internacionais<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um ano ap\u00f3s in\u00edcio de epidemia, ONG divulga relat\u00f3rio e cobra continuidade de a\u00e7\u00f5es globais Um ano ap\u00f3s o in\u00edcio da devastadora epidemia de ebola,&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":8552,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[1428,1438,1242,1457,1459,69,1738],"class_list":["post-11287","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-aeroportos","tag-africa","tag-alerta","tag-ebola","tag-epidemia","tag-portos","tag-virus"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11287","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11287"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11287\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11288,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11287\/revisions\/11288"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8552"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11287"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11287"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11287"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}