{"id":11201,"date":"2015-03-19T09:39:13","date_gmt":"2015-03-19T12:39:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=11201"},"modified":"2015-03-19T09:39:13","modified_gmt":"2015-03-19T12:39:13","slug":"brasil-precisa-expandir-mercados-diz-diretor-da-maersk-line-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/brasil-precisa-expandir-mercados-diz-diretor-da-maersk-line-brasil\/","title":{"rendered":"Brasil precisa expandir mercados, diz diretor da Maersk Line Brasil"},"content":{"rendered":"<p>O Brasil precisa firmar mais acordos bilaterais de com\u00e9rcio para ampliar sua presen\u00e7a no mercado internacional de exporta\u00e7\u00f5es e importa\u00e7\u00f5es. Contar somente com a varia\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar comercial, cuja cota\u00e7\u00e3o cresceu mais em dois meses e meio do que em todo o ano passado, n\u00e3o ser\u00e1 suficiente para compensar o baixo crescimento esperado para a movimenta\u00e7\u00e3o de cargas por cont\u00eaineres neste ano.<\/p>\n<p>Em resumo, \u00e9 a avalia\u00e7\u00e3o do diretor comercial da Maersk Line Brasil, Mario Veraldo, que concedeu entrevista nesta ter\u00e7a-feira(17) a A Tribuna e representa, no Pa\u00eds, a maior transportadora mundial de cofres de carga.<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o dos resultados de 2014 e 2013, houve alta geral de 1% em embarques e desembarques de cont\u00eaineres no Brasil. Para este ano, a previs\u00e3o \u00e9 de que o \u00edndice se repita. Os dados foram reunidos pela consultoria Datamar, especializada em com\u00e9rcio mar\u00edtimo e exterior, a pedido da Maersk.<\/p>\n<p>Para que pudesse haver um cen\u00e1rio mais favor\u00e1vel ao tr\u00e1fego de cargas conteinerizadas apenas com o aumento do d\u00f3lar, Veraldo calcula que, para cada ponto percentual de queda nas importa\u00e7\u00f5es, seria preciso expandir em tr\u00eas a quatro pontos o volume exportado.<\/p>\n<p>A realidade, segundo o diretor, \u00e9 outra: \u201cO volume de importa\u00e7\u00e3o de cont\u00eaineres \u00e9 significativamente maior do que o de exporta\u00e7\u00e3o. Precisa-se de estabilidade em termos de volume (importado) e acelerar a exporta\u00e7\u00e3o muito mais do que a queda na importa\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>No Porto de Santos, conforme estat\u00edsticas da Companhia Docas do Estado de S\u00e3o Paulo (Codesp) referentes a janeiro deste ano, importaram-se 92.095 cont\u00eaineres e exportaram-se 90.278. E a alta nas importa\u00e7\u00f5es foi de 7,2%, superior \u00e0 das exporta\u00e7\u00f5es (2,8%), na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas do ano passado. Mas, em 2014 inteiro, os embarques superaram levemente os desembarques (1.192.084 contra 1.182.342 unidades).<\/p>\n<p><strong>EUA e Europa<\/strong><\/p>\n<p>Mario Veraldo entende que, para ampliar os resultados comerciais do Brasil, o Governo e empres\u00e1rios precisam ter \u201cinteresse pol\u00edtico em executar\u201d acordos bilaterais com dois grandes mercados: Estados Unidos e Uni\u00e3o Europeia.<\/p>\n<p>\u201cEles t\u00eam uma base importadora muito grande. Demandam produtos do mundo inteiro. A gente v\u00ea o fluxo de produtos que est\u00e3o circulando para esses mercados. O grande ponto \u00e9 como se posiciona o Brasil para que ele participe desse mercado de uma maneira mais forte\u201d, analisa.<\/p>\n<p>Sem mencionar n\u00fameros, o diretor comercial da Maersk cita como exemplo a amplia\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a de produtos brasileiros na China, cujo mercado consumidor ainda cresce com for\u00e7a. \u201cO com\u00e9rcio entre Brasil e China foi muito acelerado nos \u00faltimos anos. Mas um impacto mais positivo seria fazer um acordo bilateral com quem ainda n\u00e3o se est\u00e1 fazendo muitos neg\u00f3cios\u201d.<\/p>\n<p>Fonte: A Tribuna online\/Rafael Motta<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil precisa firmar mais acordos bilaterais de com\u00e9rcio para ampliar sua presen\u00e7a no mercado internacional de exporta\u00e7\u00f5es e importa\u00e7\u00f5es. 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