{"id":11139,"date":"2015-03-16T09:41:59","date_gmt":"2015-03-16T12:41:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=11139"},"modified":"2015-03-16T10:24:17","modified_gmt":"2015-03-16T13:24:17","slug":"porto-do-acu-projetos-de-eike-batista-geraram-repasses-de-r-86-milhoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/porto-do-acu-projetos-de-eike-batista-geraram-repasses-de-r-86-milhoes\/","title":{"rendered":"Porto do A\u00e7u: projetos de Eike Batista geraram repasses de R$ 86 milh\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Mas megaempreendimentos do complexo industrial ainda devem cerca de R$ 6 milh\u00f5es em compensa\u00e7\u00f5es<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Megaempreendimentos do complexo industrial do Porto do A\u00e7u, em S\u00e3o Jo\u00e3o da Barra, no Norte Fluminense, que eram tocados pelo empres\u00e1rio Eike Batista \u2014 atualmente sob a gest\u00e3o de outras empresas \u2014 j\u00e1 renderam R$ 86 milh\u00f5es ao Fundo da Mata Atl\u00e2ntica, mas ainda devem cerca de R$ 6 milh\u00f5es em compensa\u00e7\u00f5es. Esse dado consta em um relat\u00f3rio da Secretaria estadual do Ambiente obtido pelo GLOBO.<\/p>\n<p>At\u00e9 meados de 2013, o Complexo do A\u00e7u foi a principal fonte de recursos da conta ambiental do estado. Mas, de agora em diante, o pagamento dessas compensa\u00e7\u00f5es promete virar uma novela. Isso porque a Eneva, empresa que assumiu a MPX Energia e \u00e9 controlada pela alem\u00e3 E.ON, entrou com pedido de recupera\u00e7\u00e3o judicial em fevereiro. O processo, admite o secret\u00e1rio estadual do Ambiente, Andr\u00e9 Corr\u00eaa, vai se arrastar.<\/p>\n<p>Outra quest\u00e3o ainda em aberto \u00e9 a dos repasses j\u00e1 feitos pela Unidade T\u00e9rmica El\u00e9trica (UTE), tamb\u00e9m do Porto A\u00e7u, cuja renova\u00e7\u00e3o da licen\u00e7a de instala\u00e7\u00e3o foi negada pelo Inea em outubro de 2013. O empreendimento emitiria at\u00e9 7 milh\u00f5es de toneladas de carbono por ano. Foi acertado que o pagamento ao Fundo Mata Atl\u00e2ntica referente \u00e0 t\u00e9rmica a carv\u00e3o seria feito em 96 parcelas, totalizando R$ 66 milh\u00f5es. At\u00e9 o cancelamento do projeto, foram pagas 16 parcelas (R$ 11 milh\u00f5es).<\/p>\n<p>Por meio de uma nota, a Eneva informou que n\u00e3o descartou a continuidade do projeto e acrescentou que \u201cqualquer decis\u00e3o envolvendo valores da compensa\u00e7\u00e3o ambiental deve aguardar o julgamento do recurso apresentado contra a suspens\u00e3o da licen\u00e7a do empreendimento\u201d.<\/p>\n<p>Andr\u00e9 Corr\u00eaa disse n\u00e3o acreditar que os valores j\u00e1 pagos ser\u00e3o devolvidos por ordem judicial. Ele afirmou que abre m\u00e3o do restante, pois, segundo o secret\u00e1rio, o mais importante para o meio ambiente \u00e9 o veto a uma termel\u00e9trica com alt\u00edssimo potencial poluidor:<\/p>\n<p>\u2014 O que foi pago j\u00e1 est\u00e1 gasto. Eles est\u00e3o, de fato, questionando os valores que j\u00e1 foram repassados. Mas abro m\u00e3o de receber o dinheiro restante sem problema algum.<\/p>\n<p>Fonte: O Globo \/ Manuel Alencar<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mas megaempreendimentos do complexo industrial ainda devem cerca de R$ 6 milh\u00f5es em compensa\u00e7\u00f5es Megaempreendimentos do complexo industrial do Porto do A\u00e7u, em S\u00e3o Jo\u00e3o&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":5691,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-11139","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11139","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11139"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11139\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11140,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11139\/revisions\/11140"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5691"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11139"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11139"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11139"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}