{"id":10970,"date":"2015-03-06T08:20:56","date_gmt":"2015-03-06T11:20:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=10970"},"modified":"2015-03-05T15:38:10","modified_gmt":"2015-03-05T18:38:10","slug":"petrobras-mantem-plano-de-ter-dois-bercos-no-porto-de-santos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/petrobras-mantem-plano-de-ter-dois-bercos-no-porto-de-santos\/","title":{"rendered":"Petrobras mant\u00e9m plano de ter dois ber\u00e7os no Porto de Santos"},"content":{"rendered":"<p>A estatal dever\u00e1 abrir nova licita\u00e7\u00e3o, nos pr\u00f3ximos meses, para tentar contratar a empresa que prestar\u00e1 esse servi\u00e7o. O primeiro certame, realizado no ano passado, fracassou.<\/p>\n<p>A informa\u00e7\u00e3o \u00e9 do gerente geral da Unidade de Opera\u00e7\u00f5es de Explora\u00e7\u00e3o e Produ\u00e7\u00e3o da Bacia de Santos (UOBS), Osvaldo Kawakami. Ele explica que as especifica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas do edital tiveram que ser alteradas, para verificar a possibilidade de reduzir o valor de investimento ofertado, uma vez que o primeiro teve apenas um concorrente.<\/p>\n<p>A Bandeirantes Log\u00edstica foi a \u00fanica empresa do Porto de Santos a concorrer no certame, realizado no \u00faltimo semestre. A companhia, por\u00e9m, apresentou um pre\u00e7o incompat\u00edvel com aquele estimado pela estatal, que acabou cancelando a licita\u00e7\u00e3o e, agora, estuda uma nova estrat\u00e9gia de contrata\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o.<\/p>\n<p>Kawakami n\u00e3o fala em prazos,mas afirma que,\u201cem breve\u201d, essa nova concorr\u00eancia p\u00fablica deve ser apresentada ao mercado. Inicialmente, acreditava-se que, j\u00e1 no segundo semestre deste ano, seriam iniciadas as opera\u00e7\u00f5es em pelo menos um dos dois ber\u00e7os contratados pelas empresas. Agora, na melhor das hip\u00f3teses, estima-se que os trabalhos se iniciem somente em 2016.<\/p>\n<p>A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 que, nas \u00e1reas contratadas, a Petrobras fa\u00e7a o embarque e o desembarque de suprimentos para as plataformas distribu\u00eddas pela Bacia de Santos, que, em m\u00e9dia, est\u00e3o distantes 300 quil\u00f4metros da costa dos estados do Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo e Paran\u00e1. A opera\u00e7\u00e3o prev\u00ea trabalho 24 horas, nos sete dias da semana.<\/p>\n<p>Por enquanto, essas plataformas, que j\u00e1 produziram mais de 500 mil barris de \u00f3leo, continuam a ser abastecidas unicamente pelos portos do Rio de Janeiro e de Itaja\u00ed, em Santa Catarina. Ao vir para Santos, a base offshore, al\u00e9m de desafogar as de outros complexos mar\u00edtimos, otimizaria parte dos trabalhos, devido \u00e0 proximidade com fornecedores.<\/p>\n<p>A utiliza\u00e7\u00e3o do cais santista pela cadeia de petr\u00f3leo e g\u00e1s se resume, at\u00e9 o momento, aos servi\u00e7os prestados pela Saipem, na montagem de tubula\u00e7\u00f5es de plataformas, e pelo Ecoporto, no Valongo, que operou navios supply boat. Eles utilizaram o terminal durante paradas programadas, para abastecer as plataformas de Merluza e Mexilh\u00e3o, ambas na Bacia de Santos, no ano passado. Uma vez conclu\u00eddas, as opera\u00e7\u00f5es n\u00e3o foram mais necess\u00e1rias.<\/p>\n<p>Estima-se que, em 2020, a Unidadede Opera\u00e7\u00f5es da Baixada Santista esteja produzindo ao menos 2 milh\u00f5es de barris de \u00f3leo por dia. At\u00e9 l\u00e1, n\u00e3o somente a base offshore no Porto auxiliar\u00e1 nos trabalhos, com o tamb\u00e9m o aeroporto de Itanha\u00e9m, cuja a amplia\u00e7\u00e3o e moderniza\u00e7\u00e3o est\u00e3o prestes a serem entregues pela empresa.<\/p>\n<p>Fonte: A Tribuna<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A estatal dever\u00e1 abrir nova licita\u00e7\u00e3o, nos pr\u00f3ximos meses, para tentar contratar a empresa que prestar\u00e1 esse servi\u00e7o. 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