{"id":10773,"date":"2015-02-25T09:08:49","date_gmt":"2015-02-25T12:08:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=10773"},"modified":"2015-02-25T09:08:49","modified_gmt":"2015-02-25T12:08:49","slug":"antaq-nega-ter-adotado-regras-mais-flexiveis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/antaq-nega-ter-adotado-regras-mais-flexiveis\/","title":{"rendered":"Antaq nega ter adotado regras mais flex\u00edveis"},"content":{"rendered":"<p>A retirada do piso das multas referentes \u00e0 presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os portu\u00e1rios n\u00e3o representa &#8220;afrouxamento&#8221; da regula\u00e7\u00e3o, disse a Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios (Antaq). Conforme informou o Valor, a Antaq suspendeu, na quarta-feira, as penalidades m\u00ednimas previstas para mais de uma centena de infra\u00e7\u00f5es, mantendo apenas as multas m\u00e1ximas.<\/p>\n<p>&#8220;A retirada de piso teve o objetivo de adequar a Resolu\u00e7\u00e3o Normativa \u00e0s in\u00fameras realidades do pa\u00eds. Sem o piso, podemos dosar a multa, por exemplo, de acordo com a capacidade econ\u00f4mica da empresa autuada&#8221;, disse a Antaq.<\/p>\n<p>A norma altera uma resolu\u00e7\u00e3o de fevereiro de 2014 que vinha causando pol\u00eamica na iniciativa privada ao definir um intervalo de multas considerado elevado para infra\u00e7\u00f5es de terminais (arrendados e privados); operadores portu\u00e1rios e autorizat\u00e1rios de instala\u00e7\u00f5es; e administradoras dos portos. Desde ent\u00e3o, foram lavrados 250 autos de infra\u00e7\u00e3o, disse a Antaq, sem citar as penalidades.<\/p>\n<p>Pela resolu\u00e7\u00e3o de 2014, por exemplo, quem subempreitasse, transferisse ou delegasse qualquer opera\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria a um operador sem pr\u00e9-qualifica\u00e7\u00e3o seria autuado em pelo menos R$ 500 mil, sendo que a san\u00e7\u00e3o poderia chegar at\u00e9 R$ 1 milh\u00e3o. Agora, sem o piso, fica a cargo do fiscal definir o valor da san\u00e7\u00e3o, at\u00e9 o limite do teto.<\/p>\n<p>&#8220;O valor da multa tem de obedecer aos princ\u00edpios da razoabilidade e da proporcionalidade&#8221;, disse o advogado Osvaldo Agripino, que representa exportadores e importadores clientes de portos. Apesar da suspens\u00e3o da penalidade m\u00ednima, ele considera a norma um avan\u00e7o devido \u00e0 inclus\u00e3o de um artigo que prev\u00ea multa de at\u00e9 R$ 500 mil caso um arrendat\u00e1rio inicie a presta\u00e7\u00e3o de um servi\u00e7o e sua respectiva cobran\u00e7a sem anu\u00eancia pr\u00e9via da Antaq. A mesma san\u00e7\u00e3o vale se a empresa aumentar os pre\u00e7os ou tarifas de servi\u00e7os acima do acumulado pelo \u00edndice de refer\u00eancia. &#8220;Foi uma vit\u00f3ria&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p>&#8220;Se voc\u00ea passar a cobrar acima do \u00edndice e sobre um servi\u00e7o n\u00e3o autorizado, \u00e9 uma infra\u00e7\u00e3o sob o ponto de vista da pr\u00e1tica comercial&#8221;, disse o presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Com\u00e9rcio Exterior do Brasil (AEB), Jos\u00e9 Augusto de Castro.<\/p>\n<p>Do outro lado do balc\u00e3o, os terminais discordam do mecanismo. &#8220;Isso n\u00e3o existe em uma economia capitalista. O controle de pre\u00e7os nunca funcionou, porto \u00e9 din\u00e2mico e o que regula o pre\u00e7o \u00e9 a concorr\u00eancia entre os terminais&#8221;, afirma Wilen Manteli, presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Terminais Portu\u00e1rios (ABTP), reiterando cr\u00edtica ao que j\u00e1 chamou de inger\u00eancia ilegal da Antaq na rela\u00e7\u00e3o comercial. &#8220;S\u00f3 aumenta o cipoal de normas, ningu\u00e9m aguenta mais.&#8221;<\/p>\n<p>Fonte: Valor Econ\u00f4mico\/Fernanda Pires | de Santos<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A retirada do piso das multas referentes \u00e0 presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os portu\u00e1rios n\u00e3o representa &#8220;afrouxamento&#8221; da regula\u00e7\u00e3o, disse a Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios (Antaq)&#8230;.<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":6017,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-10773","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10773","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10773"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10773\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10774,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10773\/revisions\/10774"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6017"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10773"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10773"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10773"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}