{"id":10736,"date":"2015-02-23T08:39:35","date_gmt":"2015-02-23T11:39:35","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=10736"},"modified":"2015-02-23T08:39:35","modified_gmt":"2015-02-23T11:39:35","slug":"petrobras-pode-renegociar-contratos-com-fornecedores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/petrobras-pode-renegociar-contratos-com-fornecedores\/","title":{"rendered":"Petrobras pode renegociar contratos com fornecedores"},"content":{"rendered":"<p>Fornecedores da Petrobras t\u00eam se preparado para uma prov\u00e1vel onda de renegocia\u00e7\u00e3o de contratos antigos para aluguel de plataformas mar\u00edtimas. Segundo um alto executivo de uma empresa estrangeira, o setor j\u00e1 espera a convoca\u00e7\u00e3o da estatal para debater contratos fechados no auge da demanda por esses equipamentos. Essa renegocia\u00e7\u00e3o deve ocorrer como medida da nova diretoria da Petrobras que precisa cortar gastos e diante das novas condi\u00e7\u00f5es do mercado global de aluguel de plataformas, j\u00e1 que alguns pre\u00e7os ca\u00edram at\u00e9 50% nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>Na semana passada, uma das grandes fornecedoras da Petrobras, a norueguesa Seadrill, surpreendeu o mercado ao anunciar aos acionistas que contratos para aluguel de duas plataformas mar\u00edtimas assinados com a estatal brasileira devem ter prazos ou condi\u00e7\u00f5es comerciais alteradas. Por isso, a empresa n\u00e3o conta mais com o valor integral de US$ 1,1 bilh\u00e3o previsto na assinatura do contrato. Segundo uma fonte, a decis\u00e3o da companhia norueguesa pode ser a indica\u00e7\u00e3o de um movimento mais amplo de renegocia\u00e7\u00e3o que est\u00e1 por vir.<\/p>\n<p><strong>Sem atrasos<\/strong><\/p>\n<p>A Petrobras continua pagando normalmente empresas que alugam plataformas petrol\u00edferas, como a pr\u00f3pria Seadrill, a europeia Ocean Rig e a americana Transocean. &#8220;A Petrobras n\u00e3o atrasou nenhum pagamento. Todos os compromissos est\u00e3o sendo quitados na data e com os valores combinados em contrato. Mas a Seadrill sentiu-se obrigada a avisar investidores por uma quest\u00e3o de transpar\u00eancia diante da grande mudan\u00e7a que houve na estatal&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Segundo esta fonte, cons\u00f3rcios que operam as v\u00e1rias \u00e1reas de explora\u00e7\u00e3o estariam come\u00e7ando a avaliar a possibilidade de renegociar pre\u00e7os e prazos dos contratos firmados h\u00e1 alguns anos. Segundo o executivo, esse movimento tenta antecipar a &#8220;muito prov\u00e1vel&#8221; movimenta\u00e7\u00e3o da estatal.<\/p>\n<p>&#8220;A nova diretoria (da Petrobras) usar\u00e1 novos processos e dever\u00e1 haver mudan\u00e7a nos valores previstos no or\u00e7amento. Por isso, o setor acredita que v\u00e3o chamar todos (os fornecedores) para a mesa de negocia\u00e7\u00e3o. Por enquanto, por\u00e9m, n\u00e3o aconteceu nada fora do ordin\u00e1rio&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>Ainda que a iniciativa comece a partir dos cons\u00f3rcios, todos esses grupos contam com a participa\u00e7\u00e3o majorit\u00e1ria da Petrobras. Uma das plataformas que foram alvo do comunicado da empresa norueguesa da semana passada foi contratada por um cons\u00f3rcio controlado pela Petrobras com 65% da concess\u00e3o. Os demais s\u00f3cios s\u00e3o a brit\u00e2nica BG Group com 25% e portuguesa Galp Energia com 10%.<\/p>\n<p>Fonte: Di\u00e1rio do Nordeste (CE)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fornecedores da Petrobras t\u00eam se preparado para uma prov\u00e1vel onda de renegocia\u00e7\u00e3o de contratos antigos para aluguel de plataformas mar\u00edtimas. 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