{"id":10491,"date":"2015-02-06T08:10:24","date_gmt":"2015-02-06T10:10:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=10491"},"modified":"2015-02-05T14:38:38","modified_gmt":"2015-02-05T16:38:38","slug":"arquitetos-elogiam-obras-de-revitalizacao-da-zona-portuaria-do-rio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/arquitetos-elogiam-obras-de-revitalizacao-da-zona-portuaria-do-rio\/","title":{"rendered":"Arquitetos elogiam obras de revitaliza\u00e7\u00e3o da Zona Portu\u00e1ria do Rio"},"content":{"rendered":"<p>Arquitetos do Royal Institute Of British Architects (Riba), do Reino Unido, e do Instituto dos Arquitetos do Brasil percorreram nesta quarta-feira (4) as obras de revitaliza\u00e7\u00e3o da Zona Portu\u00e1ria do Rio, o chamado Porto Maravilha, no centro da capital fluminense.<\/p>\n<p>Durante a visita t\u00e9cnica, o diretor Internacional do Riba, Marcus Delley, acompanhou as obras do t\u00fanel da Via Bin\u00e1rio, do Passeio Mar\u00edtimo e do Museu do Amanh\u00e3. Nos pr\u00f3ximos dias, o prefeito Eduardo Paes deve anunciar o prazo de conclus\u00e3o das obras.<\/p>\n<p>\u201cEsta \u00e9 a primeira de uma s\u00e9rie de visitas que faremos. Os projetos que vi est\u00e3o em fase inicial, mas parecem \u00fateis e de muito valor, especialmente o t\u00fanel que desafoga o tr\u00e1fego em diversas \u00e1reas importantes da cidade, o que \u00e9 algo positivo. O Museu do Amanh\u00e3 \u00e9 bastante promissor e ser\u00e1 interessante v\u00ea-lo conclu\u00eddo. Por enquanto, tivemos uma pequena amostra do que ser\u00e1\u201d, disse Delley.<\/p>\n<p>Arquitetos brasileiros informaram a Delley que apenas uma via do t\u00fanel da Via Bin\u00e1rio \u00e9 usada. De acordo com eles, quando o t\u00fanel estiver conclu\u00eddo, permitir\u00e1 o tr\u00e1fego di\u00e1rio de 55 mil ve\u00edculos. Outra \u00e1rea visitada por Delley foi o Passeio Mar\u00edtimo, parte do projeto Porto Maravilha.<\/p>\n<p>De acordo com o presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Porto do Rio de Janeiro, Alberto Silva, a extens\u00e3o do passeio, no trecho do Elevado da Perimetral, demolido em 2014, possibilitar\u00e1, ap\u00f3s o t\u00e9rmino das obras de revitaliza\u00e7\u00e3o, o reencontro com a paisagem da Ba\u00eda de Guanabara. \u201c\u00c9 um verdadeiro resgate da arquitetura da cidade. Cariocas e visitantes redescobrem constru\u00e7\u00f5es como o Moinho Fluminense, o Edif\u00edcio Paranapanema e o Mosteiro de S\u00e3o Bento. A prioridade ao pedestre tem como s\u00edmbolo maior a retirada da Perimetral e a libera\u00e7\u00e3o da frente mar\u00edtima\u201d, observou Alberto Silva.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o t\u00e9rmino das obras, a regi\u00e3o receber\u00e1 diversos empreendimentos comerciais, o que preocupa o presidente do Instituto dos Arquitetos, Pedro da Luz Moreira. Segundo ele, h\u00e1 necessidade de mais empreendimentos habitacionais na \u00e1rea, pois as torres corporativas reproduzir\u00e3o o modelo do centro da cidade. Conforme Moreira, a regi\u00e3o acaba tendo um uso estabelecido, que \u00e9 o comercial, e a infra-estrutura instalada acaba morrendo.<\/p>\n<p>\u201cA cidade melhor \u00e9 a de m\u00faltiplos usos, n\u00e3o a especializada no uso de grandes corpora\u00e7\u00f5es. Todo investimento p\u00fablico acaba n\u00e3o realizando a cidade que queremos. Ela acaba sem uso nos fins de semana. Fica uma cidade morta. Misturar o uso habitacional \u00e0s torres corporativas \u00e9 importante. Estamos cobrando do governo municipal para que ele esteja atento e incentive o capital imobili\u00e1rio\u201d, concluiu Moreira.<\/p>\n<p>Fonte: Monitor Mercantil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Arquitetos do Royal Institute Of British Architects (Riba), do Reino Unido, e do Instituto dos Arquitetos do Brasil percorreram nesta quarta-feira (4) as obras de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":7007,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-10491","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10491","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10491"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10491\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10492,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10491\/revisions\/10492"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7007"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10491"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10491"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10491"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}