{"id":10444,"date":"2015-02-04T09:04:36","date_gmt":"2015-02-04T11:04:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=10444"},"modified":"2015-02-04T09:04:36","modified_gmt":"2015-02-04T11:04:36","slug":"posidonia-nova-empresa-que-cresce-na-cabotagem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/posidonia-nova-empresa-que-cresce-na-cabotagem\/","title":{"rendered":"Posidonia, nova empresa que cresce na cabotagem"},"content":{"rendered":"<p>N\u00e3o \u00e9 comum novas empresas surgirem na \u00e1rea de navega\u00e7\u00e3o, devido \u00e0s necessidades de capital, conhecimento t\u00e9cnico e oportunidade de mercado. Mas a novata Posidonia, do Rio, apresenta bons n\u00fameros e algumas caracter\u00edsticas especiais. \u00c9 formada por Abrah\u00e3o Salom\u00e3o, de 38 anos, filho do falecido armador Alarico Salom\u00e3o, da Transnave, Alexandros e Felipe Ikonomopoulos, de 33 e 29, respectivamente, donos da Kadmos, de uma fam\u00edlia de brokers e armadores de origem grega. O av\u00f4 de Alexandros e Felipe \u00e9 o renomado broker Alex Ikonomopoulos.<\/p>\n<p>Abrah\u00e3o Salom\u00e3o estava prestes a iniciar curso de engenharia naval, mas como a empresa do falecido pai, a Transnave, estava em situa\u00e7\u00e3o falimentar, optou pelo curso de Direito: queria conhecer melhor os caminhos da recupera\u00e7\u00e3o judicial. A Posidonia foi criada em 2010 e come\u00e7ou a operar em 2013, mas j\u00e1 movimenta uma frota razo\u00e1vel, tem navio encomendado com recursos pr\u00f3prios e abriga 115 empregados, dos quais 70 mar\u00edtimos.<\/p>\n<p>O navio pr\u00f3prio em constru\u00e7\u00e3o, a se chamar Posidonia Bravo, ter\u00e1 capacidade para 3.000 toneladas, sendo do tipo deck aberto, que pode levar todo tipo de cargas. Est\u00e1 sendo constru\u00eddo no estaleiro Vit\u00f3ria, de Triunfo (RS). A Posidonia opera, sob afretamento, embarca\u00e7\u00f5es nacionais, como o S\u00e3o Luis, de 42 mil toneladas, que pertencia \u00e0 empresa Mansur, e a barca\u00e7a oce\u00e2nica Santa Maria. Sob afretamento tamb\u00e9m est\u00e1 o S\u00e3o Sebasti\u00e3o, de 16 mil toneladas, que passa por completa moderniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A empresa, que est\u00e1 estabelecida sob o compromisso com a bandeira brasileira, investiu maci\u00e7amente para impedir que os navios S\u00e3o Luiz e S\u00e3o Sebasti\u00e3o fossem sucateados. No caso do S\u00e3o Luiz, o compromisso \u00e9 ainda mais latente pois, sendo afretado a casco nu de uma companhia que n\u00e3o \u00e9 uma Empresa Brasileira de Navega\u00e7\u00e3o (EBN), n\u00e3o lhe gera direitos de tonelagem para fazer novos afretamentos. Por outro lado, o mesmo navio est\u00e1 fretado por tempo a outra empresa de navega\u00e7\u00e3o, o que levou aqueles menos conhecedores da atividade a pensar, erroneamente, que a arma\u00e7\u00e3o da embarca\u00e7\u00e3o e sua opera\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e3o nas m\u00e3os e sob a responsabilidade da Posidonia, que possui tamb\u00e9m uma lancha para apoio mar\u00edtimo e portu\u00e1rio e, por requisi\u00e7\u00e3o de clientes, administra dez barcos de apoio a plataformas de petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>Os irm\u00e3os Ikonomopoulos e Abrah\u00e3o Salom\u00e3o informam que a empresa tem uma caracter\u00edstica muito especial: a sua principal atividade na costa brasileira \u00e9 o servi\u00e7o de realimenta\u00e7\u00e3o, conhecido em navega\u00e7\u00e3o como \u201cfeeder\u201d. A empresa n\u00e3o procura cargas nos clientes usuais \u2013 os embarcadores \u2013 mas seu mercado s\u00e3o os armadores internacionais. Anteriormente, muitas companhias se diziam prestadoras do servi\u00e7o \u201cfeeder\u201d, mas como tamb\u00e9m operavam na cabotagem tradicional, essa fun\u00e7\u00e3o se confundia e, al\u00e9m disso, em certas ocasi\u00f5es os ditos \u201cfeeders\u201d competiam com seus clientes, os armadores internacionais, na disputa por carga junto aos mesmos clientes, al\u00e9m de n\u00e3o oferecerem custos compat\u00edveis com a opera\u00e7\u00e3o de realimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>J\u00e1 a Posidonia n\u00e3o busca produtores e importadores. Ela contata o mundo armatorial e oferece seus servi\u00e7os para transferir cargas. Se um grande navio chega a Santos com bobinas para o Sul, o Norte ou Nordeste, o mais racional \u00e9 entregar a carga a essa empresa e seguir sua viagem. \u00c9 isso que a Posidonia tem feito e que tem lhe aberto um bom nicho de mercado. Transporta tamb\u00e9m cont\u00eaineres e outras cargas.<\/p>\n<p>\u2013 N\u00e3o temos grandes ambi\u00e7\u00f5es imediatas, mas tamb\u00e9m n\u00e3o temos medo. Nossa estrat\u00e9gia \u00e9 seguir passo a passo e estamos indo bem. Em pouco tempo a empresa fincou bom nome no mercado, tem um navio em constru\u00e7\u00e3o e opera embarca\u00e7\u00f5es nacionais de razo\u00e1vel porte. Temos focado na qualidade do servi\u00e7o em todas as suas etapas, sem medir esfor\u00e7os para a consolida\u00e7\u00e3o de cada projeto.<\/p>\n<p>Fonte: Monitor Mercantil\/Sergio Barreto Motta<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o \u00e9 comum novas empresas surgirem na \u00e1rea de navega\u00e7\u00e3o, devido \u00e0s necessidades de capital, conhecimento t\u00e9cnico e oportunidade de mercado. 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