{"id":10327,"date":"2015-01-28T09:17:30","date_gmt":"2015-01-28T11:17:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=10327"},"modified":"2015-01-28T10:21:40","modified_gmt":"2015-01-28T12:21:40","slug":"terminais-offshore-garantem-eficiencia-no-suprimento-das-refinarias-no-sul-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/terminais-offshore-garantem-eficiencia-no-suprimento-das-refinarias-no-sul-do-brasil\/","title":{"rendered":"Terminais offshore garantem efici\u00eancia no suprimento das refinarias no sul do Brasil"},"content":{"rendered":"<p>Os terminais aquavi\u00e1rios respons\u00e1veis pelo suprimento das refinarias da Petrobras que abastecem a regi\u00e3o sul do pa\u00eds est\u00e3o ganhando ainda mais efici\u00eancia e confiabilidade nas opera\u00e7\u00f5es. Novas e modernas monoboias, j\u00e1 em funcionamento no terminal de S\u00e3o Francisco do Sul (SC) e em instala\u00e7\u00e3o no de Os\u00f3rio (RS), passam a garantir maior precis\u00e3o no controle das opera\u00e7\u00f5es de transfer\u00eancia de petr\u00f3leo e derivados e ainda auxiliam na preven\u00e7\u00e3o de acidentes.<\/p>\n<p>Monoboia \u00e9 uma esp\u00e9cie de \u201cterminal flutuante\u201d, utilizado na amarra\u00e7\u00e3o de navios-tanque para a opera\u00e7\u00e3o de carregamento e descarregamento de petr\u00f3leo e derivados. Os novos equipamentos possuem tecnologia de ponta: esta\u00e7\u00e3o meteorol\u00f3gica, que verifica o vento, a corrente marinha e o tamanho das ondas; e equipamentos que monitoram tens\u00e3o no cabo de amarra\u00e7\u00e3o do navio, temperatura, press\u00e3o, vaz\u00e3o e posi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica.<\/p>\n<p>Os dados podem ser monitorados online pelo Capit\u00e3o de Manobras \u2013 profissional respons\u00e1vel por toda a opera\u00e7\u00e3o, que embarca no navio para realizar a transfer\u00eancia. As novas unidades t\u00eam ainda uma estrutura chamada casaria, uma esp\u00e9cie de cabine que abriga e protege os equipamentos internos e torna a opera\u00e7\u00e3o mais segura para os profissionais envolvidos na manuten\u00e7\u00e3o das estruturas.<\/p>\n<p>A troca das monoboias faz parte da moderniza\u00e7\u00e3o permanente realizada pela Transpetro para aprimorar a seguran\u00e7a e a efici\u00eancia das opera\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de atender \u00e0s crescentes demandas de transporte de combust\u00edveis do Sistema Petrobras. Esses dois terminais concentram integralmente a entrada de produtos para as refinarias da Petrobras que abastecem toda a regi\u00e3o sul do Brasil. O terminal do Rio Grande do Sul atende \u00e0 Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) e \u00e0 petroqu\u00edmica Braskem pelo oleoduto Os\u00f3rio-Canoas. J\u00e1 o de Santa Catarina transfere petr\u00f3leo bruto para a Refinaria do Paran\u00e1 (Repar) por meio do Oleoduto Santa Catarina-Paran\u00e1.<\/p>\n<p>As novas monoboias foram projetadas para operar por at\u00e9 25 anos sem necessidade de serem enviadas para reparos em terra.\u00a0 Toda a instrumenta\u00e7\u00e3o dos terminais \u00e9 alimentada por um sistema h\u00edbrido de gera\u00e7\u00e3o el\u00e9trica composto por dois pain\u00e9is solares de 800W cada e duas turbinas e\u00f3licas de 400W cada.<\/p>\n<p><strong>Sobre a monoboia<\/strong><\/p>\n<p>Cada estrutura \u00e9 ancorada no fundo do mar por correntes especiais e conectadas por tubos flex\u00edveis\u00a0 a um conjunto submarino de v\u00e1lvulas. Essas v\u00e1lvulas s\u00e3o ligadas ao terminal por dutos submarinos.<\/p>\n<p>Cada monoboia pesa 329 toneladas, mede 12 metros de di\u00e2metro, 16 de altura e possui capacidade para operar com navios que transportam at\u00e9 1 milh\u00e3o de barris de petr\u00f3leo bruto, que chegam a medir cerca de 274 metros de comprimento e 48 metros de largura.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Petrobras<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os terminais aquavi\u00e1rios respons\u00e1veis pelo suprimento das refinarias da Petrobras que abastecem a regi\u00e3o sul do pa\u00eds est\u00e3o ganhando ainda mais efici\u00eancia e confiabilidade nas&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":10328,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-10327","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10327","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10327"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10327\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10329,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10327\/revisions\/10329"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10328"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10327"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10327"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10327"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}