Caixa financia pacote de 10 balsas graneleiras com R$ 46 milhões via FMM
O Estaleiro Juruá entregou, nesta quarta-feira (25), em Iranduba (AM), a primeira das 10 balsas graneleiras, financiadas pela Caixa com recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM). A operação, que envolve crédito de R$ 46 milhões, foi firmada entre o banco e a CT Log, do grupo 3NF. As embarcações irão navegar pelo Arco Norte, integrando portos e hidrovias da região Norte e parte do Nordeste, principalmente para o escoamento de grãos produzidos no Centro-Oeste, contribuindo para maior eficiência logística e redução de custos no transporte de cargas.
As balsas em construção no estaleiro Juruá (AM) totalizam investimentos de R$ 52 milhões. As unidades terão capacidade de carga de 3.000 toneladas cada. A operação marca o primeiro contrato desse segmento celebrado pela Caixa na região amazônica com uma empresa local. O agente financeiro do FMM destacou que o financiamento reforça o papel estratégico do banco no fomento à logística fluvial e ao desenvolvimento sustentável. Caixa e o Estaleiro Juruá iniciaram relacionamento a partir da Navalshore Navegistic 2024, em Manaus.
Representantes da Caixa, da CT Log e do Estaleiro Juruá participaram do lançamento da balsa no Rio Negro. Em nota, o agente financeiro declarou que a iniciativa contribui para a ampliação da capacidade logística regional, melhora a eficiência no escoamento da produção e fortalece a cadeia de transporte, beneficiando produtores, empresas de navegação e toda a cadeia logística da região Norte.
“A celebração do contrato reforça a atuação da Caixa na oferta de instrumentos financeiros adequados às diferentes realidades do país, contribuindo para o crescimento econômico regional e para o fortalecimento da governança necessária para que os clientes tenham acesso a essas soluções”, afirmou o superintendente nacional de intermediação de títulos e estruturação de dívidas da Caixa, Marco Buzzo.
O superintendente de atacado da Caixa para o Amazonas, Bruno Cabral, acrescentou que o financiamento demonstra que o banco está atento às necessidades específicas de seus clientes. “Além dos benefícios ambientais, o uso do modal fluvial contribui para a otimização da logística regional e pode gerar economia nos custos operacionais para as empresas envolvidas e para o consumidor final”, ressaltou.
Fonte: Portos e Navi0s






