Grupo Wilson Sons vai ampliar foco em óleo e gás
Companhia planeja que, até 2020, 45% de seu faturamento venha das operações ligadas ao segmento
O Grupo Wilson Sons pretende ampliar ainda mais a participação do segmento de petróleo e gás no seu faturamento. De acordo com o planejamento da companhia, essa fatia deve chegar a 45% em 2020, impulsionada pelas oportunidades advindas do desenvolvimento da própria indústria. Observando um histórico recente do Grupo, é possível ver a evolução dos negócios voltados para essa área: em 2010, 20% da receita vinha das operações voltadas para petróleo e gás; já em 2013, esse montante subiu para 37% do faturamento.
“Desde o IPO, em 2007, tínhamos muito claro que o setor de petróleo e gás vinha crescendo em importância e seria fundamental para o futuro da economia do Brasil. Nossa aposta se confirmou certeira quando, naquele mesmo ano, foi anunciada a descoberta de reserva de hidrocarbonetos na camada pré-sal. De lá para cá, viemos trabalhando intensamente e na ampliação dos investimentos nos nossos negócios voltados para essa área”, afirma o CEO do Grupo Wilson Sons, Cezar Baião.
O executivo destaca que o crescimento da fatia de petróleo e gás não significa que os demais negócios do Grupo ficarão estagnados, dado que o fluxo de comércio internacional e a economia doméstica devem se desenvolver em ritmo um pouco menos acelerado.
“Para que a meta de chegar a 45% do faturamento ocorra, temos a necessidade de prover soluções para os desafios logísticos que se impõem para a cadeia de petróleo e gás. Talvez o maior deles seja justamente a grandeza das operações e, consequentemente, as imensas distâncias percorridas entre a costa e a plataforma. Para o sucesso do desenvolvimento desse setor fundamental da economia, estamos ampliando nossos ativos, com novas bases de apoio logístico e com o crescimento de nossa frota de apoio offshore – hoje são 19 PSVs (Platform Supply Vessels) e até o início de 2017 serão 24”, ressalta Baião.
Observando a trajetória da companhia desde o IPO, em 2007, até 2013, é possível perceber o quanto a Wilson Sons se dedicou no incremento aos seus negócios ligados à indústria do petróleo. A empresa investiu US$ 1 bilhão nesse período, sendo que 40% são relacionados a esse importante segmento da economia. O montante inclui a expansão da Wilson Sons Estaleiros, que constrói embarcações de apoio offshore não só para as empresas do Grupo mas também para terceiros, a aquisição da Brasco Caju, que amplia a capacidade de atendimento às plataformas das bacias de Campos e Santos, a aquisição de novos PSVs para a Wilson Sons Ultratug Offshore e a renovação da frota de rebocadores.
“Essas ações são apenas nossos primeiros passos nesse setor”, frisa o CEO. “Com o desenvolvimento do mercado, a tendência é que nossos negócios se fortaleçam e cresçam ainda mais. Estamos atentos para a demanda que surgirá com a exploração do campo de Libra e temos grandes perspectivas com as novas rodadas de exploração promovidas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).”
Fonte: Assessoria / Redação SINCOMAM






