Petronas lança rodada de licitação de 2026, na Malásia

Petronas lança rodada de licitação de 2026, na Malásia

A Petronas, por meio da Malaysia Petroleum Management (MPM), lançou a Rodada de Licitação da Malásia 2026 (MBR 2026) na última terça-feira (10). 

A rodada contará com nove blocos de exploração e seis de Oportunidades de Recursos Descobertos (DRO). As primeiras nove são distribuídas da seguinte forma: 

  • 5 na Bacia Malay (Malásia Peninsular) (PM440, PM447, PM448, PM519, PM520);
  • 3 na Bacia Sarawak (SK404, SK330 e SK331);
  • 1 na Bacia Sandakan (SB304)

Já as outras seis oportunidades estão divididas em três áreas. As duas primeiras estão na Malásia Peninsular: o Cluster Cempak (campos de Saujana, Serok, Semangkok NAG e Semangkok Timur) e o Cluster Teratai (campos de Sotong, Malong, Anding, Aji Aji, Sentang, Parang, Naga Kecil e Naga Dalam). 

A Bacia de Sarawak contém o Cluster Enggang (campos de Salam, Benam, Patawali e Gagau) e o Funnel Nuri (campos de Nuang, Ronpim, KT1, Endau, Mahkota, E2 e Serunai).

Por fim, na Bacia de Sabah estão localizados o Cluster Nilam (campos de Trusmadi, Madalon, Papar, Padas e Grafit) e o Funnel Zamrud (campos de Tembungo, South West Emerald, Danum, Rusa Timur e Sipadan). 

De acordo com o vice-presidente sênior da MPM, Datuk Ir. Bacho Pilong, uma indústria upstream, precisará atender a crescente demanda por energia da Malásia. “Para alimentar o motor upstream da Malásia com um fluxo constante de oportunidades, precisamos de investimentos upstream na ordem de RM 50-60 bilhões por ano”, disse Pilong. 

Além do lançamento da rodada de licitações, a Petronas assinou Memorandos de Entendimento (MOUs) com a Global FCNG, Inc, ZDA Corporation e MTC Engineering. 

No âmbito da captura, utilização e armazenamento de carbono (CCUS), a Petronas assinou MOU com a Hibiscus Oil & Gas Malaysia. Aproveitando a estrutura do projeto CBijak Malaysia Landscape, uma iniciativa que integra planos de trabalho em todos os Contratos de Partilha de Produção (PSCs) na costa da Malásia, otimizando o desenvolvimento de recursos e aprimorando soluções comercialmente viáveis ​​para a gestão de CO2.

Fonte: Revista Brasil Energia