Hidrovias do Brasil lança relatório de sustentabilidade 2021

Hidrovias do Brasil lança relatório de sustentabilidade 2021

Construído no padrão GRI, relatório traz destaque para iniciativas da companhia focadas em desenvolvimento social local e inovações para redução de emissões de gases de efeito estufa.

A Hidrovias do Brasil lançou seu primeiro Relatório de Sustentabilidade, que representa mais um passo na jornada de sustentabilidade da companhia. O documento foi construído dentro das normas de relato da Global Reporting Initiative (GRI).

O destaque do relatório é para o principal diferencial competitivo e de sustentabilidade da companhia, a utilização do modal hidroviário, que tem menor impacto socioambiental quando comparado aos modais de transportes terrestre (rodovias e ferrovias). Cada comboio de 25 barcaças utilizado pela Hidrovias do Brasil no transporte de commodities, por exemplo, corresponde a aproximadamente 1,2 mil caminhões retirados das rodovias, transportando muito mais carga com menos combustíveis e menos emissões.

Segundo o Inventário de Gases de Efeito Estufa Ano Base 2021 da companhia, com dados apresentados no GRI, a empresa evitou, com sua atuação no Norte do Brasil, a emissão de 2,11 mil toneladas de CO2-equivalente por quilômetro útil por mês. Com a atuação no Corredor Sul (Hidrovia Paraná-Paraguai), a Hidrovias evitou outras 2,5 mil toneladas de CO2-equivalente por quilômetro útil por mês. A empresa também tem avançado em soluções inovadoras para redução de emissões, olhando para questões como mudança da matriz energética e de combustíveis.

Em 2021, a empresa investiu mais de R$ 4 milhões em iniciativas sociais para contribuir com o desenvolvimento das comunidades onde atua, no Brasil, Paraguai e Uruguai. Os principais pilares de atuação da companhia em investimento social privado são: emprego e renda, educação e desenvolvimento local.

O relatório também lança luz à conclusão do planejamento de sustentabilidade da companhia, com a definição de metas de curto, médio e longo prazos criadas por meio de diretrizes estratégicas, com participação ativa do CEO, Diretoria Executiva e aprovação pelo Conselho de Administração.

Fonte: Portos e Navios